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1121818 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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TEXTO 2

Muito se tem falado sobre a leitura e sua importância para o processo educativo – importância essa que nos parece inquestionável. Dispomos hoje de um grande volume de trabalhos que tratam do tema em diferentes perspectivas. Há também um grande número de estudos que mostram dificuldades de toda ordem relacionadas à prática de leitura na escola e a seus efeitos sociais.

Aqui, nos alinhamos ao pensamento de Cafieiro (2010), a qual também afirma que a leitura é um processo de muitas facetas (histórica, social, cultural e cognitiva), que ultrapassa a mera decodificação de sinais. Ler é atribuir sentidos e o leitor, ao compreender um texto como um todo coerente, pode ser capaz de refletir sobre ele, criticá-lo, saber usá-lo em sua vida.

Essa concepção conduz a uma mudança na forma de pensar e organizar o ensino da leitura; se os sentidos não estão prontos no texto, “é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão”. Portanto, a leitura deve ser tomada como um objeto de ensino, na medida em que ações diversificadas e sistematicamente organizadas podem contribuir para que o aluno leia melhor. As aulas de leitura devem se constituir como espaços de elaboração de perguntas e hipóteses, de confronto de interpretações, de apreciação sobre os dizeres dos outros, de alargamento de referências, sendo insuficientes, para isso, os limitados questionários que requerem apenas localização de informações no texto.

Além de desenvolver capacidades próprias de leitura junto aos nossos alunos, precisamos, enquanto docentes, reconhecer e trabalhar outras capacidades que o ato de ler pode ajudar a desenvolver, sobretudo aquelas atinentes ao conhecimento da língua e aos processos de escrita. Isso requer planejamento e elaborações didáticas específicas que ativem conhecimentos, estratégias, procedimentos, valores e atitudes cada vez mais complexos e articulados. Em resumo, ensinar a ler não é o mesmo que mandar ler: é preciso atuar intencionalmente para que se aprenda a ler.

SUASSUNA, L. Práticas de letramento para a formação do cidadão crítico. In: ATAÍDE, C. et al. (Orgs.). Gelne 40 anos: experiências teóricas e práticas nas pesquisas em linguística e literatura. São Paulo: Blucher, 2017. p. 279-280. Adaptado.

Em um texto, os nexos (ou elementos coesivos) não apenas unem as partes, mas também expressam variados sentidos. Considerando alguns nexos presentes no Texto 2, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Se a verdadeira função social da escola é a formação integral do indivíduo por meio do desenvolvimento de suas competências e habilidades, visando prepará-lo para o exercício efetivo da cidadania, é inevitável que se supere a avaliação tradicional no sentido de se adotar a avaliação formativa. Segundo Hadji (2001), avaliação formativa é aquela, que se situa no centro da ação de formação. Sobre essa avaliação, analise os itens abaixo:

I. Permite segurança na aferição das notas, quando o professor realiza pontualmente as provas e os exercícios.

II. Favorece o levantamento de informações úteis à regulação dos processos de ensino e aprendizagem, contribuindo para a efetivação da atividade de ensino.

III. Apresenta informações ao professor dos efeitos reais de sua intervenção pedagógica, possibilitando que ele regule sua ação a partir desses dados.

IV. Cabe ao aluno tomar consciência das dificuldades que encontra e poder tornar-se capaz de reconhecer e corrigir seus próprios erros, progredindo na sua aprendizagem.

V. Prioriza o momento somativo que aponta ao professor o momento certo de aferir valores ao desempenho do aluno.

Estão CORRETOS

 

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1103026 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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TEXTO 2

Muito se tem falado sobre a leitura e sua importância para o processo educativo – importância essa que nos parece inquestionável. Dispomos hoje de um grande volume de trabalhos que tratam do tema em diferentes perspectivas. Há também um grande número de estudos que mostram dificuldades de toda ordem relacionadas à prática de leitura na escola e a seus efeitos sociais.

Aqui, nos alinhamos ao pensamento de Cafieiro (2010), a qual também afirma que a leitura é um processo de muitas facetas (histórica, social, cultural e cognitiva), que ultrapassa a mera decodificação de sinais. Ler é atribuir sentidos e o leitor, ao compreender um texto como um todo coerente, pode ser capaz de refletir sobre ele, criticá-lo, saber usá-lo em sua vida.

