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Foram encontradas 45 questões.

576087 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Os objetivos do ensino fundamental, conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), apontam que os alunos devem ser capazes de:
I. saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos;
II. perceber-se como sujeito produtor de conhecimento e participante do mundo do trabalho;
III. preparar-se basicamente para o trabalho e adaptar-se às novas condições de ocupação humana;
IV. perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles;
V. compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais.
Estão corretas somente as complementações contidas em
 

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575930 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Para Paul Hirst (2001), sem um conceito claro do que é ensinar, é impossível encontrar critérios de comportamento apropriado para compreender o que acontece numa sala de aula. Considerando as diferentes tendências pedagógicas com seus respectivos métodos de ensino, relacione as colunas a seguir, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. Pedagogia Tecnicista
2. Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos
3. Pedagogia Libertadora
4. Pedagogia Renovada Não-Diretiva
Coluna II
( ) Professor e alunos analisam problemas e realidades do meio socioeconômico e cultural da comunidade local, tendo em vista o desenvolvimento de uma ação coletiva.
( ) Coloca o aluno em condições propícias para que, partindo das suas necessidades e estimulando os seus interesses, possa buscar por si mesmo conhecimentos e experiências.
( ) O sistema de instrução, tendo o professor como executor de um planejamento, compõe-se da seguinte sequência: objetivos, conteúdos, estratégias e avaliação.
( ) O método parte de uma relação direta da experiência do aluno confrontada com o saber sistematizado.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
Na frase: “A culminância foi a observação de uma crítica berlinense...”, o termo destacado exprime
 

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543727 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Tomando por base os objetivos gerais propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a ser atingidos pelos alunos do ensino fundamental em Língua Portuguesa, analise os seguintes objetivos:
I. conhecer e analisar criticamente os usos da língua como veículo de valores e preconceitos de classe, credo, gênero ou etnia;
II. valer-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas relações pessoais, sendo capazes de expressar seus sentimentos, experiências, ideias e opiniões;
III. utilizar a linguagem como instrumento de aprendizagem, sabendo como proceder para ter acesso, compreender e fazer uso de informações contidas nos textos;
IV. compreender e utilizar a arte como linguagem, mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação e a sensibilidade.
Estão de acordo com a proposta dos PCN quanto aos objetivos gerais a ser atingidos pelos alunos do ensino fundamental em Língua Portuguesa os itens
 

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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
De acordo com o texto, a opção em que todos os termos estão associados semanticamente ao “Brasil” (e a tudo que dele se fala e se conhece) é
 

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O aluno indisciplinado, por meio de seu comportamento, está tentando dizer alguma coisa para o(a) professor(a). É preciso saber ouvir e compreender a mensagem que se esconde por trás do comportamento visto como indisciplina.
Atente às seguintes afirmações sobre o tema indisciplina escolar e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O professor precisa ajudar a construir a disciplina ativa e coletiva.
( ) A criança que participa em uma atividade que a apaixona disciplina-se automaticamente.
( ) Problemas de indisciplina devem ser tratados como problemas de indisciplina: devem ser sufocados com atribuição de nota ou com perda de pontos no aproveitamento escolar.
( ) Uma proposta adequada para trabalhar a indisciplina é a construção coletiva das normas punitivas a serem utilizadas.
( ) A indisciplina passiva (o permanente silêncio do aluno) é tão grave quanto a indisciplina ativa.
A sequência correta, de cima para baixo é:
 

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Com base no que estabelece a Lei Nº 8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, sobre o direito à profissionalização e à proteção ao trabalho, assinale a opção que completa corretamente as lacunas do seguinte texto:
É proibido qualquer ____________1 a menores de ____________2 anos de idade, sendo assegurado ao adolescente ____________3 os direitos
____________4 e ____________5.
 

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459492 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Conforme estabelece o artigo 18 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB Nº 9394/96), os sistemas municipais de ensino são compostos por
 

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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
O ponto central comentado na crônica “Nós, os brasileiros” é
 

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425264 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Vigotsky elaborou uma teoria do desenvolvimento intelectual, demonstrando que o desenvolvimento mental do aluno se determina em dois níveis: afetivo e potencial. Tomando por base essa teoria, atente às seguintes afirmações e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A vivência em sociedade é essencial para a transformação do homem de ser biológico em ser humano.
( ) A aprendizagem ocorre devido ao reforço. O que interessa é o comportamento observável.
( ) A criança nasce dotada apenas de funções psicológicas elementares, presentes em todos os animais mais desenvolvidos.
( ) O fim da educação é a moralidade, atingida através da instrução educativa.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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