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Foram encontradas 1.460 questões.

1356456 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
Texto Adaptado
Disponível em: http://super.abril.com.br
Escreve-se como “atingir” a palavra da alternativa:
 

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1356451 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O instrumental utilizado nos serviços de topografia deve sofrer revisões constantes, principalmente após os serviços de longa duração. Dando sequência ao tema, leia as sentenças abaixo e assinale a alternativa incorreta.
 

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1356414 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A dentista dos mortos
Ele é feio, nojento, inconveniente, mas para a americana Christina Warinner, o tártaro é o maior dos tesouros - uma chave para desvendar civilizações antigas. Christina é arqueogeneticista na Universidade de Zurique, na Suíça, onde se especializou num trabalho inusitado: examinar os dentes de cadáveres fossilizados, encontrados em sítios arqueológicos espalhados pela Europa. "O tártaro é uma cápsula do tempo, que preserva todas as coisas que passaram pela nossa boca: bactérias, proteínas, grãos de comida, até o pólen de plantas." Com essas informações, dá para saber o que as pessoas comiam, que doenças tinham, como viviam.
A arqueologia costuma trabalhar com múmias, que são ricas em DNA, mas difíceis de encontrar, e esqueletos - que são mais comuns, mas não revelam tantos dados. Já o tártaro junta as qualidades de ambos. "Ele pode ser encontrado em todo lugar, fossiliza como um esqueleto e retém muitas informações", explica Christina. Tudo porque os povos antigos tinham dificuldades de higiene bucal. Quando vamos ao dentista e fazemos uma limpeza, de 15 a 30 miligramas de tártaro são removidos. Milhares de anos atrás, uma pessoa chegava a acumular 600 miligramas ao longo da vida.
Atualmente, Christina está analisando dentes encontrados num cemitério medieval alemão do ano 1100. Mas sua equipe também começou a coletar tártaro de pessoas vivas, com a intenção de formar um banco de dados para futuros pesquisadores. "Em nome dos futuros arqueólogos, gostaria de pedir: pensem duas vezes antes de escovar os dentes", brinca.
Caroline d'Essen
Disponível em: http://super.abril.com.br/
Leia as frases abaixo com atenção.
I- Já escovou os dentes?
II- Escove os dentes?
III- Quantas vezes você escovou os dentes hoje?
Está(ão) correta(s):
 

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1356286 Ano: 2013
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Os juros da aplicação de R$ 1.000,00, durante dois anos, à taxa de 10% ao ano, no regime de juros compostos, ao ser comparado ao juros da aplicação do mesmo capital, durante o mesmo período, com a mesma taxa, mas no regime de juros simples, é:
 

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1356206 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A ameaça humana
Esqueça a colisão inesperada de asteroides, erupções vulcânicas globais ou alterações no campo magnético da Terra. Um vilão muito mais perigoso está nesse momento promovendo uma silenciosa extinção em massa de espécies. É, você adivinhou: o ser humano.
Nosso planeta presenciou cinco grandes extinções em massa nos últimos 500 milhões de anos. Dentre elas, a dos dinossauros é a mais famosa. E, ao que tudo indica, o homem iniciou a sexta grande matança há milhares de anos, quando adquiriu inteligência suficiente para manipular os ecossistemas a seu bel-prazer. E hoje estamos presenciando a maior extinção em massa de plantas e animais já vista na história da Terra.
Hoje, nosso planeta possui cerca de 2 milhões de espécies identificadas. Nos próximos 100 anos, metade delas estará extinta! No mundo inteiro, sempre que humanos penetram em um novo ambiente, a maior parte da mega fauna desaparece.
No curto período de tempo em que o homem está sobre a Terra, já poluiu o ar, o solo e o mar, promoveu o desmatamento descontrolado, a caça e a pesca predatórias e explorou recursos naturais ao extremo. Agora ele está até mesmo alterando o clima do planeta inteiro pela emissão de combustíveis fósseis. Diversas espécies de mamíferos, pássaros, répteis, peixes, insetos e até vegetais já foram extintas. Muitas delas são extintas antes mesmo de serem descobertas.
Colocar a natureza em risco também coloca em perigo a humanidade. Os serviços e o valor econômico proporcionado pelas espécies são insubstituíveis e essenciais ao nosso bem-estar. Aí entram medicamentos extraídos da biodiversidade, recursos naturais para alimentar a população humana e até mesmo a matéria-prima para a produção dos bens de consumo mais supérfluos. O que antes estava disponível quase de graça na natureza terá de ser recriado artificialmente, custando muito caro.
No ritmo atual de destruição, num futuro próximo até os zoológicos serão coisas do passado. Sobrará apenas o lamento humano do progresso conquistado à custa de uma rica biodiversidade.
Há, contudo, quem afirme que a sobrevivência dos seres vivos na Terra tem solução, e o desaparecimento de animais e vegetais pode ser evitado com a extinção de uma única espécie: nós.
Convenhamos, pode até ser uma solução. Mas é decepcionante pensar que somos incapazes de coexistir pacificamente com a natureza, ainda mais levando em conta todo o conhecimento que adquirimos dela nas últimas décadas. Parte dele sugere que simplesmente não podemos viabilizar nossa própria existência se destruirmos o resto da biosfera, de onde tiramos nosso sustento. E o consenso é que dá para fazer melhor.
Disponível em: http://super.abril.com.br
A alternativa que preenche corretamente os espaços é:
“A forma e a distribuição das criaturas vivas (1) Terra podem ser atribuídas (2) dois fatores - (3) evolução e (4) meio ambiente. O estudo da evolução compreende as formas de origem da vida, como ela se diversificou e (5) maneira diferentes criaturas se originaram de outras.”
 

