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Foram encontradas 155 questões.

600249 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

O impacto da Mônica

Depois de Bidu e Franjinha, o leque de personagens de Mauricio de Sousa cresceu, com Horácio, Piteco, Titi e Jeremias. Em 1960, nascia o Cebolinha, inspirado em um galotinho da infância de Mauricio, em Mogi das Cruzes, que também trocava as letras.

O primeiro problema? Seus personagens eram todos homens – à exceção de Maria Cebolinha, que era apenas um bebê. Pegou mal. Um de seus colegas na Folha chegou a dizer: “Você parece misógino...”. Mauricio foi procurar no dicionário o que a palavra significava. Não gostou do que leu.

E encontrou solução dentro de casa: Mônica, uma de suas filhas. Nos quadrinhos, a menina se tornaria a nêmesis baixinha, gorducha e dentuça do Cebolinha. E ela chegou se impondo: “A Mônica é uma menina que, já naquela época, nasceu empoderada. Nos anos 1960, as mulheres queriam alguém que as representasse, que comandasse e reagisse. A Mônica virou a dona da rua a pedido dos próprios leitores.” É o que diz a própria... Mônica. A de carne e osso. Mônica Spada e Sousa é, hoje, diretora executiva da Mauricio de Sousa Produções.

Com a Mônica, as tirinhas viraram gibi para valer. A primeira revista da baixinha surgiu em 1970. Com uma tiragem de 200 mil exemplares, era o maior número de impressões para um personagem nacional.

(Ingrid Luísa, “O plano realmente infalível de Mauricio de Sousa”. Superinteressante, junho de 2019)

Quando se diz que a personagem Mônica representava as mulheres dos anos 1960, é correto afirmar que elas
 

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600245 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Durante quase dois milhões de anos, os seres humanos evoluíram em sincronia com o meio ambiente. Mas há250 anos chegou a Revolução Industrial e mudou tudo.Embora a inovação e a tecnologia trazidas pelo fenômeno tenham gerado muitos benefícios para a humanidade,nossos corpos tiveram de pagar um alto custo físico nesseprocesso. Os trabalhos que fazíamos, que antes envolviamtarefas manuais, realizadas ao ar livre, passaram a ser feitosa portas fechadas e a exigir que passássemos a maior partedo dia sentados e parados, fosse em uma fábrica, em umescritório ou dirigindo um veículo, por exemplo. Isso teve umimpacto enorme sobre nossos corpos, e um dos primeirosafetados foram nossos pés.

Hoje, nossos pés são mais fracos, maiores e mais planosdo que os de nossos antepassados. E isso é uma má notíciapara a saúde do corpo inteiro. A perda de eficiência dos nossos pés se reflete em um fato surpreendente: quase 80% daspessoas que praticam corridas sofrem algum tipo de lesãotodos os anos. Hannah Rice, da Universidade de Exeter, deucomo exemplo o corredor “clássico”, que pratica o esportetrês ou quatro vezes por semana e passa o restante do temposentado no escritório ou no sofá da casa, para explicar que oque realmente nos machuca não é correr, mas o que fazemosquando não estamos correndo.

Foi a partir dos anos 70, quando correr virou moda, quea dimensão real do estado de nossos pés começou a serevelar. A loucura por corridas acrescentou um novo problema: a moda de usar tênis no dia a dia. Talvez você ache queisso deveria ser uma boa notícia, já que muitos desses calçados são anunciados pelos supostos benefícios que oferecemaos pés. No entanto, desde que começamos nosso caso deamor com os tênis, a incidência de pés chatos tem aumentado em muitas partes do mundo, especialmente no Ocidente.

Uma das coisas mais simples (e baratas) que podemosfazer para melhorar a saúde dos nossos pés é caminhar.Idealmente, descalços. Vybarr Cregan-Reid, da Universidade de Kent, acredita que devemos “redescobrir nossospés para aprender a usá-los novamente”. Pequenos hábitoscomo tirar os sapatos dentro de casa e tentar se mover maispodem ajudar.

