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Foram encontradas 60 questões.

Em uma empresa, 6 máquinas iguais, de mesmo rendimento, trabalhando de forma simultânea e sem interrupções, produzem 540 unidades de certa peça a cada três horas. Para passar a produzir 600 unidades da mesma peça a cada 2 horas, nas mesmas condições operacionais, essa empresa precisará adquirir, das mesmas máquinas, mais
 

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1987799 Ano: 2020
Disciplina: Fisioterapia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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A respeito das alterações posturais, é correto afirmar que
 

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1987789 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia a tira para responder a questão.
enunciado 1371698-1
(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
De acordo com o ponto de vista do personagem, é correto concluir que
 

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1987780 Ano: 2020
Disciplina: Fisioterapia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Durante uma avaliação, o fisioterapeuta posicionou o paciente em decúbito ventral, joelhos em flexão de 45 graus e rotação medial do quadril. O fisioterapeuta estabilizou a pelve do paciente e aplicou uma pressão no terço distal da perna no sentido da extensão do joelho do paciente enquanto solicitou que ele mantivesse a posição com o máximo de força possível. O paciente conseguiu manter a posição contra uma pressão moderada aplicada pelo fisioterapeuta. Os músculos testados e o grau de força muscular detectado foram (segundo a escala de MRC – Medical Research Council), respectivamente,
 

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1987751 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo, cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da população, o transporte individual consome quase o dobro de energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática, governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois, para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
O último parágrafo do texto autoriza afirmar que
 

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1987742 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo, cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da população, o transporte individual consome quase o dobro de energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática, governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois, para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
O texto argumenta favoravelmente à
 

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1987727 Ano: 2020
Disciplina: Fisioterapia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Leia a descrição da manobra de higiene brônquica descrita a seguir.

“Consiste no aumento ativo assistido ou passivo do volume de ar expirado com o objetivo de mobilizar, deslocar e eliminar secreções traqueobrônquicas. Consiste em um movimento toracoabdominal sincronizado. Dessa maneira, promove-se um esvaziamento passivo do ar presente nos pulmões, facilitando o deslocamento de secreções. A forma passiva da técnica é normalmente realizada em crianças sem nível de colaboração. A forma ativa assistida consiste em o paciente realizar a expiração com a glote aberta, necessitando do terapeuta para a pressão manual, e a ativa consiste na participação plena do paciente. O fisioterapeuta posiciona-se em pé ao lado do paciente, coloca uma mão sobre o tórax dele (entre a fúrcula esternal e a linha intermamária) e a outra sobre o abdome (em cima do umbigo) e faz um movimento sincrônico aproximando as duas mãos do início ao fim da expiração.”

A técnica descrita é a

 

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1987720 Ano: 2020
Disciplina: Fisioterapia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Qual é a conduta mais adequada, entre as sugeridas a seguir, para um paciente com osteoartrite (OA) numa fase inicial?
 

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1987719 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) foram criados em 2008 com o objetivo de apoiar a consolidação da Atenção Primária no Brasil. Os núcleos são compostos por equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada com as equipes de Saúde da Família (eSF). É uma característica da atuação integrada do NASF:
 

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1987717 Ano: 2020
Disciplina: Fisioterapia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Baseado na descrição da doença a seguir, responda a questão.
Doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Pacientes com a doença sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar, engolir e até mesmo respirar. Com o tempo, as pessoas com a doença perdem progressivamente a capacidade funcional e de cuidar de si mesmas. O óbito, em geral, ocorre entre três e cinco anos após o diagnóstico. Cerca de 25% dos pacientes sobrevivem por mais de cinco anos depois do diagnóstico. As causas ainda não são conhecidas, no entanto, sabe-se que em cerca de 10% dos casos ela é causada por um defeito genético. Na prática, os neurônios dos pacientes acometidos pela doença se desgastam ou morrem e já não conseguem mais mandar mensagens aos músculos.
A doença descrita é
 

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