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2252343 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Study: girls read and write better than boys

Girls are better at reading and writing than boys as early as fourth grade, according to a study, and the gap continues to widen until senior year.

Scientists generally agree that boys and girls are psychologically more alike than they are different. But reading seems to be an exception, with growing evidence suggesting a similar pattern in writing. The study, published in the journal American Psychologist, provided further evidence to support this view.

David Reilly, lead author of the study and a doctoral student at Griffith University in Queensland, Australia, said the study questioned the commonly held belief that boys and girls start grade school with the same cognitive abilities.

"It appears that the gender gap for writing tasks has been greatly underestimated, and that despite our best efforts with changes in teaching methods does not appear to be reducing over time," he said.

Enunciado 2740530-1

Factors explaining the results could include learning difficulties being more prevalent among boys; the pressure to conform to masculine ideals and the idea of reading and language being feminine; and slight differences in how boys and girls use their brain hemispheres, the authors believe.

To investigate how literacy levels differed between boys and girls in the U.S., the team at Griffith University studied data collected over three decades in the National Assessment of Educational Progress. This database of test scores on over 3.9 million students in the fourth, eighth, and 12th. grades broke down national and state performances in a range of subjects, and considered such variables such as disabilities or whether children were English learners. Reading and writing was measured according to children’s understanding of a range of different passages and genres, for instance reports, poetry and essays.

Overall, girls were found to perform significantly better in reading and writing tests by fourth grade when compared with boys of the same age. As children progressed to eighth and 12th grades, girls continued to overtake boys, but the difference was more pronounced in writing than reading.

But what caused this divergence in abilities? Evidence suggests behavioral problems, such as being disruptive in class or being aggressive could be linked to neurological conditions, the authors wrote. What is known as lateralization, or the tendency for some functions to occur on one side of the brain, could also play a role. Boys are believed to use one hemisphere when reading or writing, while girls appear to use both.

The data did not, however, provide evidence to argue in favor of the two genders having different learning styles, and therefore the research should not be used promote single-sex schooling.

Keith Topping, a professor of educational and social research at the University of Dundee, told Newsweek while the study’s findings on reading were not particularly surprising, he explained: “what is new is the information about writing. This is not entirely surprising, as better readers make better writers. But the gap in writing is wider than the gap in reading, so clearly something else is going on as well.” [...]

GANDER, Kashmira. Study: girls read and write better than boys. Source: <https://www.newsweek.com/american-girls-read-andwrite- better-boys-1130451>. Access on: sept. 22nd, 2018.

We can find the following conjunction in the text:

 

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2252342 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Zabala (1998), na obra “A Prática Educativa: como ensinar”, destaca a crítica feita à forma como habitualmente é compreendida a avaliação. Sobre o processo de avaliação apresentado pelo autor, é CORRETO afirmar que:

 

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2252341 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Aplicando-se R$10000,00 na poupança, o valor dos juros em um mês seria de R$50,00. Se fossem aplicados R$15000,00 nesse mesmo mês, o valor dos juros seria de

 

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2252340 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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MOBILIDADE URBANA

Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.

Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.

Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.

Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.

Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]

VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.

O uso excessivo de carros particulares na área urbana NÃO gera

 

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Entre tempos

O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.

Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.

A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.

Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.

Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.

(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)

Considere o trecho: “Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada.” (Linhas 1-3) A locução conjuntiva “mas também” insere no trecho uma ideia de

 

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No quadro abaixo, temos alguns instrumentos usados para medir comprimento e alguns para medir tempo.

Enunciado 2737228-1

Os intrumentos usados para medir tempo são os das letras

 

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2252337 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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O diagnóstico de luxação congênita do quadril pode ser confirmado com o teste

 

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O caminho de volta

Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos

Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.

Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.

Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.

Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.

Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.

(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)

Considere o trecho: “E o que chamamos de redes sociais só corrobora a solidão.” (Linhas 25-26). Tendo em vista o contexto em que foi empregado, o verbo “corrobora” significa

 

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2252335 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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De acordo com o pensamento de Paulo Freire (1996), em sua obra “Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa”, considera-se um saber indispensável à prática docente:

 

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Entre tempos

O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hojeC. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.

Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.

A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.

Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.

Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.

(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)

Entre os recursos de argumentação usados pelo autor para escrever o seu texto estão a apresentação de ideias antitéticas, paradoxais. Em que alternativa NÃO se observa o uso desse recurso?

 

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