Essa concepção conduz a uma mudança na forma de pensar e organizar o ensino da leitura; se os sentidos não estão prontos no texto, “é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão”. Portanto, a leitura deve ser tomada como um objeto de ensino, na medida em que ações diversificadas e sistematicamente organizadas podem contribuir para que o aluno leia melhor. As aulas de leitura devem se constituir como espaços de elaboração de perguntas e hipóteses, de confronto de interpretações, de apreciação sobre os dizeres dos outros, de alargamento de referências, sendo insuficientes, para isso, os limitados questionários que requerem apenas localização de informações no texto.

Além de desenvolver capacidades próprias de leitura junto aos nossos alunos, precisamos, enquanto docentes, reconhecer e trabalhar outras capacidades que o ato de ler pode ajudar a desenvolver, sobretudo aquelas atinentes ao conhecimento da língua e aos processos de escrita. Isso requer planejamento e elaborações didáticas específicas que ativem conhecimentos, estratégias, procedimentos, valores e atitudes cada vez mais complexos e articulados. Em resumo, ensinar a ler não é o mesmo que mandar ler: é preciso atuar intencionalmente para que se aprenda a ler.

SUASSUNA, L. Práticas de letramento para a formação do cidadão crítico. In: ATAÍDE, C. et al. (Orgs.). Gelne 40 anos: experiências teóricas e práticas nas pesquisas em linguística e literatura. São Paulo: Blucher, 2017. p. 279-280. Adaptado.

A compreensão e interpretação de textos depende, em grande parte, da compreensão do gênero textual em que ele se organiza. Por exemplo, faz parte dos gêneros acadêmicos o diálogo intertextual entre o autor e outros estudiosos. Acerca desse diálogo, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1101457 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 2

Enunciado 1101457-1

Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-o-discurso-de-odio-no-brasil-intolerancia-ou-liberdade-de-expressao. Acesso em: 07/09/2018.

No Texto 2, alguns elementos verbais e não verbais utilizados para expressar a ideia de intolerância e ódio são:

1. na parte verbal, a relação semântica condicional estabelecida entre as ideias, introduzida pela conjunção ‘desde que’.

2. a expressão fisionômica de raiva e o movimento de bater com o cassetete que se revela no personagem que está em pé.

3. a ilustração de um personagem agredido, mesmo já subjugado (de joelhos e mãos na cabeça), caído sobre uma poça, e em que aparecem também respingos que podem aludir a lágrimas, suor ou sangue.

4. o fato de a placa que representa a ‘liberdade de expressão’ aparecer caída, com os dizeres virados para baixo.

Estão CORRETOS:

 

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1101425 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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TEXTO 3

Não tenho nenhum respeito intelectual por quem faz listas de “erros”. Primeiro, porque não são erros, tecnicamente, mas variantes (quando são de “pronúncia”, inclusive, são mal registrados, porque seus autores não conhecem transcrição fonética nem fonêmica). Segundo, porque são incapazes de dar qualquer explicação (ninguém explica, por exemplo, pronúncias como [subzídio] ou mesmo [subizídio], mas todos dizem futEbol]), seja histórica, seja interna ao sistema. Fenômenos como assimilação e epêntese, que se repetem muito, são completamente ignorados, e acho que desconhecidos. Terceiro, porque, sendo monolíngues, mesmo em português (nunca devem ter lido nada do século XV ao XVIII, nem mesmo a Carta de Caminha), não se dão conta de que fenômenos similares ocorrem em todas as línguas; parece que também não assistem (a) filmes e não ouvem música estrangeira. Quarto, porque, fazendo listas, ou berrando que é assim e não assado, pensam que ensinam; se isso ensinasse, a lista de “erros” diminuiria; mas não só não diminui como se repete. Quinto, porque as listas são plagiadas (não vi nenhuma com construções relativas, por exemplo). Sexto, porque muitos adoradores desses çábios que fazem as listas escrevem comentários que deveriam constar nas listas... (exatamente porque pensam que os “erros” são aqueles das listas – e assim não enxergam os seus). Isso sim é de rir. Ah, eu gostaria de ouvir um(a) desse(a)s falando por 20 minutos..

Sírio Possenti. Postagem no Facebook, em 01/06/2018.

Assinale a alternativa em que a concordância (nominal e verbal) atende às exigências da norma culta da língua portuguesa, em sua variante brasileira.

 

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1101292 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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TEXTO 1

Como representantes legítimos da sociedade brasileira, os jornais brasileiros, de forma mais ou menos explícita, apresentam situações diversas de preconceitos linguísticos. Um caso explícito de que tenho conhecimento foi veiculado em 1995, pelo Correio Braziliense, um dos mais conceituados jornais de Brasília.