(Como o sedentarismo mudou nossos pés, 21.05.2019.www.bbc.com. Adaptado)

A palavra Idealmente, em destaque no último parágrafo, pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
 

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600239 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
Leia o texto para responder à questão.
A força do movimento feminista é uma característica da década atual. As passeatas e manifestações em defesa das mulheres e contra a violência sexual, o coro unido do “Não é não”, a dissonância política são demonstrações inequívocas disso. De certa maneira, ecoam movimentos contestadores que surgiram desde 2008, como os protestos do acampamento “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos, as grandes manifestações na Índia contra o estupro e as passeatas gigantescas na Argentina em defesa do direito ao aborto.
No campo intelectual, pesquisadoras mundo afora se debruçaram na busca por respostas a questões complexas: que resultados as antigas feministas conseguiram e quão adequados eles foram para as necessidades das mulheres? Que mudanças foram trazidas globalmente para alterar relações injustas de gênero? O poder masculino na esfera pública ruiu na mesma velocidade que na esfera particular ou se transferiu de um polo para outro?
Não são poucos os estudos a apontar que os avanços na igualdade de gênero têm andado de mãos dadas com o crescimento da desigualdade socioeconômica pelo mundo.
A britânica Susan Watkins, editora da revista New Left Review, publicou um longo ensaio em que analisa as principais conquistas do feminismo global nos últimos 25 anos. Disse que, sem dúvida, o maior ganho foi um notável avanço de conhecimento, com a expansão da coleta de dados, estudos de campo e análise comparativa.
“A mudança social concreta atribuível à agenda feminista global, entretanto, tem sido menor e está em grande parte concentrada no topo da pirâmide social. O mais significativo tem sido o aumento de mulheres jovens no ensino superior, em parte devido à expansão dos sistemas universitários na China, no Oriente Médio e na América Latina. No plano político, a proporção total de mulheres nos parlamentos nacionais aumentou de 12% em 1997 para 24% em 2017, com alguns dos maiores aumentos na América Latina (53% na Bolívia); a eficiência com que essas gestões femininas representam os interesses das mulheres, uma vez eleitas, é outra questão”, analisou.
(Victor Calcagno, “Sobre o feminismo”. Época, 17.06.2019. Adaptado)
As informações do texto permitem afirmar que o movimento feminista
 

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600234 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Durante quase dois milhões de anos, os seres humanos evoluíram em sincronia com o meio ambiente. Mas há 250 anos chegou a Revolução Industrial e mudou tudo. Embora a inovação e a tecnologia trazidas pelo fenômeno tenham gerado muitos benefícios para a humanidade, nossos corpos tiveram de pagar um alto custo físico nesse processo. Os trabalhos que fazíamos, que antes envolviam tarefas manuais, realizadas ao ar livre, passaram a ser feitos a portas fechadas e a exigir que passássemos a maior parte do dia sentados e parados, fosse em uma fábrica, em um escritório ou dirigindo um veículo, por exemplo. Isso teve um impacto enorme sobre nossos corpos, e um dos primeiros afetados foram nossos pés.

Hoje, nossos pés são mais fracos, maiores e mais planos do que os de nossos antepassados. E isso é uma má notícia para a saúde do corpo inteiro. A perda de eficiência dos nossos pés se reflete em um fato surpreendente: quase 80% das pessoas que praticam corridas sofrem algum tipo de lesão todos os anos. Hannah Rice, da Universidade de Exeter, deu como exemplo o corredor “clássico”, que pratica o esporte três ou quatro vezes por semana e passa o restante do tempo sentado no escritório ou no sofá da casa, para explicar que o que realmente nos machuca não é correr, mas o que fazemos quando não estamos correndo.

Foi a partir dos anos 70, quando correr virou moda, que a dimensão real do estado de nossos pés começou a se revelar. A loucura por corridas acrescentou um novo problema: a moda de usar tênis no dia a dia. Talvez você ache que isso deveria ser uma boa notícia, já que muitos desses calçados são anunciados pelos supostos benefícios que oferecem aos pés. No entanto, desde que começamos nosso caso de amor com os tênis, a incidência de pés chatos tem aumentado em muitas partes do mundo, especialmente no Ocidente.

Uma das coisas mais simples (e baratas) que podemos fazer para melhorar a saúde dos nossos pés é caminhar. Idealmente, descalços. Vybarr Cregan-Reid, da Universidade de Kent, acredita que devemos “redescobrir nossos pés para aprender a usá-los novamente”. Pequenos hábitos como tirar os sapatos dentro de casa e tentar se mover mais podem ajudar.

(Como o sedentarismo mudou nossos pés, 21.05.2019. www.bbc.com. Adaptado)

A frase em que a regência está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
 

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600227 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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A força do movimento feminista é uma característica da década atual. As passeatas e manifestações em defesa das mulheres e contra a violência sexual, o coro unido do “Não é não”, a dissonância política são demonstrações inequívocas disso. De certa maneira, ecoam movimentos contestadores que surgiram desde 2008, como os protestos do acampamento “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos, as grandes manifestações na Índia contra o estupro e as passeatas gigantescas na Argentina em defesa do direito ao aborto.

