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696044
Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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De acordo com a Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA - dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. Para os efeitos desta Lei, considera-se
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696035
Ano: 2015
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Os tratores de esteiras foram projetados para cortar e empurrar grandes quantidades de terra em questão de segundos. Devido a suas dimensões, eles podem causar ferimentos graves e até a morte, se não forem operados corretamente. Assinale a opção que indica um comportamento de segurança para a operação com tratores de esteiras.
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Assinale a opção que apresenta corretamente requisito(s) para o funcionamento de uma equipe de Saúde da Família.
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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
De acordo com sua classificação morfológica, é correto afirmar que o termo destacado na frase “... me fazem menos nascida e vivida nesta terra...” é
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O sistema operacional multifásico é aplicado no sistema de cultivo
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Na representação cartográfica, sistematicamente, a equidistância entre uma determinada curva e outra tem que ser constante. Equidistância é o espaçamento, ou seja, a distância vertical entre as curvas de nível. Essa equidistância varia de acordo com a escala da carta, com o relevo e com a precisão do levantamento. Quando o detalhe é muito escarpado, deixa-se de representar uma curva ou outra, porque além de sobrecarregar a área dificulta a leitura. Imprescindível na representação altimétrica em curvas de nível é a colocação dos valores quantitativos das curvas mestras. Assinale a opção que apresenta corretamente a correspondência entre escala, equidistância e valores quantitativos das curvas mestras.
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No que diz respeito às estratégias de leitura, é correto afirmar que
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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
Sobre a sintaxe da frase “Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!”, é correto afirmar que
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Fonte: www.combatadengue.gov.br. Acesso em 13/02/2016
A finalidade do texto é
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Considerando as medidas de implantação do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011 a 2022, no tocante às ações de promoção da saúde relacionadas à obesidade, atente aos seguintes itens:
I. elaboração de um guia de Boas Práticas Nutricionais para alimentação fora de casa;
II. criação do Programa “Academia da Saúde”;
III. capacitação constante e permanente dos profissionais;
IV. implantação de novos critérios para cirurgia bariátrica, com a redução da idade mínima de 18 para 16 anos.
Estão corretos os itens
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