Foram encontradas 40 questões.
As questões 29, 30 e 31 foram elaboradas a partir do documento do MEC, Base Nacional Comum Curricular.
O documento "Interação escola-família: subsídios para práticas escolares" apresenta um estudo cuja proposta está baseada em alguns princípios norteadores. Qual das alternativas apresenta um desses princípios?
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As questões 29, 30 e 31 foram elaboradas a partir do documento do MEC, Base Nacional Comum Curricular.
Para o professor, segundo Smole e Diniz, a produção de textos em matemática:
I. auxilia a direcionar a comunicação entre todos os alunos da classe.
II. torna possível a obtenção de dados sobre os erros, as incompreensões, os hábitos e as crenças dos alunos.
III. ajuda a perceber concepções de vários alunos sobre uma mesma ideia e obter evidências e indícios sobre o conhecimento dos alunos.
IV. é uma atividade essencialmente individual, que promove o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático e busca coerência na sua maneira de pensar.
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A Lei nº 10.098/94 estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Esta lei define como mobiliário urbano:
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O dever do Estado com a educação escolar pública, de acordo com o artigo 4° da LDB, será efetivado mediante a garantia de educação infantil:
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De acordo com Zabala (A Prática Educativa: Como Ensinar) na concepção construtivista:
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Qual alternativa apresenta informação incompatível com o que preceitua Luckesi em "Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições''?
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Segundo o artigo 208 da Constituição Federal, inciso V, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística:
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRÁS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga. São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Todos sabem que o futuro de um país depende de seus jovens.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
A substituição do trecho sublinhado pelo pronome oblíquo correspondente não se deu adequadamente e em consonância com a norma culta apenas em qual alternativa?
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Segundo Solé (Estratégias de leitura):
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Leia atentamente o texto a seguir para responder as questões 1 a 6.
_(I) __ 64 anos, um adolescente fascinado por papel impresso notou que, no andar térreo do prédio onde morava, um placar exibia _(li) __ cada manhã a primeira página de um jornal modestíssimo, porém jornal. Não teve dúvida. Entrou e ofereceu os seus serviços ao diretor, que era, sozinho, todo o pessoal da redação. o homem olhou-o, cético, e perguntou:
- Sobre o que pretende escrever?
- Sobre tudo. Cinema, literatura, vida urbana, moral, coisas deste mundo e de qualquer outro possível.
O diretor, ao perceber que alguém, mesmo inepto, se dispunha a fazer o jornal para ele, praticamente de graça, topou. Nasceu aí, na velha Belo Horizonte dos anos 20, um cronista que ainda hoje, com a graça de Deus e com ou sem assunto, comete as suas croniquices.
Comete é tempo errado de verbo. Melhor dizer: cometia. Pois chegou o momento deste contumaz rabiscador de letras pendurar as chuteiras (que na prática jamais calçou) e dizer aos leitores um ciao-adeus sem melancolia, mas oportuno.
Ciao. Carlos Drummond de Andrade. Compilado.
O trecho abaixo será utilizado na resolução das questões 3 e 4.
"olhou-o, cético, e perguntou"
O pronome oblíquo presente no excerto faz referência ao:
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