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A idade do planeta Terra é de 4,54 bilhões de anos. Na sua formação, ocorre uma grande explosão cosmológica, caracterizada como sendo a Big Bang. Os cientistas se baseiam em datações radiométricas de meteoritos com consistência das mais antigas amostras terrestres e lunares. Há poucos dias, nós e, praticamente, o mundo ficamos estarrecidos com as imagens do Museu Nacional do Rio de Janeiro em intensas e devastadoras chamas. Quase tudo virou cinzas. Houve uma grande perda científica, mas podemos ver o meteorito Bendegó intacto no meio de grande destruição. No passado, o Bendegó foi achado em 1784, por um menino, bem próximo a um riacho no estado da Bahia. Em 1887, o imperador Dom Pedro II encarregou o comandante José Carlos de Carvalho de conduzi-lo para o Museu Nacional do Rio de Janeiro. Esse meteorito é de ferro e tem as dimensões de 2,2m x 1,45m x 0,58m, pesando 5,6 toneladas. Quimicamente, o ferro é um elemento de número atômico igual a 26, com alto ponto de fusão e de ebulição, e sua massa molar é de
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A água para nós é considerada um solvente universal. Ela pode estar contida em uma solução, ou mesmo, em uma mistura. A solução é uma mistura homogênea, enquanto que a mistura pode ser formada por duas ou mais substâncias puras. As misturas podem ser homogêneas ou heterogêneas. Uma mistura homogênea apresenta um aspecto uniforme quando observada a olho nu. Já a mistura heterogênea observada a olho nu apresenta aspectos distintos. Dentre as misturas relacionadas abaixo, num Becker, sem agitação, quando avaliadas algumas gotículas numa lâmina e com o uso de um microscópio óptico, a que NÃO se mostra homogênea é aquela com
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A tricomoníase é considerada uma DST, uma doença sexualmente transmissível, geralmente, de pessoa a pessoa por atos sexuais sem uso de preservativos. Ela é causada por um patógeno, um protozoário, o Trichomonas vaginalis . Afeta mulheres provocando infecção do trato vaginal inferior resultando em uretrite e/ou vaginite. Em homens, no trato uretral pode causar uretrite, epididimite ou prostatite .
Quando afeta os epidídimos causa prejuízo nas células germinativas, nos espermatozoides, porque
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Conforme pressuposto geral dos Parâmetros Curriculares Nacionais, os PCNs, explicitado no seu documento de Introdução nas Ciências Naturais, os procedimentos correspondem aos modos de buscar, organizar e comunicar conhecimentos, mas, da mesma forma que os conceitos, aqueles explicativos e embasados, também são conteúdos para planejamento e ensino e aprendizagem os
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A Botânica é a parte da Biologia, que estuda as plantas, organismos muito importantes para a realização da fotossíntese e a liberação de oxigênio captado por elas e por outros seres aeróbios que necessitam viver em ambientes com esse gás para a respiração. Abaixo temos a imagem da relação filogenética dos vegetais que vivem em variados ambientes, em diferentes habitats e que compõem diversos biomas aquáticos e terrestres. Contudo, a evolução das plantas ocorreu a partir de ancestrais das algas. Formaram as algas verdes; vieram as briófitas; dessas tivemos as pteridófitas; das pteridófitas chegamos às gimnospermas e, por último, as angiospermas, as mais adaptadas nos variados ambientes terrestres.

Sobre os vegetais citados na relação filogenética e com base na escala evolutiva, assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Releia: “Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão.”
Assinale a alternativa em que o sentido desse trecho está mantido.
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As tecnologias da informação e da comunicação – TIC têm grande importância nos processos educacionais. Para incorporá-las ao processo de ensino e aprendizagem, é pertinente considerarmos algumas premissas. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
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O átomo de enxofre tem 16 prótons e 16 nêutrons em seu núcleo. A soma dessas partículas é fundamental para a identificação do
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Releia o parágrafo a seguir.
Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb.
– As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no trecho acima, assinale a alternativa CORRETA.
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Baseando-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a avaliação é um elemento do processo de ensino e aprendizagem, que deve ser considerado em ação direta, a fim de que o professor desperte, principalmente, para
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