Foram encontradas 35 questões.
3881878
Ano: 2025
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Provas:
Ao estudar o regime de pensões, o candidato observa
que a legislação diferencia pensão vitalícia e pensão
temporária, estabelecendo critérios distintos para
distribuição de valores. Quando ocorre habilitação
simultânea de beneficiários, o cálculo precisa respeitar
partes iguais e proporções definidas em lei, garantindo
tratamento equitativo entre os dependentes.
Considerando o Art. 226 do Estatuto do Servidor,
assinale a alternativa correta.
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3881877
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Provas:
Durante a COP30, realizada em Belém no mês de
novembro de 2025 e marcada por intensas negociações
sobre metas globais de mitigação climática, diversos
grupos de povos indígenas organizaram manifestações
nos arredores do evento. Nesse contexto, os protestos
destacaram:
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Sobre o topônimo, a colonização e a liderança política
inicial de Bandeirante, julgue as afirmativas com V
quando verdadeiras, e F quando falsas:
(__)A origem do nome "Bandeirante" liga-se às bandeiras usadas pela colonizadora para demarcar áreas de instalação.
(__)A Colonizadora foi formada por famílias italianas, alemãs e polonesas de São Paulo.
(__)O primeiro prefeito eleito do município foi Edmundo Afonso Bracht.
Assinale a sequência CORRETA:
(__)A origem do nome "Bandeirante" liga-se às bandeiras usadas pela colonizadora para demarcar áreas de instalação.
(__)A Colonizadora foi formada por famílias italianas, alemãs e polonesas de São Paulo.
(__)O primeiro prefeito eleito do município foi Edmundo Afonso Bracht.
Assinale a sequência CORRETA:
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Em 2025, autoridades brasileiras, em articulação com
parceiros internacionais, realizaram uma operação de
grande escala no rio Madeira que resultou na destruição
de mais de 270 dragas utilizadas para garimpo ilegal.
Considerando o cenário de governança ambiental,
políticas de enfrentamento ao crime organizado e
compromissos assumidos pelo Brasil em conferências
climáticas recentes, essa ação evidencia:
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3881874
Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Provas:
Analise as sentenças referentes aos direitos do servidor
municipal previstos no Art. 90 da Lei Orgânica Municipal:
I.A lei garante férias anuais remuneradas com adicional de 2/4.
II.O servidor tem direito à licença-paternidade de 5 dias.
III.A jornada de trabalho deve seguir determinações legais, com repouso semanal remunerado preferencialmente aos domingos.
Está correto o que se afirma em:
I.A lei garante férias anuais remuneradas com adicional de 2/4.
II.O servidor tem direito à licença-paternidade de 5 dias.
III.A jornada de trabalho deve seguir determinações legais, com repouso semanal remunerado preferencialmente aos domingos.
Está correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
De acordo com a relação estabelecida entre as orações, é correto afirmar que o conectivo destacado expressa:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado trata-se de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
O termo destacado na frase trata-se de uma oração subordinada:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
De acordo com as regras de colocação pronominal, é correto afirmar que ocorrem, respectivamente:
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como descobrir se o vídeo que você está vendo é
real ou gerado por IA
Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em
inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a
confiança nas imagens captadas por câmeras começa a
se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada
vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o
espectador passará a questionar tudo o que vê.
Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais
de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é
a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas,
granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA.
Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da
Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital,
esse é um dos primeiros aspectos a observar.
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se
aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará
obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para
evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew
Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de
má qualidade não são necessariamente falsas, mas que
vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para
disfarçar falhas visuais.
Esses vídeos apresentam inconsistências sutis —
texturas de pele excessivamente lisas, padrões
irregulares em cabelos ou roupas e movimentos
improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a
imagem, maiores as chances de perceber esses
detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por
câmeras antigas ou de segurança podem esconder
imperfeições típicas da IA.
Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA
enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava
coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se
apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um
pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em
comum, tinham a aparência amadora e a baixa
resolução.
Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para
desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos
de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e
dez segundos — porque sua produção é cara e mais
propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens
ajudam a mascarar os indícios de falsificação.
Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia
investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista.
De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje
servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo.
Ainda assim, os especialistas acreditam que novas
técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é
real do que é criado artificialmente.
Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou
modificados deixam rastros invisíveis — impressões
digitais que podem ser detectadas com ferramentas
estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA
poderão, em breve, incorporar informações de origem
diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da
autenticidade.
No passado, imagens e vídeos pareciam provas
incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados.
O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde
ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se,
segundo Stamm, de um dos maiores desafios da
segurança da informação no século atual — um
problema recente, mas que mobiliza um número
crescente de pesquisadores e profissionais em busca de
soluções conjuntas entre tecnologia, educação e
políticas públicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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