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Foram encontradas 200 questões.

2252323 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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O Ministério do Trabalho (MT) classifica os riscos ocupacionais de acordo com sua natureza: física, química, biológica, ergonômica e acidental. Assim, eles podem ser operacionais (riscos para acidente), comportamentais ou ambientais (físicos, químicos ou biológicos, ergonômicos). Em relação ao risco ocupacional para transmissão do HIV e dos vírus das hepatites B e C, são classificados perigosos os acidentes que envolvem, EXCETO

 

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2252322 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio acima da concentração do gás ambiental normal (21%), com o objetivo de manter a oxigenação tecidual adequada, corrigindo a hipoxemia e, consequentemente, promover a diminuição da carga de trabalho cardiopulmonar através da elevação dos níveis alveolar e sanguíneo de oxigênio. Tendo em vista os dispositivos disponíveis, relacione as imagens abaixo com os tipos de máscaras e depois assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo:

Enunciado 2673186-1

Tipos de Máscaras

( ) Máscara de Hudson.

( ) Máscara de Venturi.

( ) Máscara Laríngea.

A alternativa que contém a numeração CORRETA é:

 

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2252321 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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A atenção básica à saúde caracteriza-se por um conjunto de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, no âmbito individual e coletivo, priorizando a integralidade do cuidado. O emprego de indicadores serve como parâmetro para a avaliação de serviços, incluindo a assistência farmacêutica e a qualidade de prescrições de medicamentos. O quadro abaixo mostra alguns indicadores utilizados em um estudo para avaliar a qualidade de prescrições em uma unidade de atenção primária. Observe-o.

Indicadores

I

Número médio de medicamentos por prescrição.

II

Porcentagem de prescrições atendidas integralmente.

III

Porcentagem de medicamentos fornecidos.

IV

Porcentagem de medicamentos prescritos pertencentes à Relação Municipal de Medicamentos Essenciais.

V

Porcentagem de medicamentos essenciais da Relação Municipal de Medicamentos Essenciais em falta.

VI

Porcentagem de medicamentos prescritos pelo nome genérico.

Considerando o quadro apresentado, assinale a alternativa que apresenta o indicador avaliado, mediante a utilização do seguinte cálculo: total de medicamentos prescritos / total de prescrições avaliadas.

 

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2252319 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Paulo Freire (1996), em sua obra “Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa”, faz várias reflexões críticas sobre a prática educativa. De acordo o autor, sem essa reflexão, a teoria pode ir virando apenas discurso; e a prática, ativismo e reprodução alienada. Assinale a alternativa que confirma a reflexão do autor:

 

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2252318 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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De acordo com Libâneo (1994), o ensino, como atividade de mediação para promover o encontro formativo e educativo entre o aluno e o conteúdo, requer disposições e condições da parte dos professores para propiciar a aprendizagem dos alunos. O autor afirma que o professor na sala de aula pode realizar a justiça social em matéria de educação ao proporcionar

 

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2252317 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta a condição social do processo revolucionário inglês do século XVII:

 

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Entre tempos

O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.

Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.

A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.

Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.

Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agoraA.

(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)

Assinale a alternativa em que o autor opta pelo uso coloquial do pronome oblíquo átono.

 

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2252315 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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De acordo com o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) ao HIV é uma medida de prevenção à infecção pelo HIV, que consiste no uso de medicação em até:

 

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O caminho de volta

Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos

Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.

Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.

Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.

Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.

Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.

(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)

De acordo com o texto, viver na favela permitiu à antropóloga, EXCETO

 

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2252313 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Em um grupo de alunos, !$ \dfrac{2}{5} !$ do total são meninos e o restante do grupo é formado por meninas. Se retirarmos 7 meninas do grupo, a quantidade de meninas fica igual a de meninos. A quantidade total inicial de alunos é de

 

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