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“Brasil, quinhentos anos de história, se adotarmos a periodização de Varnhagen, ou sabe-se lá quantos séculos, se optarmos pelo seguidor e rival do Visconde de Porto Seguro, mestre Capistrano de Abreu , cujo primeiro capítulo dos Capítulos de história colonial tem por título “Antecedentes indígenas”, embora deles o capítulo pouco trate na verdade. De todo modo, se deixarmos de lado as idealizações indigenistas ou indianistas, seja à moda romântica, seja na versão mais atual de uma “história politicamente correta”, é caso de realçar o extraordinário encontro de povos posto em cena pelo descobrimento e pela colonização efetuada pelos portugueses na “sua América” – a que lhes reservou o Tratado de Tordesilhas.”
(http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg8-1.pdf)
Em relação ao período colonial do Brasil, analise as afirmativas abaixo:
I. Na América e em quase todas as demais áreas do Império português, o poder local era representado, principalmente, por intermédio das Câmaras municipais e das ordenanças. As Câmaras eram formadas por oficiais eleitos no município e depois ratificados pela administração central da Coroa.
II. A posição do Estado em face da Igreja, em Portugal, pode ser considerada de fidelidade à autoridade papal. A Coroa Portuguesa foi uma das poucas que aceitou, sem restrição, todas as decisões do Concílio de Trento. Entretanto, no que tange à escravidão indígena, Portugal não permitiu ingerência da igreja católica.
III. Durante o período colonial, existia uma inquietação dos habitantes dos núcleos urbanos do litoral da América portuguesa e do além-mar em relação aos sertões e seus moradores, pois consideravam as características desses espaços e grupos humanos distantes dos padrões de civilidade e racionalidade dos europeus. Aos olhos dos colonizadores, predominava o desprezo pelo “Outro”, “selvagem”, “bárbaro”, que não seguia os modelos de civilização.
Assinale a alternativa CORRETA.
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“Com o fim da Segunda Grande Guerra, a Europa, região mais poderosa até então, teve grandes perdas, inclusive de seu status no mundo. Estados Unidos e União Soviética tornaram-se os novos centros de decisões político-econômicas. Entretanto, ambos queriam alcançar o poder máximo e rivalizavam em dois blocos. Enquanto os EUA, assim como as potências europeias, queriam manter o capitalismo existente, a URSS pretendia expandir o socialismo pelo mundo.”
(https://www.infoenem.com.br/o-mundo-pos-segunda-guerra-mundial-guerra-fria/).
Sobre esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
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A chamada História Tradicional, conhecida como Positivismo, dominou o século XIX, sendo discutida, questionada e transformada ao longo do século XX. Assim, desse movimento de críticas e diálogo, nasceu e desenvolveu-se, a partir da Escola dos Annales, a chamada “nova História”.
Em relação ao Positivismo e à Escola dos Annales, assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Releia: “Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão.”
Assinale a alternativa em que o sentido desse trecho está mantido.
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“Os currículos escolares e o próprio trabalho em sala de aula têm procurado acompanhar o desenvolvimento dos estudos históricos nas universidades. A velha história de fatos e nomes já foi substituída pela história social e cultural...”
(PINSKY, Carla Bassanezi. Novos Temas nas Aulas de História.)
Sobre os temas abordados em sala, assinale a alternativa CORRETA.
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As tecnologias da informação e da comunicação – TIC têm grande importância nos processos educacionais. Para incorporá-las ao processo de ensino e aprendizagem, é pertinente considerarmos algumas premissas. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Releia o parágrafo a seguir.
Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb.
– As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no trecho acima, assinale a alternativa CORRETA.
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Uma das efetivas conquistas que os educadores progressistas conseguiram registrar na Constituição de 1988, referendada na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996, foi a gestão democrática do ensino público, como um dos princípios em que se deve consolidar a Educação Nacional. Nessa perspectiva, para efetivar a gestão democrática na escola, uma das ações primordiais tem sido a elaboração da proposta pedagógica escolar. Sobre o projeto pedagógico, analise os itens abaixo:
I. A incumbência primordial da escola é a elaboração e execução do Projeto Pedagógico.
II. A elaboração da proposta pedagógica da escola deve ser entendida como uma tarefa coletiva, para a qual devem colaborar representantes de todos os segmentos envolvidos.
III. Para elaborar e executar o projeto pedagógico, a escola deve trabalhar com a diversidade de experiências, de conhecimento e proposições.
IV. Na elaboração do projeto pedagógico, todos devem participar, ou seja, a totalidade dos professores, alunos, funcionários e comunidade.
V. A execução das ações na escola fica mais organizada, criativa e inserida no contexto da comunidade, se o projeto for construído de forma democrática e participativa.
Estão CORRETOS apenas
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O curto reinado de Dom Pedro I (1822-1831) foi um tempo de profunda instabilidade política, marcado por relações conflituosas entre os poderes Moderador, Executivo e Legislativo. Tal caracterização, no entanto, ainda carece de estudos que permitam desnudar o complexo jogo da política do período, bem como matizar imagens cristalizadas que impedem uma melhor compreensão do processo histórico-político do Primeiro Reinado.
(ALVES, João Vitor Caetano. Revisitando o Primeiro Reinado: A ascenção do Gabinete de Novembro de 1827 e sua recepção na Câmara dos Deputados.) In: https://www.revistas.ufg.br/Opsis/article/view/18313/12815#.W5aB2uhKjIU.
Em relação ao Poder Moderador, assinale a alternativa CORRETA.
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Sobre o Segundo Reinado (1840-1889), assinale a alternativa CORRETA.
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