Foram encontradas 140 questões.
Um usuário possui uma janela aberta do Google Chrome, em português com três guias, estando na terceira delas. Ele então utiliza o atalho de teclado para abrir uma nova janela. Ao fazer isso,o que irá ocorrer?
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões 17 a 20 se referem à Lei Complementar Municipal nº 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.
Existem diversas situações nas quais é possível conceder licença a servidor. Qual das seguintes alternativas apresenta uma situação CORRETA?
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões 17 a 20 se referem à Lei Complementar Municipal nº 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.
Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade se ficar provado que o inativo, na atividade:
I. Deixou de praticar usura, em qualquer de suas formas.
II. Praticou falta punível com a demissão.
III. Aceitou ilegalmente cargo ou função pública.
Está(ão) CORRETA(S):
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Existem determinadas competências do Município que são concorrentes com a União ou com o Estado, ou supletivas a elas. Qual alternativa apresenta uma dessas atribuições de forma INCORRETA?
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
No que se refere à pontuação do texto, é possível afirmar que as vírgulas utilizadas em Uma rua da infância, que exigia muitas pedaladas para ser percorrida, hoje é atravessada em poucos passos. (l. 36-38) representam o isolamento de uma oração.
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta um período classificado corno simples.
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Com base na grafia e no número de fonemas de vocábulos do texto, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) inventamos (l. 2) apresenta dois dígrafos vocálicos.
( ) telhados (l. 14) apresenta um dígrafo consonantal e 7 fonemas.
( ) corredores (l. 14) e filosófica (l.4) apresentam, respectivamente, 9 e 10 fonemas.
( ) Tanto pergunto (l.29) quanto fraquezas (l.25) apresentam dígrafos consonantais em suas composições.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Acerca do período Hoje revejo essas pessoas, e a sensação que me causam não é nem um pouco desafiadora (l. 25-27), é CORRETO afirmar que:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As informações que puderem colocar em risco a segurança do Presidente e Vice-Presidente da República e respectivos cônjuges e filhos(as) serão classificadas como , as quais de modo geral possuem prazo máximo de restrição de anos, e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição. Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima, com base na Lei nº 12.527/11?
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões 44 a 46 se referem à Lei n2 14.133/21, Lei de Licitações e Contratos Administrativos.
De acordo com a Lei nº 8.429/92, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional, há três grandes grupos de atos de improbidade administrativa, a depender de sua natureza de desenvolvimento consequencial. Neste sentido, perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza é englobado no mesmo grupo que:
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