Foram encontradas 764 questões.
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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eia o texto para responder à questão.
Confiando no vento
Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.
A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.
Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:
− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.
Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.
As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Para alunos com baixa visão serão necessários, dentre outras coisas:
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Mulher, 42 anos, portadora de estenose mitral reumática, apresentou episódio de fibrilação atrial e decidiu-se pela anticoagulação como prevenção de eventos tromboembólicos. Cerca de uma semana após o início de terapia anticoagulante oral com varfarina, começou a desenvolver áreas de necrose cutânea nas mamas e coxas. As lesões são bem demarcadas, endurecidas e purpúricas, evoluindo com grandes bolhas hemorrágicas e necrose central.
A necrose cutânea sofrida pela paciente pode ser mais provavelmente atribuída
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- Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
- Proteção SocialFamíliaPAIF: Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
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Considere os dois trechos que seguem.
“Zuheil: (Está fazendo a conta).
Pesquisador: Não pode saber se está certa ou errada sem fazê-la?
Zuheil: Tá bom, tá bom (termina de fazer a conta).
Pesquisador: Não poderias responder sem fazer a conta?
Zuheil: Bom... porque 416 mais 126 está por aqui como 500, então 238 + 10 não pode ser [...]”.
“Entrevistador: Quantos passageiros ficam?
Maria das Neves: Não sei.
Entrevistador: O que você tinha que fazer, soma, subtração?
Maria das Neves: Subtração.
Entrevistador: Como te deste conta?
Maria das Neves: Não sei... Porque diz que descem os passageiros”.
(LERNER, Delia. A matemática na escola – aqui e agora)
Após a leitura dos excertos e conforme o pensamento de Delia Lerner, a escola deveria dar uma importância maior a dois aspectos essenciais, a saber:
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