Magna Concursos

Foram encontradas 1.460 questões.

1322913 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Compete aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, em acordo com o item .4.12 da NR-4 determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, de acordo com o que determina a NR 6, desde que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322905 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Dieta igual à de nossos ancestrais no Paleolítico
Passamos 95% da nossa existência como humanos sem comer arroz, feijão ou pão. Por conta disso, o nutricionista Loren Cordain, da Universidade do Colorado, defende que o nosso corpo não foi feito para o consumo de grãos. E que deveríamos voltar a comer só o que nossos ancestrais caçavam e coletavam no Paleolítico.
Desde o surgimento do Homo sapiens, há 200 mil anos, até o surgimento da agricultura, há apenas 10 mil, comíamos muita gordura dos animais de caça. Mas isso não é visto hoje como um hábito saudável. A ideia de que a gordura encontrada na carne pode fazer mal não é verdadeira. Esse argumento tem sido revertido nos últimos anos. Hoje existem análises mais abrangentes sobre o efeito saudável da gordura animal. Ela não tem efeito nocivo nem causa doenças. As comidas processadas e açúcar refinado são mais prejudiciais.
Há algumas exceções em relação às frutas e vegetais. As batatas cultivadas hoje têm características nutricionais, como uma carga glicêmica alta, que não existiam em raízes de tubérculos selvagens. Além disso, o consumo ilimitado de frutas secas também representaria uma glicemia elevada. O milho, por exemplo, é um grão, vagens e amendoins também são leguminosos que não eram consumidos frequentemente em tempos pré-agrícolas.
Para maximizar a saúde e o bem-estar para a vida toda, imitando as características nutricionais da alimentação de nossos ancestrais pré-agricultura, a base são carnes frescas, frutos do mar, peixe, vegetais, frutas, sementes e nozes, ou seja, uma dieta rica em proteínas, sim, mas também com uma carga glicêmica baixa, já que todos os carboidratos vêm de fontes como frutas.
A exclusão de grãos e de leite é a parte mais controversa da dieta. Por que não comê-los? Cerca de 65% da população mundial tem intolerância à lactose e nos Estados Unidos a percentagem de pessoas com intolerância ao glúten é entre 10 e 15%. Além disso, esses alimentos são nutricionalmente inferiores em comparação com carnes e vegetais. Seguindo essa alimentação desde 1991, notei um crescimento da massa muscular, sem aumentar meus treinos e a dor na coluna que me incomodava desde a adolescência foi eliminada. Meu sono é melhor, tenho mais energia e me libertei das doenças respiratórias que me acometiam, disse Loren.
Texto Adaptado
Disponível em: http://super.abril.com.br/
Escreve-se como “surgimento” a palavra da alternativa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322895 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
No MARC os campos da entrada principal são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322887 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Epidemiologia é a ciência que estuda a distribuição das doenças e suas causas em populações humanas. Com a promulgação da Constituição Federal, em 1988, criando o Sistema Único de Saúde, e a legislação complementar do SUS em 1990 (Lei n. 8.080 e Lei n. 8.142), a Epidemiologia passou a ter destaque na definição de modelos de atenção à saúde. A partir das afirmações abaixo, assinale a alternativa correta.
I- A inserção da Fonoaudiologia nas políticas públicas, sobretudo na área da saúde, tem levado à necessidade de apropriação, por parte dos profissionais da área, de parâmetros teóricos, por meio dos quais as relações coletivas sejam mais discutidas.
II- A inserção da Fonoaudiologia na saúde pública possibilita que os profissionais da área vislumbrem uma atuação em um âmbito mais coletivo, com a análise de causalidade e inferências, monitoramento de grupos de risco, vigilâncias epidemiológica e sanitária e avaliação do impacto das ações.
III- A Fonoaudiologia na saúde pública extrapola a abordagem clínica. Ela atua, sobretudo, na gerência de programas e projetos e sua inserção na gestão de serviços tem levado os profissionais da área a uma formação em que considera a Epidemiologia como instrumento para a tomada de decisão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322850 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
O Importuno
Certo indivíduo, conhecido como agenciador, alojou-se, no caminho de sua vida, no solar de um homem bondoso e abastado, que lhe abrira as portas para um descanso ligeiro.
Nos primeiros dias, o dono suportou gentilmente o hóspede, oferecendo-lhe a melhor cama, o melhor vinho, os melhores charutos. Passada, porém, a primeira quinzena, começou a pensar em um meio, que não fosse grosseiro, de livrar-se do importuno, e achou-o.
Tinham os dois acabado de almoçar e repousavam, lendo jornais e fumando “havanas”, à sombra das árvores. De repente, o hospedeiro recosta-se pesadamente na cadeira, cerra os olhos, deixa cair a folha e o charuto, simulando um sono profundo. E, como em sonho, principia a falar:
– Vejam só, que maçada! Esse cavalheiro vem, aloja-se em minha casa, come, bebe, fuma, diverte-se, e nada de entender que sua presença já me está sendo desagradável. Será possível que ele não compreenda isso?
E, soltando um suspiro, pulou da cadeira, esfregando os olhos:
– Que diabo! É eu dormir depois do almoço, vêm-me logo os pesadelos. E que sonho mau tive eu! Parece até que falei alto, não?
