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Foram encontradas 50 questões.

1311526 Ano: 2009
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Para efeito de aposentadoria e disponibilidade de funcionário público do Município de Belém, contar-se-á:
 

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1311435 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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NOTÍCIA DE JORNAL
Quem descobriu, perdida no noticiário policial de um matutino, a intensa poesia contida no bilhete do suicida? Creio que foi Manuel Bandeira. Sim, se a memória não falha (e, meu Deus, ela está começando a falhar), foi o poeta Bandeira. Ele é que tem o dom da poesia mais forte. Claro, todos nós somos poetas em potencial, amando a poesia no vôo de um pássaro, na comovente curva de um joelho feminino, no pôr-do-sol, na chuva que cai no mar. Mas nós somos os pequenos poetas, os que sentimos a poesia, sua mensagem de encantamento, sem capacidade bastante para transmitir ao amigo, à amada, ao companheiro aquilo que nos encantou.
Então Deus fez o poeta maior, aquele que tem o dom de transmitir por meio de palavras toda e qualquer poesia, seja ela plástica, audível, rítmica; sentimento ou dor.
"A poesia é espontânea" - disse um dia Pedro Cavalinho, o tímido esteta, enquanto descíamos de madrugada uma rua molhada de orvalho e um galo branco cantou num muro próximo. Um muro que o limo pintara de verde.
E é mesmo. Tão espontânea, que estava no bilhete do suicida. Um minuto antes de botar formicida no copo de cerveja e beber, ele rabiscou, com sua letra incerta, num pedaço de papel: "Morri do mal de amor. Avisem minha mãe. Ela mora na Ladeira da Alegria, sem número".
Manuel Bandeira, poeta maior, nem precisou transformar num poema as palavras do morto. Leu a notícia em meio às notas policiais do matutino e notou logo o que podem as palavras. O homem humilde, que fora a vida inteira um espectador da poesia das coisas, no último instante, sem a menor intenção, se fez poeta também. E deixou sobre a mesa suja de um botequim, entre um copo de formicida e uma garrafa de cerveja, a sua derradeira mensagem - a primeira mensagem poética.
Num matutino de ontem, num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime, havia a seguinte notícia: "João José Gualberto, vulgo 'Sorriso', foi preso na madrugada de ontem, no Beco da Felicidade, por ter assaltado a Casa Garson, de onde roubara um lote de discos".
Pobre redator, o autor da nota. Perdido no meio de telegramas, barulho de máquinas, campainhas de telefones, nem sequer notou a poesia que passou pela sua desarrumada mesa de trabalho, e que estava contida no simples noticiário de polícia.
Bem me disse Pedro Cavalinho, o tímido esteta, naquela madrugada: "A maior inimiga da poesia é a vulgaridade". Distraído na rotina de um trabalho ingrato, esse repórter de polícia soube que um homem que atende por um vulgo de "Sorriso" roubara discos numa loja e fora preso naquele beco sujo que fica entre a Presidente Vargas e a Praça da República e que se chama Felicidade. Fosse o repórter menos vulgar e teria escrito:
"O Sorriso roubou a música e acabou preso no Beco da Felicidade".
(PRETA, Stanislaw Ponte. Tia Zulmira e eu. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 145-7.)
Marque a alternativa que contenha uma estrutura cuja mudança de posição do adjetivo, nos trechos retirados do Texto, causa modificação semântica:
 

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1311356 Ano: 2009
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Sobre as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA de liberação de adolescente apreendido em razão de prática de ato infracional, pode-se afirmar:
 

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1311084 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Analise as alternativas que tratam da colonização de Belém e marque a única alternativa ERRADA:

 

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1311034 Ano: 2009
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA (Lei nº 8.069/90), os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados, sem prejuízo de outras providências legais, ao:
 

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1311031 Ano: 2009
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Sobre a condição ou o transporte do adolescente a quem se atribua autoria de ato infracional, pode-se afirmar, EXCETO:
 

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1310921 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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NOTÍCIA DE JORNAL

Quem descobriu, perdida no noticiário policial de um matutino, a intensa poesia contida no bilhete do suicida? Creio que foi Manuel Bandeira. Sim, se a memória não falha (e, meu Deus, ela está começando a falhar), foi o poeta Bandeira. Ele é que tem o dom da poesia mais forte. Claro, todos nós somos poetas em potencial, amando a poesia no vôo de um pássaro, na comovente curva de um joelho feminino, no pôr-do-sol, na chuva que cai no mar. Mas nós somos os pequenos poetas, os que sentimos a poesia, sua mensagem de encantamento, sem capacidade bastante para transmitir ao amigo, à amada, ao companheiro aquilo que nos encantou.

Então Deus fez o poeta maior, aquele que tem o dom de transmitir por meio de palavras toda e qualquer poesia, seja ela plástica, audível, rítmica; sentimento ou dor.

"A poesia é espontânea" - disse um dia Pedro Cavalinho, o tímido esteta, enquanto descíamos de madrugada uma rua molhada de orvalho e um galo branco cantou num muro próximo. Um muro que o limo pintara de verde.

E é mesmo. Tão espontânea, que estava no bilhete do suicida. Um minuto antes de botar formicida no copo de cerveja e beber, ele rabiscou, com sua letra incerta, num pedaço de papel: "Morri do mal de amor. Avisem minha mãe. Ela mora na Ladeira da Alegria, sem número".

