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A literatura de referência sinaliza que a origem da questão social, sob influência de determinada perspectiva teórica, está relacionada a problemas subjetivos e aos comportamentos dos indivíduos. Contrariamente, perspectivas críticas reforçam que a “questão social” e suas expressões não estão descoladas das contradições advindas da relação social e produtivamente estabelecidas entre o capital e o trabalho que, estruturalmente, ampliam a produção e o acúmulo de riquezas para uns poucos, ao passo que precariza as condições de vida e de sobrevivência de outros tantos. Assim sendo, o entendimento é que ela “está na base dos movimentos da sociedade brasileira, como produto e condição da ordem burguesa e diz respeito à sociedade de classes”. A partir desses argumentos, infere-se que a questão social
I - expressa um conjunto de problemas políticos, sociais e econômicos que a formação da classe operária e seu ingresso no cenário político desencadeiam, no curso da constituição e desenvolvimento da sociedade capitalista.
II - é a expressão da sociabilidade erguida sob o comando do capital, com todos os efeitos sociais que emergem da luta pela apropriação da riqueza social criada a partir do trabalho não pago.
III - constitui sinônimo de pobreza sem, contudo, ter vinculação com o modo de produção capitalista.
IV - também é sinônimo de rebeldia e resistência, num terreno movido por interesses distintos.
Com base nas questões apresentadas, é possível dizer que é CORRETO o que se afirma em:
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Qual documento psicológico deve ser emitido quando o atendido solicitar um documento psicológico com a seguinte demanda: registro de informações, por exemplo, se faz acompanhamento psicológico, em quais dias e horários.
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O médico prescreveu soro glicosado 6,4% de 250 ml para infundir de 8/8h. Disponível na unidade apenas soro glicosado 5% de 250 ml e ampolas de glicose de 20 ml a 50%, será necessário acrescentar quantos ml de glicose a 50% para transformar o soro glicosado de 5% a 6,4%? Assinale a alternativa CORRETA.
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O caminho de volta
Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos
Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.
Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.
Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.
Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.
Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.
(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)
Após ler o texto, pode-se inferir que o título “caminho de volta” significa
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MOBILIDADE URBANA
Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.
Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.
Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.
Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.
Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]
VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.
O tema mobilidade urbana envolve, EXCETO
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Na sua população, existe um grande número de casos de carcinoma de células escamosas de boca. Para que haja redução da incidência da doença, o que deve ser feito? Marque a alternativa CORRETA.
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Se um número natural n for dividido por 11, o resto dessa divisão será igual a 3. Se dividirmos o número n + 21 também por 11, o resto da divisão será
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São alimentos permitidos na dieta obstipante:
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Numa lesão de tecido mole, o estágio crônico é caracterizado entre o 14.º a 21.º dia, após a lesão, e dura até que haja uso funcional sem dor da estrutura envolvida. Considerando o tratamento fisioterapêutico, as suas metas e o plano de assistência, podemos afirmar:
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O método Kato-atz permite a identificação e a quantificação, por grama de fezes, das infestações por alguns helmintos através de microscopia óptica, mas é inviável para fezes diarreicas. Considerando essas informações, analise as alternativas abaixo e assinale a que corresponde a um parasita que geralmente não pode ser identificado por este método.
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