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De acordo com as definições dos artigos hospitalares, são considerados em críticos, semi-críticos e não-críticos. Assinale a alternativa correta.
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Triagem auditiva é um procedimento simples e rápido que se aplica a um grande número de indivíduos e busca identificar aqueles que têm alta probabilidade de apresentar perda auditiva e necessitam de um diagnóstico audiológico completo. Na perspectiva epidemiológica, para que uma patologia seja indicada em programas de triagem, consideram-se alguns critérios, como os seguintes:
- as consequências da não identificação devem ser significativas em termos de morte, distúrbio ou sofrimento.
- a prevalência do distúrbio ou a frequência em que ocorre na população.
- os benefícios da detecção e tratamento devem superar os prejuízos e justificar os custos.
Assinale a alternativa que não se enquadra nos três critérios apresentados acima.
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Os agregados utilizados na estrutura das edificações são materiais granulosos, naturais ou artificiais, divididos em partículas de formatos e tamanhos mais ou menos uniformes, cuja função é atuar como material inerte nas argamassas e concretos aumentando o volume da mistura e reduzindo seu custo.
Estes materiais possuem classificação quanto à origem:
I- Naturais: são os agregados que não sofreram nenhum processo de beneficiamento, sendo encontrado na natureza já na forma particulada e com dimensões aplicáveis a produção de produtos da construção, como argamassas e concretos. Exemplos: areia de rio e seixos.
II- Artificiais: são os agregados que sofreram algum processo de beneficiamento por processos industriais, como por exemplo, britagem. Exemplos: britas, argilas expandidas, escória granulada de alto forno, vermiculita.
Assinale a alternativa correta.
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
Texto Adaptado
Disponível em: http://super.abril.com.br
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Observe as concordâncias abaixo.
I- Ela mesmo confirmou a realização do encontro.
II- Foi muito criticado pelos jornais a reedição da obra.
Assinale a alternativa correta.
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A ameaça humana
Esqueça a colisão inesperada de asteroides, erupções vulcânicas globais ou alterações no campo magnético da Terra. Um vilão muito mais perigoso está nesse momento promovendo uma silenciosa extinção em massa de espécies. É, você adivinhou: o ser humano.
Nosso planeta presenciou cinco grandes extinções em massa nos últimos 500 milhões de anos. Dentre elas, a dos dinossauros é a mais famosa. E, ao que tudo indica, o homem iniciou a sexta grande matança há milhares de anos, quando adquiriu inteligência suficiente para manipular os ecossistemas a seu bel-prazer. E hoje estamos presenciando a maior extinção em massa de plantas e animais já vista na história da Terra.
Hoje, nosso planeta possui cerca de 2 milhões de espécies identificadas. Nos próximos 100 anos, metade delas estará extinta! No mundo inteiro, sempre que humanos penetram em um novo ambiente, a maior parte da mega fauna desaparece.
No curto período de tempo em que o homem está sobre a Terra, já poluiu o ar, o solo e o mar, promoveu o desmatamento descontrolado, a caça e a pesca predatórias e explorou recursos naturais ao extremo. Agora ele está até mesmo alterando o clima do planeta inteiro pela emissão de combustíveis fósseis. Diversas espécies de mamíferos, pássaros, répteis, peixes, insetos e até vegetais já foram extintas. Muitas delas são extintas antes mesmo de serem descobertas.
Colocar a natureza em risco também coloca em perigo a humanidade. Os serviços e o valor econômico proporcionado pelas espécies são insubstituíveis e essenciais ao nosso bem-estar. Aí entram medicamentos extraídos da biodiversidade, recursos naturais para alimentar a população humana e até mesmo a matéria-prima para a produção dos bens de consumo mais supérfluos. O que antes estava disponível quase de graça na natureza terá de ser recriado artificialmente, custando muito caro.
No ritmo atual de destruição, num futuro próximo até os zoológicos serão coisas do passado. Sobrará apenas o lamento humano do progresso conquistado à custa de uma rica biodiversidade.
Há, contudo, quem afirme que a sobrevivência dos seres vivos na Terra tem solução, e o desaparecimento de animais e vegetais pode ser evitado com a extinção de uma única espécie: nós.