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1356174 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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(NBR 10.520/2002): Identifique as definições.
I- Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado.
II- Indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou editor, podendo também aparecer na margem esquerda ou direita da mancha gráfica.
III- Notas usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações, que não possam ser incluídos no texto.
Atendem ao enunciado, respectivamente:
 

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1356171 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Relacione os tipos de redação com os textos abaixo.
(1) descrição
(2) narração
(3) dissertação
( ) “Sua estatura era alta e seu corpo, esbelto. A pele morena refletia o sol dos trópicos. Os olhos negros e amendoados espalhavam a luz interior de sua alegria de viver e jovialidade. Os traços bem desenhados compunham uma fisionomia calma, que mais parecia uma pintura.”
( ) “O trabalho nos proporciona saúde. Nosso corpo e nossa mente não foram criados para ficarem parados. Necessitam de atividades, exercícios. O trabalha dá vigor e saúde ao físico e à mente do homem. Toda água que não se movimenta fica imprestável, com o tempo. Também o corpo e a mente perdem a saúde, quando não se exercitam. Portanto, é necessário trabalhar, para nos mantermos saudáveis.”
( ) “Em uma noite chuvosa do mês de agosto, Paulo e o irmão caminhavam pela rua mal-iluminada que conduzia à sua residência. Subitamente foram abordados por um homem estranho. Pararam, atemorizados, e tentaram saber o que o homem queria, receosos de que se tratasse de um assalto. Era, entretanto, somente um bêbado que tentava encontrar, com dificuldade, o caminho de sua casa.”
Assinale a alternativa correta.
 

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1355741 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Darwin e a prática da 'Salami Science'
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidades do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista. Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
Fernando Reinach / O Estado de S.Paulo
Disponível em: http://estadao.br.msn.com/ciencia/
Assinale a alternativa em que a divisão silábica está correta.
 

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1355738 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A escola historicamente se caracterizou pela visão da educação que delimita a escolarização como privilégio de um grupo, uma exclusão que foi legitimada nas políticas e práticas educacionais, reprodutoras da ordem social.
No Brasil, o atendimento às pessoas com deficiência teve início no Império e desde essa época até os fins do séc. XX e não se efetivou uma política pública de acesso universal à educação.
Mas, um grande avanço foi dado por um documento legal no sentido de reinterpretação da educação especial.
Esse documento, textualmente:
  • Preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos, currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender às suas necessidades;
  • Assegura a terminalidade específica àqueles que não atingiram o nível exigindo para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências.
  • Assegura a aceleração de estudos aos superdotados para conclusão do programa escolar.
  • Define a possibilidade de avanços nos cursos e séries mediante verificação de aprendizado.
Falamos do documento legal:
 

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1353701 Ano: 2013
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O SUAS organiza as ações da assistência social em dois tipos de proteção social. A primeira é a Proteção Social Básica, destinada à observação de riscos sociais e pessoais, por meio da oferta de programas, projetos, serviços e benefícios a famílias em situação pobreza. A segunda é a Proteção Social Especial, destinada a famílias e indivíduos que já se encontram em situação de risco e que tiverem seus direitos violados por ocorrência de abandono, maus-tratos, abuso sexual, uso de drogas, entre outros aspectos.
O parágrafo acima está INCORRETO, pois:
 

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