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Foram encontradas 360 questões.

674798 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Considere \( a \) e \( b \) números reais e uma função definida por \( f(x)=x(ax+b) \). Se os pontos (1,2) e (−1,4) pertencem ao gráfico de \( f \), então \( f (x) \) é igual a
 

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674699 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
Entre as funções do psicopedagogo na escola, uma das ações é realizar diagnóstico psicopedagógico com o intuito de averiguar possíveis problemas pedagógicos que possam prejudicar o processo de ensino-aprendizagem. Essa ação envolve uma análise prioritária:
 

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A utilização de um cartão Perrsonal Computer Memory Card (PCMCIA) serial em um notebook serve para
 

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674546 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Todas as substâncias abaixo são utilizadas para combate a incêndio de classe II – líquidos inflamáveis e derivados de petróleo como gasolina, óleo e álcool, EXCETO
 

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672296 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
No livro Compreensão da leitura: a língua como procedimento, de Ana TEBEROSKY et alii, no texto de autoria de Isabel Solé, essa autora apresenta como evoluíram os conceitos de leitura e afirma que “A leitura na escola precisa ser urgentemente repensada, pelo menos, em uma tripla dimensão”: As dimensões de que trata a autora são, EXCETO
 

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672200 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
VYGOTSKY, L.S., em seu livro A construção do pensamento e da linguagem, apresenta resultados de pesquisas que, na sua concepção, comprovam a relação existente entre pensamento e palavra. Segundo ele, é INCORRETO dizer que
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
O autor identifica os estudantes que participaram da manifestação referida como aqueles que, possivelmente,
 

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672018 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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O Caderno 01 dos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, falando da criança e da construção do conhecimento, assim orienta: “No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar. Nessa perspectiva, as crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem.
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
 

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671948 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Leia, com atenção, o cartaz com “Dicas para reduzir o consumo de água” e responda a questão.
Enunciado 671948-1
(Fonte: http://www.tjse.jus.br/euajudooplaneta/ecodicas/agua Acesso em 7 jun. 2014.)
Analise o cartaz da Campanha e assinale a única afirmativa que NÃO podemos encontrar nele.
 

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671922 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Em relação ao método convencional de assentamento de revestimento cerâmico sobre alvenaria interna, todos os procedimentos abaixo estão corretos, EXCETO
 

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