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Foram encontradas 140 questões.

2039722 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões 29 e 30 se referem à Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público, é uma vedação:

 

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2039721 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões de 25 a 28 se referem à Lei Complementar Municipal n º 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.

Acerca do regime disciplinar, o servidor do Município possui determinados deveres. Assinale a alternativa que apresenta um desses deveres de forma INCORRETA.

 

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2039720 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Quanto à grafia dos vocábulos, assinale a alternativa cuja palavra está escrita de forma INCORRETA

 

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2039719 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

De acordo com o uso dos pronomes pessoais empregados no texto, é CORRETO afirmar que os usos do pronome me, em "vou-me embora" (l. 7-8) e Tchau me responderam (l. 7-8), estão, respectivamente, na forma:

 

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2039718 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

No que se refere às figuras de linguagem. no trecho queria ser quem eu era, e ser quem eu não era (l.26-27) há a presença de uma figura denominada:

 

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2039717 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Provas:

Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Em Se fosse assim, não existiria teatro, o cinema, a música [ ... ] (l. 38-39), a partícula sublinhada apresenta uma valor de:

 

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2039716 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Quanto à acentuação gráfica das palavras, o vocábulo que recebe acento por ser uma paroxítona e apresentar um hiato é:

 

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2039715 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

A respeito dos fonemas de vocábulos do texto, afirma-se que apresentam 8 fonemas e 6 fonemas, respectivamente. e .

Qual alternativa preenche.CORRETA e respectivamente. as lacunas acima?

 

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Questão presente nas seguintes provas
2039714 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Acerca do vocábulo apavorante (1.25), é possível afirmar que sua substituição, dentro do contexto, NÃO poderia ocorrer por:

 

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2640802 Ano: 2021
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Sobre o Código de Ética da Profissão Farmacêutica, analise as assertivas a seguir.

I. O farmacêutico deve comunicar ao Conselho Regional de Farmácia (CRF), por escrito, o afastamento de suas atividades profissionais das quais detém responsabilidade técnica, quando não houver outro farmacêutico que, legalmente, o substitua.

II. A comunicação ao Conselho Regional de Farmácia deverá ocorrer no prazo máximo de 5 dias após o afastamento, quando este ocorrer por motivo de doença, acidente pessoal, óbito familiar, ou outro, a ser avaliado pelo CRF.

III. Quando o afastamento ocorrer por motivo de férias, congressos, cursos de aperfeiçoamento, atividades administrativas ou outras atividades, a comunicação ao Conselho Regional de Farmácia deverá ocorrer com antecedência mínima de 1 dia.

IV. Quando o afastamento for motivado por doença, o farmacêutico ou seu procurador deverá apresentar à empresa ou instituição documento datado e assinado, justificando sua ausência, a ser comprovada por atestado, no prazo de 24 horas.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

Questão Anulada

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