Magna Concursos

Foram encontradas 1.460 questões.

466418 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Dois cursos A e B foram propostos para os guardas civis de um determinado município. Sabe-se que, de todo o efetivo, 17 guardas cursaram ambos os cursos, 82 cursaram o curso A, 53 cursaram o curso B, e 31 guardas não cursaram esses cursos. Logo, o número do efetivo de guardas desse município é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466408 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Sobre as funções Recortar, Copiar e Colar do Word, é incorreto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466357 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Ao conjunto de reações químicas que uma célula ou um organismo realiza dá-se o nome de Metabolismo. O metabolismo envolve uma série de reações químicas catalisadas por enzimas. Como exemplo característico pode-se verificar as reações de obtenção de energia, estas reações estão classificadas em reações endotérmicas e exotérmicas.
Analise as afirmativas abaixo.
I- Fotossíntese é uma reação endotérmica, ou seja, absorve calor.
II- Respiração é uma reação exotérmica, ou seja, libera calor.
III- Síntese Proteica é uma reação exotérmica, ou seja, libera calor.
Assinale a alternativa que contenha as afirmativas corretas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466356 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Observe as figuras 1 e 2 abaixo que representam peças de encanamento para esgoto e preencha os parênteses com o número correspondente ao que se pede:
Enunciado 466356-1
( ) é uma caixa sifonada.
( ) é um corpo de caixa seca.
( ) possui fecho hídrico.
( ) deve ser ligado à caixa sifonada.
( ) pode ser usada também como caixa de areia.
O preenchimento correto é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466344 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
A casinha abaixo foi montada com as 7 peças do Tangram. Todas as suas peças são proporcionais e a peça menor, o triângulo menor, é a unidade. As peças maiores são duas ou quatro vezes a unidade.
Enunciado 466344-1
No Tangram acima, se a unidade tem 12 cm² de área, a área total da casinha é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466343 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A razão entre o salário de Carla e o salário de João pode ser representada pelo número 1,5. Sabendo-se que a diferença entre esses salários, nessa ordem, é de R$ 1.500,00, é correto afirmar que o salário de Carla é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466321 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Darwin e a prática da 'Salami Science'
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidades do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista. Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
Fernando Reinach / O Estado de S.Paulo
Disponível em: http://estadao.br.msn.com/ciencia/
Após a leitura do texto, concluímos que:
I- o Salami Science é uma prática acadêmica que consiste, de acordo com o próprio nome, em fatiar uma teoria (em termos científicos, uma descoberta) e, ao invés de publicá-la inteiramente ou esperar um tempo considerável para amadurecê-la, o recomendado, nesse sentido, é distribuí-la em número ilimitado, em revistas com o objetivo de preencher o currículo acadêmico.
II- criatividade, originalidade, pertinência do assunto, entre outros aspectos são, em certa medida, fundamentais. Mas, acima de tudo isso, o importante é, no final, a quantidade – fatiar o máximo possível de uma ideia e, portanto, conseguir dividir o salame para o freguês em quantidade e rapidez inacreditável.
III- já não é possível definir como antigamente a obra de um autor em poucas palavras. É preciso, como nunca antes, unir as fatias para ter uma visão, talvez geral e coerente, da obra.
IV- existe gente que pesquisa e gente que não pesquisa. A maioria do primeiro grupo produz fatias de salame. Parte deles mudarão de patamar, uma pequena parte. Em resumo, aquele professor que não pontua em qualidade não está fazendo uma grande pesquisa, ele continua a não fazer nada.
Estão corretos os itens:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466299 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Uma biblioteca universitária não só armazena a informação como cria uma rede dinâmica para que ela circule. Para atingir esses objetivos devem ser desenvolvidas ações proativas tais como as de:
I- suprir as necessidades informacionais dos cursos oferecidos pela universidade, além de resguardar a produção intelectual da instituição.
II- constituir a fonte para a produção de novos trabalhos e ser o receptáculo do produto desses trabalhos.
III- oferecer ao pesquisador o acesso a alternativas que se encontrem em acervos externos à universidade.
IV- oferecer a outras instituições acesso a seu próprio acervo.
São afirmações corretas e pertinentes:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466289 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Dieta igual à de nossos ancestrais no Paleolítico
Passamos 95% da nossa existência como humanos sem comer arroz, feijão ou pão. Por conta disso, o nutricionista Loren Cordain, da Universidade do Colorado, defende que o nosso corpo não foi feito para o consumo de grãos. E que deveríamos voltar a comer só o que nossos ancestrais caçavam e coletavam no Paleolítico.
Desde o surgimento do Homo sapiens, há 200 mil anos, até o surgimento da agricultura, há apenas 10 mil, comíamos muita gordura dos animais de caça. Mas isso não é visto hoje como um hábito saudável. A ideia de que a gordura encontrada na carne pode fazer mal não é verdadeira. Esse argumento tem sido revertido nos últimos anos. Hoje existem análises mais abrangentes sobre o efeito saudável da gordura animal. Ela não tem efeito nocivo nem causa doenças. As comidas processadas e açúcar refinado são mais prejudiciais.
Há algumas exceções em relação às frutas e vegetais. As batatas cultivadas hoje têm características nutricionais, como uma carga glicêmica alta, que não existiam em raízes de tubérculos selvagens. Além disso, o consumo ilimitado de frutas secas também representaria uma glicemia elevada. O milho, por exemplo, é um grão, vagens e amendoins também são leguminosos que não eram consumidos frequentemente em tempos pré-agrícolas.
Para maximizar a saúde e o bem-estar para a vida toda, imitando as características nutricionais da alimentação de nossos ancestrais pré-agricultura, a base são carnes frescas, frutos do mar, peixe, vegetais, frutas, sementes e nozes, ou seja, uma dieta rica em proteínas, sim, mas também com uma carga glicêmica baixa, já que todos os carboidratos vêm de fontes como frutas.
A exclusão de grãos e de leite é a parte mais controversa da dieta. Por que não comê-los? Cerca de 65% da população mundial tem intolerância à lactose e nos Estados Unidos a percentagem de pessoas com intolerância ao glúten é entre 10 e 15%. Além disso, esses alimentos são nutricionalmente inferiores em comparação com carnes e vegetais. Seguindo essa alimentação desde 1991, notei um crescimento da massa muscular, sem aumentar meus treinos e a dor na coluna que me incomodava desde a adolescência foi eliminada. Meu sono é melhor, tenho mais energia e me libertei das doenças respiratórias que me acometiam, disse Loren.
Texto Adaptado
Disponível em: http://super.abril.com.br/
Na frase: “Há algumas exceções em relação às frutas e vegetais.” Temos:
I- Oração sem sujeito.
II- Verbo Transitivo Direto: “Há”.
III- Complemento Nominal: “às frutas e vegetais”.
De acordo com a análise sintática estão corretos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466271 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
A linguagem se desenvolve continuamente entre o sensório motor e o representativo, ressaltando-se a importância do jogo simbólico nesse processo de aquisição. Assinale a alternativa que corresponde a essa abordagem de aquisição e desenvolvimento de linguagem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas