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- Lei 12.587/2012: Política Nacional de Mobilidade UrbanaArts. 8 a 13: Regulação dos Serviços de Transporte Público Coletivo
A Lei Federal nº 12.587, define que Plano de Mobilidade Urbana é o instrumento de efetivação da Política Nacional de Mobilidade Urbana e deverá contemplar os princípios, os objetivos e as diretrizes desta Lei e a sua avaliação, revisão e atualização periódica deverá ocorrer em prazo:
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Segundo o Estatuto da Metrópole (Lei nº 13.089): “unidade territorial urbana constituída pelo agrupamento de dois ou mais Municípios limítrofes, caracterizada por complementaridade funcional e integração das dinâmicas geográficas, ambientais, políticas e socioeconômicas”. Essa definição trata-se de:
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A concentração humana formando as cidades trouxeram benefícios, mas também geraram conflitos e necessidades de ajustes ao longo do tempo buscando minimizar as ações antrópicas e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Dentre os diversos conceitos que envolvem os estudos das cidades, é INCORRETO afirmar que:
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Na execução da política urbana, de que tratam os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, será aplicado o previsto na Lei 10.257/ 2001, denominada Estatuto da Cidade, que estabelece normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo, da segurança e do bemestar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental. Assinale a alternativa INCORRETA sobre o disposto nessa lei.
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O urbanismo definido por Choay, proporciona enquanto ciência e teoria da localização humana, instrumentais para analisar a expansão da sociedade industrial, do final do século XIX, trazendo a reflexão e criticidade, objetivando procedimentos metodológicos para que sejam produzidas interpretações universalizadas e científicas, delimitando um campo de pesquisa que é a cidade e suas problemáticas. Até a atualidade há essa preocupação objetivando a melhoria da qualidade dos espaços construídos e consequentemente a melhoria da qualidade de vida das pessoas nos assentamentos urbanos. Assinale a alternativa CORRETA sobre as principais intervenções urbanas.
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Conforme a ABNT NBR9050:2020 que trata sobre a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Analise as afirmações a seguir indique V para Verdadeiro e F para Falso.
( ) O módulo de referência refere-se a projeção de 0,90 m por 1,20 m no piso, ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas motorizadas ou não.
( ) A largura mínima do assento para pessoas obesas é de 0,75 m, medida entre as bordas laterais no terço mais próximo do encosto. É admissível que o assento tenha a largura resultante de dois assentos comuns, desde que seja superior a esta medida de 0,75 m.
( ) Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis. No caso de eventuais desníveis no piso de até 5mm dispensam tratamento especial. Desníveis superiores a 5 mm até 20 mm devem possuir inclinação máxima de 1:2 (50%). Desníveis superiores a 20 mm, quando inevitáveis devem ser considerados como degraus.
( ) Os patamares no início e no término das rampas devem ter dimensão longitudinal mínima de 1,20 m. Entre os segmentos de rampa devem ser previstos patamares intermediários com dimensão longitudinal mínima de 1,20 m. Os patamares situados em mudança de direção devem ter dimensões iguais à largura da rampa.
A sequência correta, conforme as afirmações, de cima para baixo é:
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Considere o fragmento de texto abaixo para as questões 01 a 10:
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]
CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/.
Assinale a alternativa que apresenta uma característica linguística desse texto que NÃO é indicada quando considerado o contexto de Redação Oficial.
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A ditadura militar no Brasil, acabou no ano de 1985, depois de grandes movimentações políticas, como as manifestações por eleições diretas. Em 1988, foi promulgada a Constituição Federal de 1988, que é também conhecida como:
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O conjunto de operações desenvolvidas em áreas degradadas ou conjuntos de edificações de valor histórico de apoio à recuperação das estruturas sociais, econômicas e culturais locais, procurando a consequente melhoria da qualidade geral dessas áreas. Esse é o conceito de:
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Em se tratando de BIM – Building Information Modeling, que é Modelagem de Informação na Construção em português, assinale a alternativa INCORRETA.
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