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1322282
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Sobre a Cabanagem, é INCORRETO afirmar:
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NOTÍCIA DE JORNAL
Quem descobriu, perdida no noticiário policial de um matutino, a intensa poesia contida no bilhete do suicida? Creio que foi Manuel Bandeira. Sim, se a memória não falha (e, meu Deus, ela está começando a falhar), foi o poeta Bandeira. Ele é que tem o dom da poesia mais forte. Claro, todos nós somos poetas em potencial, amando a poesia no vôo de um pássaro, na comovente curva de um joelho feminino, no pôr-do-sol, na chuva que cai no mar. Mas nós somos os pequenos poetas, os que sentimos a poesia, sua mensagem de encantamento, sem capacidade bastante para transmitir ao amigo, à amada, ao companheiro aquilo que nos encantou.
Então Deus fez o poeta maior, aquele que tem o dom de transmitir por meio de palavras toda e qualquer poesia, seja ela plástica, audível, rítmica; sentimento ou dor.
"A poesia é espontânea" - disse um dia Pedro Cavalinho, o tímido esteta, enquanto descíamos de madrugada uma rua molhada de orvalho e um galo branco cantou num muro próximo. Um muro que o limo pintara de verde.
E é mesmo. Tão espontânea, que estava no bilhete do suicida. Um minuto antes de botar formicida no copo de cerveja e beber, ele rabiscou, com sua letra incerta, num pedaço de papel: "Morri do mal de amor. Avisem minha mãe. Ela mora na Ladeira da Alegria, sem número".
Manuel Bandeira, poeta maior, nem precisou transformar num poema as palavras do morto. Leu a notícia em meio às notas policiais do matutino e notou logo o que podem as palavras. O homem humilde, que fora a vida inteira um espectador da poesia das coisas, no último instante, sem a menor intenção, se fez poeta também. E deixou sobre a mesa suja de um botequim, entre um copo de formicida e uma garrafa de cerveja, a sua derradeira mensagem - a primeira mensagem poética.
Num matutino de ontem, num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime, havia a seguinte notícia: "João José Gualberto, vulgo 'Sorriso', foi preso na madrugada de ontem, no Beco da Felicidade, por ter assaltado a Casa Garson, de onde roubara um lote de discos".
Pobre redator, o autor da nota. Perdido no meio de telegramas, barulho de máquinas, campainhas de telefones, nem sequer notou a poesia que passou pela sua desarrumada mesa de trabalho, e que estava contida no simples noticiário de polícia.
Bem me disse Pedro Cavalinho, o tímido esteta, naquela madrugada: "A maior inimiga da poesia é a vulgaridade". Distraído na rotina de um trabalho ingrato, esse repórter de polícia soube que um homem que atende por um vulgo de "Sorriso" roubara discos numa loja e fora preso naquele beco sujo que fica entre a Presidente Vargas e a Praça da República e que se chama Felicidade. Fosse o repórter menos vulgar e teria escrito:
"O Sorriso roubou a música e acabou preso no Beco da Felicidade".
(PRETA, Stanislaw Ponte. Tia Zulmira e eu. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 145-7.)
Justifica a concordância verbal em: "...num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime,..." (6º parágrafo do Texto) a seguinte afirmativa:
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NOTÍCIA DE JORNAL
Quem descobriu, perdida no noticiário policial de um matutino, a intensa poesia contida no bilhete do suicida? Creio que foi Manuel Bandeira. Sim, se a memória não falha (e, meu Deus, ela está começando a falhar), foi o poeta Bandeira. Ele é que tem o dom da poesia mais forte. Claro, todos nós somos poetas em potencial, amando a poesia no vôo de um pássaro, na comovente curva de um joelho feminino, no pôr-do-sol, na chuva que cai no mar. Mas nós somos os pequenos poetas, os que sentimos a poesia, sua mensagem de encantamento, sem capacidade bastante para transmitir ao amigo, à amada, ao companheiro aquilo que nos encantou.
Então Deus fez o poeta maior, aquele que tem o dom de transmitir por meio de palavras toda e qualquer poesia, seja ela plástica, audível, rítmica; sentimento ou dor.
"A poesia é espontânea" - disse um dia Pedro Cavalinho, o tímido esteta, enquanto descíamos de madrugada uma rua molhada de orvalho e um galo branco cantou num muro próximo. Um muro que o limo pintara de verde.
E é mesmo. Tão espontânea, que estava no bilhete do suicida. Um minuto antes de botar formicida no copo de cerveja e beber, ele rabiscou, com sua letra incerta, num pedaço de papel: "Morri do mal de amor. Avisem minha mãe. Ela mora na Ladeira da Alegria, sem número".
Manuel Bandeira, poeta maior, nem precisou transformar num poema as palavras do morto. Leu a notícia em meio às notas policiais do matutino e notou logo o que podem as palavras. O homem humilde, que fora a vida inteira um espectador da poesia das coisas, no último instante, sem a menor intenção, se fez poeta também. E deixou sobre a mesa suja de um botequim, entre um copo de formicida e uma garrafa de cerveja, a sua derradeira mensagem - a primeira mensagem poética.
Num matutino de ontem, num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime, havia a seguinte notícia: "João José Gualberto, vulgo 'Sorriso', foi preso na madrugada de ontem, no Beco da Felicidade, por ter assaltado a Casa Garson, de onde roubara um lote de discos".
