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Foram encontradas 1.235 questões.

1392267 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
No texto, estabece-se um diálogo cujas falas, respectivamente, pertencem
 

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1392230 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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No Microsoft Word 2003, em sua configuração original, foi criado o documento apresentado a seguir, com 3 fontes de letra diferentes, mas todas as fontes com o mesmo tamanho.
Enunciado 1392230-1
As linhas 1 a 3 contém uma fonte de letra cuja característica é manter um espaçamento fixo, diferentemente das fontes das demais linhas.
Essa fonte contida entre as linhas 1 a 3 chama-se
 

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1392213 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Em meados do século V. a.C. foi publicada a Lei das Doze Tábuas. Embora fosse a codificação da legislação tradicional, que previa grande poder aos patriarcas, estabeleceu-se ali o importante princípio da lei escrita. De fato, o chamado direito consuetudinário, baseado na tradição, gerava grande insegurança – já que, em caso de divergência, a palavra final era sempre dos patrícios. (...) Instituiu-se também a classificação das pessoas pelas posses. Isso beneficiou os plebeus ricos, cuja importância social começou a ser reconhecida.
(Pedro Paulo Funari. In: Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky (org.). História da cidadania)
O texto faz referência à sociedade
 

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1392207 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Em 1956, um consagrado pintor brasileiro, natural de Brodósqui (SP), tinha a honra de ter uma obra sua doada pelo governo do Brasil para fazer parte do hall de entrada da sede da ONU – Organização das Nações Unidas. Depois de 54 anos, as 28 peças de sua obra voltaram para o Brasil para serem restauradas. Em 2013, voltarão para o prédio da ONU, em Nova York.
Trata-se da obra
 

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1392162 Ano: 2011
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Um computador foi configurado com a opção Exibir rastro do ponteiro marcada, conforme destaque na imagem a seguir, a partir do Painel de controle, opção Mouse, do Microsoft Windows XP, em sua configuração padrão.
Enunciado 1392162-1
Com essa configuração, o ponteiro do mouse assumirá o comportamento
 

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1392124 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Terminou na madrugada deste sábado, [11.12.2010] a 16.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança Climática (COP 16). Sob aplausos, representantes de 194 países aprovaram acordos importantes no combate às mudanças climáticas.
(http://opiniaoenoticia.com.br/vida/meio-ambiente/ conferencia-sobre-o-clima-termina-com-resultados-positivos/. Adaptado)
A 16.ª COP foi realizada
 

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1392116 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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A Constituição Federal de 1988 estabelece que o ensino será ministrado com base em alguns princípios, entre os quais encontra(m)-se

 

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1392069 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto para responder a questão.
O conto da crise moral
Rouba-se de tudo, do dinheiro do contribuinte ao tênis da garotada, mas a sociedade brasileira deve tomar cuidado: estão lhe roubando a autoestima.
Três exemplos:
1 – O Brasil passa por uma crise moral e por um processo de corrupção generalizada.
2 – Brasileiro não gosta de pagar imposto.
3 – O Brasil não tem jeito.
Tudo mentira.
Ponha-se o responsável por uma afirmação desse tipo na saída dos ônibus que transportam a cada manhã milhões de trabalhadores e procure um degenerado moral. Procure nas plataformas dos trens um só brasileiro que tenha acordado às 5 da manhã para ir roubar. Os espertalhões que só falam em corrupção olhando para baixo que percorram as fábricas e os escritórios. Digam se neles há ladrões. Digam mesmo se há neles pessoas moralmente inconfiáveis.
Escarafunche-se o orçamento dos trabalhadores e resultará que eles pagam 100% dos impostos que devem ao Erário. Pagam o ICM do feijão antes mesmo de comê-lo. Pagam as sobretaxas de luz, água e telefone com pontualidade de condenado.
O Brasil não passa por crise moral alguma. O trabalhador não é ladrão, muito menos dissoluto. A crise moral está localizada num setor estrito da sociedade, localizado na parte de cima da pirâmide. Entendido isso, talvez o tubaronato nacional perceba o tamanho da encrenca em que se vem metendo.
O Brasil não é um país maldito, acometido de defeito genético ou fatalidade geopolítica que o condene ao atraso. Só no Brasil (além dos Estados Unidos), um cidadão pode viajar 5 000 quilômetros, comprar um jornal, procurar emprego e casa, tudo isso sem dar satisfação a ninguém. A cada dez anos a população de uma cidade do tamanho de Budapeste muda-se para a capital de São Paulo, e essa migração é absorvida como parte do processo histórico nacional. Nada a ver com o racismo das leis inglesas, as quadrilhas de delinquentes xenófobos alemãs ou os bufões da política francesa. Tente-se semelhante generosidade na Europa e terá começado mais uma vez aquilo que os romanos chamaram invasão dos bárbaros.
(Elio Gaspari, Veja, ed. 1208)
Considere as seguintes afirmações:
I. Na frase – Estão lhe roubando a autoestima. – a palavra destacada tem sentido de posse, equivalendo a – sua autoestima.
II. Na frase – … um só brasileiro que tenha acordado às 5 da manhã para ir roubar. – a palavra destacada pode ser substituída corretamente por – afim de.
III. Na frase – Escarafunche-se o orçamento dos trabalhadores … o verbo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por vasculhe-se.
IV. Na frase – O trabalhador não é ladrão, muito menos dissoluto … – a expressão destacada pode ser corretamente substituída por – tampouco.
Está correto o que se afirma em
 

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1391997 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia as frases.
I. Muitos países passaram à vender bebidas alcoólicas taxadas com pesados impostos, buscando inibir o consumo.
II. À proporção que o consumo de bebidas alcoólicas cresceu, aumentou o risco de morte entre os jovens.
III. A OMS chegou à conclusões bastante esclarecedoras sobre o consumo abusivo do álcool.
IV. Os órgãos governamentais estão à procura de soluções para diminuir o consumo prejudicial do álcool pelos jovens.
Quanto ao uso ou não do acento indicativo da crase, está correto apenas o contido em
 

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1391899 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Um professor propôs aos seus alunos que estabelecessem a relação entre duas escalas arbitrárias de temperatura: escala P e escala Q. Sabe-se que a relação entre temperaturas dessas duas escalas é dada por uma função polinomial de 1.º grau. Para essa tarefa, o professor disponibilizou a tabela:
!$ t_Q !$ !$ t_p !$
10 -10
60 30
Representando a relação entre essas escalas pela função !$ t_P = at_Q + b !$, sendo !$ a !$ e !$ b !$ constantes reais, e !$ t_P !$ e !$ t_Q !$ as respectivas temperaturas nas escalas !$ P !$ e !$ Q !$, é correto concluir que !$ b !$ é igual a
 

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