Foram encontradas 35 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
Em relação ao uso ou não do acento indicativo de crase, é correto afirmar que, no termo destacado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
Com base na tipologia textual predominante, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado na frase trata-se de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container