Manuel Bandeira, poeta maior, nem precisou transformar num poema as palavras do morto. Leu a notícia em meio às notas policiais do matutino e notou logo o que podem as palavras. O homem humilde, que fora a vida inteira um espectador da poesia das coisas, no último instante, sem a menor intenção, se fez poeta também. E deixou sobre a mesa suja de um botequim, entre um copo de formicida e uma garrafa de cerveja, a sua derradeira mensagem - a primeira mensagem poética.

Num matutino de ontem, num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime, havia a seguinte notícia: "João José Gualberto, vulgo 'Sorriso', foi preso na madrugada de ontem, no Beco da Felicidade, por ter assaltado a Casa Garson, de onde roubara um lote de discos".

Pobre redator, o autor da nota. Perdido no meio de telegramas, barulho de máquinas, campainhas de telefones, nem sequer notou a poesia que passou pela sua desarrumada mesa de trabalho, e que estava contida no simples noticiário de polícia.

Bem me disse Pedro Cavalinho, o tímido esteta, naquela madrugada: "A maior inimiga da poesia é a vulgaridade". Distraído na rotina de um trabalho ingrato, esse repórter de polícia soube que um homem que atende por um vulgo de "Sorriso" roubara discos numa loja e fora preso naquele beco sujo que fica entre a Presidente Vargas e a Praça da República e que se chama Felicidade. Fosse o repórter menos vulgar e teria escrito:

"O Sorriso roubou a música e acabou preso no Beco da Felicidade".

(PRETA, Stanislaw Ponte. Tia Zulmira e eu. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 145-7.)

Há relação INCORRETA de letras e fonemas em:

 

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1310863 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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No início do século XX, Belém vivenciou momentos de plenitude, os quais o período áureo da borracha. Sobre este período, analise os itens seguintes e marque a alternativa CORRETA:

I- A arquitetura das edificações da cidade não sofreu influência deste Período;

II- Inúmeras famílias européias foram recebidas no Período da Borracha;

III- Na época do Ciclo da Borracha, Belém ficou conhecida como Paris n'América.

 

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1310822 Ano: 2009
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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Sobre os conceitos trazidos nas Disposições Preliminares do Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Belém (Lei n.º 7.502/1990), marque a alternativa CORRETA:
 

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1310733 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Belém-PA
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NOTÍCIA DE JORNAL
Quem descobriu, perdida no noticiário policial de um matutino, a intensa poesia contida no bilhete do suicida? Creio que foi Manuel Bandeira. Sim, se a memória não falha (e, meu Deus, ela está começando a falhar), foi o poeta Bandeira. Ele é que tem o dom da poesia mais forte. Claro, todos nós somos poetas em potencial, amando a poesia no vôo de um pássaro, na comovente curva de um joelho feminino, no pôr-do-sol, na chuva que cai no mar. Mas nós somos os pequenos poetas, os que sentimos a poesia, sua mensagem de encantamento, sem capacidade bastante para transmitir ao amigo, à amada, ao companheiro aquilo que nos encantou.
Então Deus fez o poeta maior, aquele que tem o dom de transmitir por meio de palavras toda e qualquer poesia, seja ela plástica, audível, rítmica; sentimento ou dor.
"A poesia é espontânea" - disse um dia Pedro Cavalinho, o tímido esteta, enquanto descíamos de madrugada uma rua molhada de orvalho e um galo branco cantou num muro próximo. Um muro que o limo pintara de verde.
E é mesmo. Tão espontânea, que estava no bilhete do suicida. Um minuto antes de botar formicida no copo de cerveja e beber, ele rabiscou, com sua letra incerta, num pedaço de papel: "Morri do mal de amor. Avisem minha mãe. Ela mora na Ladeira da Alegria, sem número".
Manuel Bandeira, poeta maior, nem precisou transformar num poema as palavras do morto. Leu a notícia em meio às notas policiais do matutino e notou logo o que podem as palavras. O homem humilde, que fora a vida inteira um espectador da poesia das coisas, no último instante, sem a menor intenção, se fez poeta também. E deixou sobre a mesa suja de um botequim, entre um copo de formicida e uma garrafa de cerveja, a sua derradeira mensagem - a primeira mensagem poética.
Num matutino de ontem, num desses matutinos que se empenham na publicidade do crime, havia a seguinte notícia: "João José Gualberto, vulgo 'Sorriso', foi preso na madrugada de ontem, no Beco da Felicidade, por ter assaltado a Casa Garson, de onde roubara um lote de discos".
Pobre redator, o autor da nota. Perdido no meio de telegramas, barulho de máquinas, campainhas de telefones, nem sequer notou a poesia que passou pela sua desarrumada mesa de trabalho, e que estava contida no simples noticiário de polícia.
Bem me disse Pedro Cavalinho, o tímido esteta, naquela madrugada: "A maior inimiga da poesia é a vulgaridade". Distraído na rotina de um trabalho ingrato, esse repórter de polícia soube que um homem que atende por um vulgo de "Sorriso" roubara discos numa loja e fora preso naquele beco sujo que fica entre a Presidente Vargas e a Praça da República e que se chama Felicidade. Fosse o repórter menos vulgar e teria escrito:
"O Sorriso roubou a música e acabou preso no Beco da Felicidade".
(PRETA, Stanislaw Ponte. Tia Zulmira e eu. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 145-7.)
Marque a alternativa que o termo em negrito esteja adequado à noção entre parênteses:
 

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