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Acerca da Assistência Estudantil no Ensino Superior e sua relação com o Serviço Social, assinale a alternativa CORRETA.
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Em relação aos Instrumentos de gestão: Planejamento, Financiamento e Avaliação de Programas Sociais, analise as sentenças abaixo:
I. Avaliação e pesquisa apresentam muitas afinidades entre si. Podemos mencionar, entre outras, o conteúdo substantivo dos fenômenos estudados; as técnicas de coleta, organização e análise de dados; e a utilização dos resultados.
II. Do ponto de vista metodológico, o planejamento é uma atividade, que obtém, combina e compara dados de desempenho com um conjunto de metas escalonadas.
III. Do ponto de vista da finalidade, a avaliação responde a questões sobre a eficácia/efetividade dos programas, e, nesse sentido, sua tarefa é julgar e informar.
IV. Do ponto de vista do seu papel, o planejamento detecta eventuais falhas e afere os méritos dos programas durante sua elaboração. Nesse sentido, sua tarefa é taxativa, não permitindo a correção ou confirmação de rumos.
Assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Releia: “Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão.”
Assinale a alternativa em que o sentido desse trecho está mantido.
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Em um edital para provimento de vagas originadas por aposentadoria ou exoneração de funcionário em área essencial, existe a seguinte observação:
"O presente concurso tem por finalidade gerar uma reserva para provimento de vagas originadas pela aposentadoria ou exoneração de Servidor ativo em Área Essencial, conforme descrito no ANEXO I do presente Edital. Nessas condições, apenas e somente nestes casos os candidatos aprovados serão convocados conforme sua ordem de classificação no concurso - da maior para menor nota neste concurso - com critérios de desempate descritos no Anexo II do presente Edital.".
Nessas condições, é CORRETO afirmar que
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O debate sobre instrumentalidade tem papel central dentro do Serviço Social. Dessa forma, analise as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Releia o parágrafo a seguir.
Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb.
– As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no trecho acima, assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
O conceito de Seguridade Social, em termos de política social, é considerado um dos maiores avanços da Constituição de 1988. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) O conceito de seguridade social engloba, em um mesmo sistema, as políticas de saúde, previdência e assistência social.
( ) As políticas de saúde, previdência e assistência social – englobadas no conceito de seguridade social da Constituição Brasileira de 1988 – passam a ser regidas por novos princípios e diretrizes, associando, ao mesmo tempo, universalidade e seletividade, centralização e descentralização, distributividade e redistributividade, gratuidade e contributividade.
( ) A saúde orienta-se por princípios, como integralidade, gratuidade, participação social e descentralização.
( ) A política de Assistência Social rege-se pelos preceitos da seletividade, gratuidade, redistributividade, centralização na gestão.
( ) A Previdência Social continua a ser assegurada mediante contribuição de trabalhadores e empregadores, sendo um de seus princípios a descentralização e sua gestão realizada em cada esfera de governo (Federal, Estadual e Municipal).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Organização e da Gestão
Com relação ao SUAS, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) é uma política de governo que organiza os serviços de assistência social no Brasil.
( ) O SUAS possui modelo de gestão participativa. Ele articula os esforços e os recursos dos três níveis de governo, isto é, municípios, estados e a União, para a execução e o financiamento da Política Nacional de Assistência Social (PNAS).
( ) O SUAS organiza as ações da assistência social em três tipos de proteção social: Proteção Social Básica, Proteção Social Especial e Proteção Social na Alta Complexidade.
( ) A Proteção Social Básica destina-se à prevenção de riscos sociais e pessoais por meio da oferta de programas, projetos, serviços e benefícios a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social.
( ) O SUAS gerencia a vinculação de entidades e organizações de assistência social ao Sistema, mantendo atualizado o Cadastro Nacional de Entidades e Organizações de Assistência Social (CNEAS) e concedendo certificação a entidades beneficentes.
( ) O SUAS foi criado a partir das deliberações da III Conferência Nacional de Assistência Social e previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), tendo suas bases de implantação consolidadas em 2001, por meio da Norma Operacional Básica do Suas (NOB/SUAS).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Ao entrevistar os suspeitos de um crime, Sherlock Holmes fez as seguintes deduções:
1. Se Sir Antony roubou as joias ou se a Madame Lin mentiu, então ocorreu de fato um crime.
2. Madame Lin não estava em Londres.
3. Se ocorreu, de fato, um crime, então Madame Lin tinha de estar em Londres.
Com base nessas informações que Holmes sabe serem corretas e com uso apenas da lógica, Holmes poderia concluir que
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Em um documento interno de um banco de investimentos, os acionistas foram informados que
1. A taxa de lucro líquido da companhia foi superior a 10%.
2. Cada acionista receberá, ao final do ano fiscal, a sua parte proporcional dos lucros em ações ou terá seu capital total investido, acrescido de sua parte proporcional dos lucros, devolvido em dinheiro. Eventualmente a justiça provou que ambas as afirmações eram frutos de uma fraude fiscal e, portanto, simultaneamente falsas.
Com base apenas nesses fatos, é CORRETO afirmar que
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