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Em uma empresa, 6 máquinas iguais, de mesmo rendimento, trabalhando de forma simultânea e sem interrupções, produzem 540 unidades de certa peça a cada três
horas. Para passar a produzir 600 unidades da mesma
peça a cada 2 horas, nas mesmas condições operacionais, essa empresa precisará adquirir, das mesmas máquinas, mais
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A questão social é tema bastante discutido no Serviço
Social e o acúmulo teórico produzido sobre essa categoria tem permitido avançar e ampliar a sua prospecção
fundante na profissão. Concebida como resultado das
tensões da relação capital e trabalho, é correto afirmar
que a questão social é fruto da acumulação capitalista e,
nesse modo de produção, a riqueza e a pobreza
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Leia a tira para responder a questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialFamíliaMatricialidade Sociofamiliar
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
A matricialidade sociofamiliar está presente em todo o
processo de operacionalização da PNAS, da proteção social básica à proteção social especial, e por essa razão o
foco da política de assistência social é o fortalecimento
dos vínculos familiares. Nessa perspectiva, a família, vista
como provedora de cuidados, deve ser apoiada para responder ao dever de sustento, guarda e educação de seus
membros. A responsabilização das famílias pela situação
na qual se encontram ou o seu fortalecimento como protagonistas sociais, são direções que se contrapõem no
trabalho social com esse grupo. O correto entendimento
do que significa a matricialidade sociofamiliar no SUAS é
condizente com a compreensão da família como
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialFamíliaPAIF: Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família
De acordo com a Tipificação Nacional dos Serviços
Socioassistenciais, o SCFV (Serviço de Convivência e
Fortalecimento de Vínculos) é realizado em grupos, de
modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários, de acordo com o seu ciclo de vida e prevenir a ocorrência de situações de risco social. É um serviço preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmação dos direitos
e no desenvolvimento de capacidades e potencialidades.
O SCFV pode ser desenvolvido no CRAS, e em relação ao
trabalho social com famílias no PAIF (Serviço de Proteção
e Atendimento Integral à Família) é de caráter
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Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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- Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialFamíliaPAIF: Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família
O atendimento familiar é a denominação dada ao procedimento de inclusão da família ou de algum de seus membros
em alguma das ações do PAIF: acolhida, ações particularizadas, oficinas, encaminhamentos, ações comunitárias.
Já o acompanhamento familiar é um processo de caráter
continuado e planejado, por período de tempo determinado e com a definição dos objetivos a serem alcançados. O
processo prevê um encontro inicial, seguido do Plano de
Acompanhamento Familiar, procedendo-se a escolha do
tipo de acompanhamento, se particularizado ou em grupo.
Concomitante à inserção em ações do PAIF e à avaliação
conjunta (família e profissional),
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Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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- Assistência SocialBenefícios Eventuais e de Prestação Continuada/LOAS
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
O Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios
e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único
de Assistência Social (SUAS), ao tratar das competências
do Município em relação à gestão dos Programas Bolsa
Família (PBF) e de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI),
prevê a disponibilização aos CRAS, da relação de famílias
dos respectivos programas, residentes em seu território de
abrangência, em situação de descumprimento de condicionalidades. De acordo com o artigo 11 (parágrafo único) do
referido Protocolo, nos casos em que a causa do descumprimento das condicionalidades for a falta de acesso das
famílias às políticas de Assistência Social, Saúde e Educação, compete ao município, em conjunto com Estado e a
União, elaborar estratégias para
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