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1315784 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre a representação do espaço geográfico, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1314156 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Diversos fatores contribuem para a condição climática de uma determinada região. Sobre as características de alguns tipos climáticos, analise os itens a seguir:

I. Padrão climático representativo na região Nordeste do Brasil com comportamento térmico médio de 27ºC e grandes períodos de estiagem, sobretudo em regiões a sotavento.

II. Padrão climático representativo na região Sul do Brasil com baixas médias térmicas (em torno de 18ºC), sobretudo em decorrência de massas de ar frias e úmidas.

III. Padrão climático representativo da região Norte do Brasil com médias térmicas elevadas durante todo o ano e significativa umidade relativa do ar em decorrência da alta pluviosidade.

A alternativa que corresponde à sequência CORRETA de tipos de Climas é

 

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1304942 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Considerando as proposições que tratam dos conceitos da Geografia, analise as afirmativas a seguir e a correspondência proposta entre elas:

I. Para a compreensão da Ciência Geográfica, alguns conceitos básicos merecem detalhamento. A Paisagem, por exemplo, é definida por meio das limitações antrópicas demarcadas pelo exercício do poder.

Porque

II. O espaço geográfico é constituído apenas por fronteiras naturais que são identificadas e apreendidas pelo ser humano mediante sua percepção.

Considerando as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1296171 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Muitas regiões do Brasil possuem problemas ambientais e tornam-se propensas à ocorrência de enchentes e deslizamentos. A imagem abaixo é resultado de um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e indica a distribuição dos municípios monitorados na base territorial estatística de área de risco do Brasil em 2010:

Enunciado 1296171-1

Disponível em: <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/21566-estudo-inedito-mostra-moradores-sujeitos-a-enchentes-e-deslizamentos>. Acesso em: 15 ago. 2018.

Considerando as proposições que tratam da temática, coloque V nas afirmativas Verdadeiras e F nas Falsas:

( ) As áreas mapeadas susceptíveis à ocorrência de deslizamentos nas grandes aglomerações urbanas são, em sua maioria, caracterizadas por topografia regular e propriedades de alto padrão.

( ) A estabilidade de uma vertente pode ser comprometida por ações antrópicas, como: deposição irregular de resíduos sólidos, escoamento superficial de efluentes domésticos e cortes inadequados para moradia.

( ) Pode-se solucionar a ocorrência de riscos a enchentes e deslizamentos com a atuação do poder público na distribuição de lonas plásticas e cartilhas informativas nas escolas.

( ) A imagem indica que os moradores sujeitos a enchentes e desmoronamentos localizam-se, em sua maioria, nas regiões Norte e Sul do Brasil, em decorrência de padrões climáticos extremos.

( ) Fatores, como formações geológicas recentes e terrenos planos, justificam os maiores contingentes populacionais e indicam, no mapa, as regiões com menor quantidade de municípios monitorados.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

 

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1215411 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre o ensino da Geografia no contexto escolar, analise as afirmativas a seguir:

I. O livro didático pode ser uma importante ferramenta para o professor na apresentação de ideias e conteúdos pedagógicos do currículo de Geografia, mas não deve ser o único recurso utilizado pelo docente.

II. Atividades de campo podem ser um importante aliado ao processo de ensino e aprendizagem, por permitir ao estudante a vivência obtida com a visita em locais que estimulam a observação e assimilação de fatos e conteúdos.

III. A contextualização dos conteúdos pedagógicos pode contribuir decisivamente para que o estudante compreenda as semelhanças e diferenças dos seus espaços de convivência, bem como das transformações da paisagem.

IV. O atual contexto de fluxo de informação com a internet permite ao estudante o acesso a diversas informações. O professor pode utilizar essas possibilidades para analisar alterações de paisagens, relações entre lugares, condições sociais e econômicas, hábitos culturais, dentre outros.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1199186 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Releia: “Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão.”

Assinale a alternativa em que o sentido desse trecho está mantido.

 

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1163445 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Considerando os objetivos gerais para o ensino da Geografia, é INCORRETO afirmar que os estudantes sejam capazes de

 

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As tecnologias da informação e da comunicação – TIC têm grande importância nos processos educacionais. Para incorporá-las ao processo de ensino e aprendizagem, é pertinente considerarmos algumas premissas. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1149782 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Releia o parágrafo a seguir.

Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb.

– As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Acerca do emprego dos sinais de pontuação no trecho acima, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Uma das efetivas conquistas que os educadores progressistas conseguiram registrar na Constituição de 1988, referendada na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996, foi a gestão democrática do ensino público, como um dos princípios em que se deve consolidar a Educação Nacional. Nessa perspectiva, para efetivar a gestão democrática na escola, uma das ações primordiais tem sido a elaboração da proposta pedagógica escolar. Sobre o projeto pedagógico, analise os itens abaixo:

I. A incumbência primordial da escola é a elaboração e execução do Projeto Pedagógico.

II. A elaboração da proposta pedagógica da escola deve ser entendida como uma tarefa coletiva, para a qual devem colaborar representantes de todos os segmentos envolvidos.

III. Para elaborar e executar o projeto pedagógico, a escola deve trabalhar com a diversidade de experiências, de conhecimento e proposições.

IV. Na elaboração do projeto pedagógico, todos devem participar, ou seja, a totalidade dos professores, alunos, funcionários e comunidade.

V. A execução das ações na escola fica mais organizada, criativa e inserida no contexto da comunidade, se o projeto for construído de forma democrática e participativa.

Estão CORRETOS apenas

 

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