No campo intelectual, pesquisadoras mundo afora se debruçaram na busca por respostas a questões complexas: que resultados as antigas feministas conseguiram e quão adequados eles foram para as necessidades das mulheres? Que mudanças foram trazidas globalmente para alterar relações injustas de gênero? O poder masculino na esfera pública ruiu na mesma velocidade que na esfera particular ou se transferiu de um polo para outro?

Não são poucos os estudos a apontar que os avanços na igualdade de gênero têm andado de mãos dadas com o crescimento da desigualdade socioeconômica pelo mundo.

A britânica Susan Watkins, editora da revista New Left Review, publicou um longo ensaio em que analisa as principais conquistas do feminismo global nos últimos 25 anos. Disse que, sem dúvida, o maior ganho foi um notável avanço de conhecimento, com a expansão da coleta de dados, estudos de campo e análise comparativa.

“A mudança social concreta atribuível à agenda feminista global, entretanto, tem sido menor e está em grande parte concentrada no topo da pirâmide social. O mais significativo tem sido o aumento de mulheres jovens no ensino superior, em parte devido à expansão dos sistemas universitários na China, no Oriente Médio e na América Latina. No plano político, a proporção total de mulheres nos parlamentos nacionais aumentou de 12% em 1997 para 24% em 2017, com alguns dos maiores aumentos na América Latina (53% na Bolívia); a eficiência com que essas gestões femininas representam os interesses das mulheres, uma vez eleitas, é outra questão”, analisou.

(Victor Calcagno, “Sobre o feminismo”. Época, 17.06.2019. Adaptado)

Identifica-se trecho com termos empregados em linguagem figurada em:
 

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600220 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Durante quase dois milhões de anos, os seres humanos evoluíram em sincronia com o meio ambiente. Mas há 250 anos chegou a Revolução Industrial e mudou tudo. Embora a inovação e a tecnologia trazidas pelo fenômeno tenham gerado muitos benefícios para a humanidade, nossos corpos tiveram de pagar um alto custo físico nesse processo. Os trabalhos que fazíamos, que antes envolviam tarefas manuais, realizadas ao ar livre, passaram a ser feitos a portas fechadas e a exigir que passássemos a maior parte do dia sentados e parados, fosse em uma fábrica, em um escritório ou dirigindo um veículo, por exemplo. Isso teve um impacto enorme sobre nossos corpos, e um dos primeiros afetados foram nossos pés.

Hoje, nossos pés são mais fracos, maiores e mais planos do que os de nossos antepassados. E isso é uma má notícia para a saúde do corpo inteiro. A perda de eficiência dos nossos pés se reflete em um fato surpreendente: quase 80% das pessoas que praticam corridas sofrem algum tipo de lesão todos os anos. Hannah Rice, da Universidade de Exeter, deu como exemplo o corredor “clássico”, que pratica o esporte três ou quatro vezes por semana e passa o restante do tempo sentado no escritório ou no sofá da casa, para explicar que o que realmente nos machuca não é correr, mas o que fazemos quando não estamos correndo.

Foi a partir dos anos 70, quando correr virou moda, que a dimensão real do estado de nossos pés começou a se revelar. A loucura por corridas acrescentou um novo problema: a moda de usar tênis no dia a dia. Talvez você ache que isso deveria ser uma boa notícia, já que muitos desses calçados são anunciados pelos supostos benefícios que oferecem aos pés. No entanto, desde que começamos nosso caso de amor com os tênis, a incidência de pés chatos tem aumentado em muitas partes do mundo, especialmente no Ocidente.

Uma das coisas mais simples (e baratas) que podemos fazer para melhorar a saúde dos nossos pés é caminhar. Idealmente, descalços. Vybarr Cregan-Reid, da Universidade de Kent, acredita que devemos “redescobrir nossos pés para aprender a usá-los novamente”. Pequenos hábitos como tirar os sapatos dentro de casa e tentar se mover mais podem ajudar.

(Como o sedentarismo mudou nossos pés, 21.05.2019. www.bbc.com. Adaptado)

O texto aborda o seguinte assunto:
 

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600210 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Durante quase dois milhões de anos, os seres humanos evoluíram em sincronia com o meio ambiente. Mas há250 anos chegou a Revolução Industrial e mudou tudo.Embora a inovação e a tecnologia trazidas pelo fenômeno tenham gerado muitos benefícios para a humanidade,nossos corpos tiveram de pagar um alto custo físico nesseprocesso. Os trabalhos que fazíamos, que antes envolviamtarefas manuais, realizadas ao ar livre, passaram a ser feitosa portas fechadas e a exigir que passássemos a maior partedo dia sentados e parados, fosse em uma fábrica, em umescritório ou dirigindo um veículo, por exemplo. Isso teve umimpacto enorme sobre nossos corpos, e um dos primeirosafetados foram nossos pés.