Pobre redator, o autor da nota. Perdido no meio de telegramas, barulho de máquinas, campainhas de telefones, nem sequer notou a poesia que passou pela sua desarrumada mesa de trabalho, e que estava contida no simples noticiário de polícia.
Bem me disse Pedro Cavalinho, o tímido esteta, naquela madrugada: "A maior inimiga da poesia é a vulgaridade". Distraído na rotina de um trabalho ingrato, esse repórter de polícia soube que um homem que atende por um vulgo de "Sorriso" roubara discos numa loja e fora preso naquele beco sujo que fica entre a Presidente Vargas e a Praça da República e que se chama Felicidade. Fosse o repórter menos vulgar e teria escrito:
"O Sorriso roubou a música e acabou preso no Beco da Felicidade".
(PRETA, Stanislaw Ponte. Tia Zulmira e eu. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 145-7.)
O uso do acento grave em: "...para transmitir ao amigo, à amada..." (1º parágrafo do Texto):
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1322175
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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O Centro Histórico de Belém é repleto de riqueza e tradição, sendo possível afirmar-se, EXCETO:
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NOTÍCIA DE JORNAL
Quem descobriu, perdida no noticiário policial de um matutino, a intensa poesia contida no bilhete do suicida? Creio que foi Manuel Bandeira. Sim, se a memória não falha (e, meu Deus, ela está começando a falhar), foi o poeta Bandeira. Ele é que tem o dom da poesia mais forte. Claro, todos nós somos poetas em potencial, amando a poesia no vôo de um pássaro, na comovente curva de um joelho feminino, no pôr-do-sol, na chuva que cai no mar. Mas nós somos os pequenos poetas, os que sentimos a poesia, sua mensagem de encantamento, sem capacidade bastante para transmitir ao amigo, à amada, ao companheiro aquilo que nos encantou.
Então Deus fez o poeta maior, aquele que tem o dom de transmitir por meio de palavras toda e qualquer poesia, seja ela plástica, audível, rítmica; sentimento ou dor.
"A poesia é espontânea" - disse um dia Pedro Cavalinho, o tímido esteta, enquanto descíamos de madrugada uma rua molhada de orvalho e um galo branco cantou num muro próximo. Um muro que o limo pintara de verde.
E é mesmo. Tão espontânea, que estava no bilhete do suicida. Um minuto antes de botar formicida no copo de cerveja e beber, ele rabiscou, com sua letra incerta, num pedaço de papel: "Morri do mal de amor. Avisem minha mãe. Ela mora na Ladeira da Alegria, sem número".
Manuel Bandeira, poeta maior, nem precisou transformar num poema as palavras do morto. Leu a notícia em meio às notas policiais do matutino e notou logo o que podem as palavras. O homem humilde, que fora a vida inteira um espectador da poesia das coisas, no último instante, sem a menor intenção, se fez poeta também. E deixou sobre a mesa suja de um botequim, entre um copo de formicida e uma garrafa de cerveja, a sua derradeira mensagem - a primeira mensagem poética.
Num matutino de ontem, num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime, havia a seguinte notícia: "João José Gualberto, vulgo 'Sorriso', foi preso na madrugada de ontem, no Beco da Felicidade, por ter assaltado a Casa Garson, de onde roubara um lote de discos".
Pobre redator, o autor da nota. Perdido no meio de telegramas, barulho de máquinas, campainhas de telefones, nem sequer notou a poesia que passou pela sua desarrumada mesa de trabalho, e que estava contida no simples noticiário de polícia.
Bem me disse Pedro Cavalinho, o tímido esteta, naquela madrugada: "A maior inimiga da poesia é a vulgaridade". Distraído na rotina de um trabalho ingrato, esse repórter de polícia soube que um homem que atende por um vulgo de "Sorriso" roubara discos numa loja e fora preso naquele beco sujo que fica entre a Presidente Vargas e a Praça da República e que se chama Felicidade. Fosse o repórter menos vulgar e teria escrito:
"O Sorriso roubou a música e acabou preso no Beco da Felicidade".
(PRETA, Stanislaw Ponte. Tia Zulmira e eu. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 145-7.)
O radical "-cida" em formicida relaciona-se a:
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A posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres, direitos e responsabilidades inerentes ao cargo público. Sobre ela marque a alternativa CORRETA, nos termos da (Lei n.° 7.502/1990):
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1322050
Ano: 2009
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA forem ameaçados ou violados:
I- por ação da sociedade;
II- por omissão do Estado;
III- por falta dos pais;
IV- em razão de sua conduta.
Marque a alternativa CORRETA:
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1321741
Ano: 2009
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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A lei, segundo determinação constitucional, punirá qualquer discriminação atentatória aos direitos e liberdades fundamentais. O idoso goza de todos estes direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe assegurado, nos termos do Estatuto do Idoso, EXCETO:
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Consoante o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Belém, durante o estágio probatório serão observados os seguintes
requisitos:
I- idoneidade financeira;
II- assiduidade;
III- disciplina;
IV- produtividade.
Marque a alternativa CORRETA:
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1321554
Ano: 2009
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Belém, são direitos do funcionário, EXCETO:
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