Convenhamos, pode até ser uma solução. Mas é decepcionante pensar que somos incapazes de coexistir pacificamente com a natureza, ainda mais levando em conta todo o conhecimento que adquirimos dela nas últimas décadas. Parte dele sugere que simplesmente não podemos viabilizar nossa própria existência se destruirmos o resto da biosfera, de onde tiramos nosso sustento. E o consenso é que dá para fazer melhor.
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Leia as frases abaixo com atenção e assinale a que apresenta pontuação e sentido que não estão corretos.
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A Reforma de Estado no Brasil sugere a mudança do papel do Estado, devendo este se organizar em setores principais. São eles:
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Darwin e a prática da 'Salami Science'
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidades do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista. Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
Fernando Reinach / O Estado de S.Paulo
Disponível em: http://estadao.br.msn.com/ciencia/
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Abaixo seguem algumas passagens do texto, assinale a que tem condições de sofrer transformação da voz ativa para a voz passiva.
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Saiba mais sobre a Lua
Há 4,45 bilhões de anos, um planeta do tamanho de Marte chamado Theia colidiu com a Terra, foi destruído e rompeu partes da camada mais externa do nosso planeta. Foi desses destroços que nasceu a Lua. Ela é 95% de rocha igualzinha as que estão aqui. Foi o que descobriram os cientistas ao analisarem amostras lunares.
A NASA comprova que há gelo nos polos lunares dentro de crateras que não pegam sol. Mas a grande descoberta é a água em estado líquido - quer dizer, moléculas de água. E também de um mineral lunar capaz de gerar oxigênio: a ilmenita, um óxido de titânio que, se exposto ao calor, libera oxigênio. E a Lua está pronta para virar nossa casa: tem água, oxigênio e combustível.
Na primeira viagem à Lua, ficaram por lá uma bandeira americana, uma placa de metal, jipes, câmeras e tripés que transmitiram as imagens do solo lunar. Em 1971 foram deixadas para trás duas bolas de golfe jogadas por Alan Shepard. Também há alguns objetos dos astronautas, como roupas, botas, ferramentas e até sacos de xixi. Estima-se que eles levaram 382 quilos de pedras lunares e que essa mesma quantidade de objetos (lixo?) foi abandonada.
Espelhos refletores em solo lunar foram direcionados para a Terra para medir a distância até lá: basta disparar um laser daqui e fazer um cálculo do tempo de retorno da luz. Assim se tornou possível medir a distância exata da Lua: 384 000 km.
São quase 10 viagens de ida e volta ao Japão. Os espelhos, aliás, comprovam outra coisa ainda mais importante: que de fato estivemos na Lua.
Saber a distância certa até a Lua fez com que os astronautas percebessem algo estranho: todos os anos ela se afasta 3,8 cm de nós. Mas há um problema: quanto mais longe está a Lua, mais devagar a Terra gira. Em 1 milhão de anos teremos dias com 26 horas, e em 15 bilhões a Terra para. Um lado pegará fogo, e o outro congelará. Mas não se preocupe: em 1 bilhão de anos o Sol estará 10% mais quente e a Terra será um forno sem água, vida ou nem mesmo Lua.
Saber a distância certa até a Lua fez com que os astronautas percebessem algo estranho: todos os anos ela se afasta 3,8 cm de nós. Mas há um problema: quanto mais longe está a Lua, mais devagar a Terra gira. Em 1 milhão de anos teremos dias com 26 horas, e em 15 bilhões a Terra para. Um lado pegará fogo, e o outro congelará. Mas não se preocupe: em 1 bilhão de anos o Sol estará 10% mais quente e a Terra será um forno sem água, vida ou nem mesmo Lua.
Evelise Jagmin
Disponível em: http://super.abril.com.br/universo
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Assinale a alternativa em que todos os substantivos do gênero feminino estão corretos:
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Caio está guardando somente moedas de R$ 0,25 em seu cofre. Segundo seus cálculos, ele precisa ter R$ 70,00 para comprar um brinquedo. Para isso, o número de moedas de R$ 0,25 que ele precisará guardar é:
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1344832
Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Escolha a alternativa certa. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:
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