Em fevereiro de 1995, o Correio Braziliense inaugurou uma seção intitulada “A última do português”, extremamente preconceituosa e, consequentemente, desrespeitosa, com a seguinte chamada: Uma seção de olho nos atentados ao idioma. Nesta seção, o Correio explicita, à página 26, que tinha como objetivo ser “uma seção de crítica ao idioma português falado e escrito por autoridades brasileiras em discursos, entrevistas e documentos”. O título da seção e a chamada que a inaugura já revelam a visão preconceituosa que vai nortear os artigos.

A pessoa que apresenta a seção – não identificada nesta primeira matéria – revela explicitamente este preconceito logo no primeiro parágrafo: “a seção não deve ser entendida como uma alusão aos nossos irmãos do além-mar, que falam o idioma melhor que os brasileiros.” No terceiro parágrafo, o preconceito linguístico é ainda mais evidente: afirma-se que “o português falado no Brasil possui as peculiaridades do linguajar dos colonizados. É um idioma destinado a esconder o pensamento e jamais revelar intenções. Faz sentido do ponto de vista político, mas provoca monumentais desencontros na comunicação”.

A meu ver, o apresentador da seção faz confusão entre língua e discurso político, e suas palavras refletem uma visão equivocada de língua, que nos tem sido passada ao longo dos séculos: a visão de que há línguas estruturalmente melhores do que outras; mais ricas e mais complexas – o que já se sabe que, do ponto de vista da estrutura linguística, não é verdade.

SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005, p.38-39. Adaptado.

O título da obra em que o Texto 1 está publicado (Doa-se lindos filhotes de poodle) evidencia que a autora pretendeu:

 

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1099022 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

“O brasileiro é cordial e hospitaleiro”. No que se refere a essa visão, difundida por alguns sociólogos, os dados apresentados no Texto 1:

 

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1098932 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Assinale a alternativa na qual o termo destacado e o termo apresentado entre parênteses têm equivalência semântica.

 

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1098921 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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TEXTO 3

Não tenho nenhum respeito intelectual por quem faz listas de “erros”. Primeiro, porque não são erros, tecnicamente, mas variantes (quando são de “pronúncia”, inclusive, são mal registrados, porque seus autores não conhecem transcrição fonética nem fonêmica). Segundo, porque são incapazes de dar qualquer explicação (ninguém explica, por exemplo, pronúncias como [subzídio] ou mesmo [subizídio], mas todos dizem futEbol]), seja histórica, seja interna ao sistema. Fenômenos como assimilação e epêntese, que se repetem muito, são completamente ignorados, e acho que desconhecidos. Terceiro, porque, sendo monolíngues, mesmo em português (nunca devem ter lido nada do século XV ao XVIII, nem mesmo a Carta de Caminha), não se dão conta de que fenômenos similares ocorrem em todas as línguas; parece que também não assistem (a) filmes e não ouvem música estrangeira. Quarto, porque, fazendo listas, ou berrando que é assim e não assado, pensam que ensinam; se isso ensinasse, a lista de “erros” diminuiria; mas não só não diminui como se repete. Quinto, porque as listas são plagiadas (não vi nenhuma com construções relativas, por exemplo). Sexto, porque muitos adoradores desses çábios que fazem as listas escrevem comentários que deveriam constar nas listas... (exatamente porque pensam que os “erros” são aqueles das listas – e assim não enxergam os seus). Isso sim é de rir. Ah, eu gostaria de ouvir um(a) desse(a)s falando por 20 minutos..

Sírio Possenti. Postagem no Facebook, em 01/06/2018.

Analise, nos enunciados abaixo, o emprego do sinal indicativo de crase.

1. Sem dúvida, desde que aprendemos a falar, estamos sujeitos à uma série de listas.

2. Uma simples conversa face à face é capaz de revelar uma riqueza de fenômenos.

3. Fazer lista de erros representa uma agressão àquilo que sabemos sobre o funcionamento das línguas naturais.

4. Listas de erros vão de encontro às nossas mais firmes concepções linguísticas.

Estão CORRETAS:

 

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O papel e a atuação do professor não são os mesm os do passado antes ele acreditava que detinha todo o conhecimento a ser repassado ao aluno e que a sala de aula era o único local de atuação, considerando se o dono desse espaço. Com base n a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN nº 9394/96, em seu Art. 13, sobre as proposições que os docentes passaram a ter desde então, analis e os itens abaixo:

I. Participar integralmente da organização da matrícula e dos documentos dos alunos das turmas nas quais vai trabalhar.

II. Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica da instituição onde trabalha.

III. Zelar pela aprendizagem dos alunos e estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.

IV. Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino onde atua.

V. Colaborar n as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.

Estão CORRETOS, apenas,

 

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