Hoje, nossos pés são mais fracos, maiores e mais planosdo que os de nossos antepassados. E isso é uma má notíciapara a saúde do corpo inteiro. A perda de eficiência dos nossos pés se reflete em um fato surpreendente: quase 80% daspessoas que praticam corridas sofrem algum tipo de lesãotodos os anos. Hannah Rice, da Universidade de Exeter, deucomo exemplo o corredor “clássico”, que pratica o esportetrês ou quatro vezes por semana e passa o restante do temposentado no escritório ou no sofá da casa, para explicar que oque realmente nos machuca não é correr, mas o que fazemosquando não estamos correndo.

Foi a partir dos anos 70, quando correr virou moda, quea dimensão real do estado de nossos pés começou a serevelar. A loucura por corridas acrescentou um novo problema: a moda de usar tênis no dia a dia. Talvez você ache queisso deveria ser uma boa notícia, já que muitos desses calçados são anunciados pelos supostos benefícios que oferecemaos pés. No entanto, desde que começamos nosso caso deamor com os tênis, a incidência de pés chatos tem aumentado em muitas partes do mundo, especialmente no Ocidente.

Uma das coisas mais simples (e baratas) que podemosfazer para melhorar a saúde dos nossos pés é caminhar.Idealmente, descalços. Vybarr Cregan-Reid, da Universidade de Kent, acredita que devemos “redescobrir nossospés para aprender a usá-los novamente”. Pequenos hábitoscomo tirar os sapatos dentro de casa e tentar se mover maispodem ajudar.

(Como o sedentarismo mudou nossos pés, 21.05.2019.www.bbc.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a primeira expressão é retomada pela segunda na sequência do 1° parágrafo.
 

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600192 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder a questão

A força do movimento feminista é uma característica da década atual. As passeatas e manifestações em defesa das mulheres e contra a violência sexual, o coro unido do “Não é não”, a dissonância política são demonstrações inequívocas disso. De certa maneira, ecoam movimentos contestadores que surgiram desde 2008, como os protestos do acampamento “Occupy Wall Street nos Estados Unidos, as grandes manifestações na Índia contra o estupro e as passeatas gigantescas na Argentina em defesa do direito ao aborto.

No campo intelectual, pesquisadoras mundo afora se debruçaram na busca por respostas a questões complexas: que resultados as antigas feministas conseguiram e quão adequados eles foram para as necessidades das mulheres? Que mudanças foram trazidas globalmente para alterar relações injustas de gênero? O poder masculino na esfera pública ruiu na mesma velocidade que na esfera particular ou se transferiu de um polo para outro?

Não são poucos os estudos a apontar que os avanços na igualdade de gênero têm andado de mãos dadas com o crescimento da desigualdade socioeconômica pelo mundo.

A britânica Susan Watkins, editora da revista New Left Review, publicou um longo ensaio em que analisa as principais conquistas do feminismo global nos últimos 25 anos. Disse que, sem dúvida, o maior ganho foi um notável avanço de conhecimento, com a expansão da coleta de dados, estudos de campo e análise comparativa.

“A mudança social concreta atribuível à agenda feminista global, entretanto, tem sido menor e está em grande parte concentrada no topo da pirâmide social. O mais significativo tem sido o aumento de mulheres jovens no ensino superior, em parte devido à expansão dos sistemas universitários na China, no Oriente Médio e na América Latina. No plano político, a proporção total de mulheres nos parlamentos nacionais aumentou de 12% em 1997 para 24% em 2017, com alguns dos maiores aumentos na América Latina (53% na Bolívia); a eficiência com que essas gestões femininas representam os interesses das mulheres, uma vez eleitas, é outra questão”, analisou.

(Victor Calcagno, “Sobre o feminismo”. Época, 17.06.2019. Adaptado)

Os trechos destacados em “... ecoam movimentos contestadores que surgiram desde 2008, como os protestos do acampamento ‘Occupy Wall Street’ nos Estados Unidos...” (1ºparágrafo) e “... o maior ganho foi um notável avanço de conhecimento, com a expansão da coleta de dados, estudos de campo e análise comparativa.” (4º parágrafo) expressam, correta e respectivamente:
 

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600152 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia a charge para responder à questão.

enunciado 600152-1

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo, 02.07.2019. https://cultura.estadao.com.br. Adaptado)

No que se refere à pontuação, a frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
 

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600146 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia a charge para responder à questão

enunciado 600146-1

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo, 02.07.2019. https://cultura.estadao.com.br. Adaptado)

No trecho – … quanto mais avançamos, mais rápido parece. –, a expressão destacada estabelece relação de proporcionalidade e pode ser substituída por
 

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