E o outro, que de cenho cerrado prestava atenção a tudo:
– É exato: você esteve por aí falando; e eu, como vi que se tratava de coisas de sonhos, procurei não ouvir para não ser indiscreto. As palavras dos homens só têm valor, mesmo, quando eles as proferem acordados.
E o hóspede continuou na casa por mais três anos e quatro meses, isto é, até a transferência da propriedade, comendo do melhor prato, dormindo na melhor cama, bebendo do melhor vinho, fumando os melhores charutos.
Humberto de Campos
Em algumas situações a variação de grau pode ser utilizada para indicar ironia ou para expressar algum tipo de afetividade. Assinale a alternativa que expressa afetividade.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322842 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
No Windows 7 o Explorador de Arquivos (chamado anteriormente de Windows Explorer) ajuda a localizar e manipular itens no PC, e a trabalhar com arquivos e pastas. Analise as afirmações abaixo.
1- Bibliotecas são o local onde você gerencia documentos, músicas, imagens e outros arquivos. Você pode procurar arquivos da mesma forma como faz em uma pasta ou exibir os arquivos organizados por propriedades como data, tipo e autor.
2- Se você excluir acidentalmente uma das quatro bibliotecas padrão (Documentos, Músicas, Imagens e Vídeos), o estado original dela poderá ser restaurado no painel de navegação se você clicar com o botão direito do mouse em Bibliotecas e clicar em Restaurar bibliotecas padrão.
3- Se você excluir arquivos ou pastas dentro de uma biblioteca, eles também serão excluídos de seus locais originais.
Estão corretas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322794 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
A ameaça humana
Esqueça a colisão inesperada de asteroides, erupções vulcânicas globais ou alterações no campo magnético da Terra. Um vilão muito mais perigoso está nesse momento promovendo uma silenciosa extinção em massa de espécies. É, você adivinhou: o ser humano.
Nosso planeta presenciou cinco grandes extinções em massa nos últimos 500 milhões de anos. Dentre elas, a dos dinossauros é a mais famosa. E, ao que tudo indica, o homem iniciou a sexta grande matança há milhares de anos, quando adquiriu inteligência suficiente para manipular os ecossistemas a seu bel-prazer. E hoje estamos presenciando a maior extinção em massa de plantas e animais já vista na história da Terra.
Hoje, nosso planeta possui cerca de 2 milhões de espécies identificadas. Nos próximos 100 anos, metade delas estará extinta! No mundo inteiro, sempre que humanos penetram em um novo ambiente, a maior parte da mega fauna desaparece.
No curto período de tempo em que o homem está sobre a Terra, já poluiu o ar, o solo e o mar, promoveu o desmatamento descontrolado, a caça e a pesca predatórias e explorou recursos naturais ao extremo. Agora ele está até mesmo alterando o clima do planeta inteiro pela emissão de combustíveis fósseis. Diversas espécies de mamíferos, pássaros, répteis, peixes, insetos e até vegetais já foram extintas. Muitas delas são extintas antes mesmo de serem descobertas.
Colocar a natureza em risco também coloca em perigo a humanidade. Os serviços e o valor econômico proporcionado pelas espécies são insubstituíveis e essenciais ao nosso bem-estar. Aí entram medicamentos extraídos da biodiversidade, recursos naturais para alimentar a população humana e até mesmo a matéria-prima para a produção dos bens de consumo mais supérfluos. O que antes estava disponível quase de graça na natureza terá de ser recriado artificialmente, custando muito caro.
No ritmo atual de destruição, num futuro próximo até os zoológicos serão coisas do passado. Sobrará apenas o lamento humano do progresso conquistado à custa de uma rica biodiversidade.
Há, contudo, quem afirme que a sobrevivência dos seres vivos na Terra tem solução, e o desaparecimento de animais e vegetais pode ser evitado com a extinção de uma única espécie: nós.
Convenhamos, pode até ser uma solução. Mas é decepcionante pensar que somos incapazes de coexistir pacificamente com a natureza, ainda mais levando em conta todo o conhecimento que adquirimos dela nas últimas décadas. Parte dele sugere que simplesmente não podemos viabilizar nossa própria existência se destruirmos o resto da biosfera, de onde tiramos nosso sustento. E o consenso é que dá para fazer melhor.
Disponível em: http://super.abril.com.br
Escreve-se como “extinção” a palavra da alternativa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322766 Ano: 2013
Disciplina: Arquitetura
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
A Argila expandida, além de ser leve, tem propriedades _________________ quando se deseja esta funcionalidade na construção.
I- de isolação térmica.
II- de isolação acústica.
III- de isolação radioativa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322707 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Está previsto na LC nº 644/2009 que altera a LC nº 485/2007, ambas do município de Botucatu, que a alíquota percentual sobre os serviços de exploração de rodovias será de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1322673 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Provas:
Darwin e a prática da 'Salami Science'
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidades do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista. Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
Fernando Reinach / O Estado de S.Paulo
Disponível em: http://estadao.br.msn.com/ciencia/
Assinale a alternativa que apresenta palavras acentuadas pela regra.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas