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Foram encontradas 205 questões.

3417112 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:

 

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3417111 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.

A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do acento indicativo de crase.

 

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3417110 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.

A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Em “... os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê” (5º parágrafo), a expressão em destaque foi grafada corretamente, assim como ocorre em

 

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3417109 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

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A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Em “Na arqueologia há um caso notável...” (2º parágrafo), o adjetivo em destaque pode ser substituído por “que é digno de ser notado”. O mesmo processo ocorre com o termo destacado em

 

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3417108 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

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A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Em “Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas...” (3º parágrafo), a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que em:

 

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3417107 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Considere os trechos a seguir.

• A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano... (1º parágrafo)

• De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários... (4º parágrafo)

As expressões em destaque podem ser substituídas, respectivamente e sem prejuízo da correção gramatical, por:

 

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3417106 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

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A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

Com base no texto, é correto afirmar que a língua suméria era

 

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3417105 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.

A Suméria e o planeta Netuno

Na noite de 23 de setembro de 1846, o astrônomo Johann Gottfried Galle observou Netuno no céu pela primeira vez. Foi a consumação de uma grande façanha da ciência. A existência do oitavo planeta fora aventada para explicar o movimento de Urano, que parecia não seguir a lei da gravitação. E os cálculos do matemático Urbain Le Verrier indicaram onde mirar o telescópio para encontrar o novo astro. “Le Verrier encontrou Netuno na ponta de sua caneta”, escreveu o colega François Arago.

Na arqueologia há um caso notável de uma civilização encontrada “na ponta da caneta”. Desde o século 17, viajantes e estudiosos vêm escavando na Mesopotâmia centenas de milhares de tabuletas de argila com textos em escrita cuneiforme. Ali descobriram uma civilização ainda mais antiga, a Acádia, o primeiro império da história.

À medida que as línguas desses povos, todas da família semita, foram sendo decifradas, ficou patente um estranho paradoxo. Nesse estágio do desenvolvimento da escrita, os caracteres podiam ser lidos de duas formas alternativas: como ideogramas, designando um objeto, ou como fonemas, representando o som do nome desse objeto.

O paradoxo é que em acadiano o som associado à letra era frequentemente distinto do nome do objeto nessa língua. Como explicar isso? Foi sugerido que os acadianos teriam adaptado a escrita de uma civilização ainda mais antiga, e que esses fonemas corresponderiam aos sons nessa outra língua. De fato, foram descobertas tabuletas com duas colunas, como se fossem dicionários: uma com palavras acadianas, outra com termos desconhecidos, claramente não-semitas. Mas quem era esse povo antigo que sumira sem deixar rastro?

Na verdade, havia um rastro, que passara desapercebido: o fato de que os monarcas acadianos se intitulavam “reis da Suméria e da Acádia”, sem que ninguém soubesse por quê. Mais tarde, a partir das últimas décadas do século 19, escavações no sul do atual Iraque revelaram evidências concretas da notável civilização suméria, cuja existência ficara esquecida por milênios. Em 1905, a publicação de “As Inscrições da Suméria e da Acádia” do arqueólogo François Thureau-Dangin, encerrou o debate definitivamente.

(Marcelo Viana. Folha de S. Paulo. 1º ago. 2023)

De acordo com o autor do texto, a civilização Suméria e o planeta Netuno têm em comum o fato de que foram encontrados “na ponta da caneta”. Com essa expressão, o autor quer dizer que ambos

 

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3417104 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 3921311-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Folha de S. Paulo. 20 out. 2006)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída por aquela entre parênteses, em conformidade com a norma-padrão de emprego dos pronomes.

 

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3417103 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Birigui-SP

Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 3921310-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Folha de S. Paulo. 20 out. 2006)

Assinale a alternativa que melhor explica o efeito de humor da tira.

 

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