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Foram encontradas 1.460 questões.

1323265 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A(s) afirmativa(s) que contém equívoco referente à PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 507, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011, é(são):
I- termo de referência: instrumento por meio do qual é ajustada a transferência de crédito de órgão ou entidade da Administração Pública Federal para outro órgão federal da mesma natureza ou autarquia, fundação pública ou empresa estatal dependente.
II- proponente: órgão ou entidade pública ou privada sem fins lucrativos credenciada que manifeste, por meio de proposta de trabalho, interesse em firmar instrumento regulado por esta Portaria.
III- projeto básico: conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra ou serviço de engenharia e a definição dos métodos e do prazo de execução.
 

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1323262 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A distinção entre Assessoria e Consultoria é:
 

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1323243 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
O conhecimento sobre isolamento térmico e acústico de um projetista de instalações prediais é de suma importância, uma vez que a segurança e o conforto de quem irá habitar a edificação dependem de um bom projeto. Responda as duas próximas questões sob a luz deste tema.
A Lã de rocha ou Lã mineral tem as características abaixo descritas, exceto pela alternativa:
 

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1323241 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
São medidas de volume, comprimento e superfície, respectivamente, o:
 

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1323235 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Como surgiu o grampo? E o grampeador?
Os antigos persas precisavam de uma solução para manter firmemente unidos os blocos de pedra que utilizavam nas construções de Pasárgada, sua primeira capital imperial (hoje, no Irã). Foi então que um dos construtores inventou um pedaço de metal torto, como se fossem dois pregos unidos por uma mesma cabeça, que era fincado contra dois blocos. Nasciam os famosos grampos, que serviriam para unir vários objetos ao longo da história.
A primeira máquina de grampear papéis foi feita à mão para uso exclusivo do rei francês Luís 15, no século 18. A partir do século 19, com o crescente uso do papel, novos grampeadores surgiram: eles suportavam grampos de vários tamanhos, um por vez, e prendiam desde livros até carpete e caixas de madeira. A base do modelo que utilizamos hoje foi patenteada em 1866, e desde então tem diminuído de tamanho e peso.
Disponível em: http://super.abril.com.br/cotidiano
Após a leitura do texto, concluímos que:
  • o surgimento do grampo aconteceu no atual território do Irã, quando ainda era Pérsia, na cidade chamada Pasárgada.
  • foi feito um pedaço de metal que serviria para unir blocos de pedra. Depois de uma lenta evolução histórica chegamos à forma que temos hoje.
  • na França do século XVIII, o então rei Luís XV pediu para que fosse feita uma máquina para anexar papéis, esta foi feita à mão de maneira artesanal.
  • com o uso crescente do papel, esta ferramenta foi se tornando cada vez mais utilizada. Desde então os grampeadores têm se adaptado às necessidades.
Estão corretos:
 

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1323230 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Na maioria dos aplicativos que utilizam o sistema operacional Microsoft Windows, a tecla de Ajuda restringe-se à:
 

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1323222 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Darwin e a prática da 'Salami Science'
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidades do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista. Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
Fernando Reinach / O Estado de S.Paulo
Disponível em: http://estadao.br.msn.com/ciencia/
A alternativa que contém palavra com a mesma grafia e som que “obsessiva” é a:
 

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1323163 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Em um concurso, o número de candidatos por vaga, para determinado cargo, era 160. Se nesse concurso o número de vagas para esse cargo era 30, então é verdade que o número de candidatos concorrendo para essa vaga era:
 

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1323150 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Patrícia recebeu R$ 875,00 de salário. Metade ela gastou com as compras do mercado; com a metade do que sobrou, ela pagou a prestação de um financiamento e comprou um sapato; R$ 50,00 ela depositará em uma caderneta de poupança; e o restante ela reservará para gastos gerais. Logo, Patrícia deixará reservado para gastos gerais o valor de:
 

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1323141 Ano: 2013
Disciplina: Libras
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A literatura sobre metodologias específicas ao ensino do surdo discorre sobre as principais correntes que procuram viabilizar um ensino de qualidade. Uma delas tem como objetivo a integração do surdo à comunidade de ouvintes, dando-lhe condições de desenvolver a língua oral (no caso do Brasil, o Português). Essa prática metodológica percebe a surdez como uma deficiência que deve ser minimizada através da estimulação auditiva e é denominada:
 

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