Foram encontradas 70 questões.
Ao discorrer sobre os diferentes modelos a partir dos quais a leitura tem sido explicada, Solé apresenta algumas informações sobre o "modelo interativo". Segundo a autora este modelo pressupõe uma síntese e uma integração de outros enfoques que foram elaborados ao longo da história para explicar o processo de leitura e, acrescenta, que os pesquisadores concordam em considerar que as diferentes explicações podem ser agrupadas em torno dos modelos hierárquicos ascendente - buttom up - e descendente - op own.
Partindo desse pressuposto, assinale a alternativa correta.
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A Constituição Federal estabelece, em seu artigo 205, que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família, e, ainda que:
I. será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade.
II. visa ao pleno desenvolvimento da pessoa.
III. visa ao preparo da pessoa para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
IV. se configura como uma ferramenta para correção das desigualdades sociais.
Um dos incisos acima apresentados não está presente no texto do referido artigo. Qual?
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Em determinado período do texto realizou-se uma modificação no tocante à concordância verbal, tornando-o dissonante do prescrito pela gramática normativa. Assinale a alternativa na qual o trecho deve ser corrigido.
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRÁS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga. São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Todos sabem que o futuro de um país depende de seus jovens.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
Em determinado período do texto realizou-se uma modificação no tocante a concordância verbal, tornando-o dissonante do prescrito pela gramática normativa. Assinale a alternativa na qual o trecho deve ser corrigido.
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A substituição do trecho sublinhado pelo pronome oblíquo correspondente não se deu adequadamente em consonância com a norma culta apenas em qual alternativa?
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRÁS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga. São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Todos sabem que o futuro de um país depende de seus jovens.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
Assinale a alternativa que não representa inferência possível da leitura do texto.
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRÁS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga. São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Todos sabem que o futuro de um país depende de seus jovens.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
"Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia" No contexto em que está inserido o termo destacado sinaliza:
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRÁS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga. São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Todos sabem que o futuro de um país depende de seus jovens.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
A percepção de que o diploma universitário "já não garante muita coisa", segundo o texto:
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRAS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga.
São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.
Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
Assinale a alternativa que não representa inferência possível da leitura do texto.
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PARA MUITOS JOVENS, NÃO FAZ MAIS SENTIDO CORRER ATRAS DE UM DIPLOMA
Uma sensação de desalento ronda a juventude brasileira. Motivos não faltam e causas são muitas. A pandemia, crise econômica, política e de valores, soma-se uma percepção generalizada de que um diploma universitário já não garante muita coisa.
Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia, restringindo oportunidades, as organizações são cada vez mais rigorosas ao apurar as reais competências de profissionais candidatos a uma vaga.
São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores, principalmente os oferecidos por instituições particulares de baixa qualidade.
O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão em ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação.
Diante do quadro, muitos jovens começam a questionar se vale a pena tanto esforço por um diploma. Isso pode explicar, em parte, a queda acentuada de inscrições para vestibulares e para o Enem, bem como a alta evasão registrada em cursos universitários.
Claro que os impactos da pandemia sobre o sistema educacional Influenciam atingindo principalmente os jovens em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.
Os quase dois anos de paralisação das atividades presenciais nas escolas e a dificuldade de acesso aos meios remotos de educação fazem com que muitos estudantes se sintam despreparados para enfrentar o desafio das provas. Mas isso não explica tudo.
Falta ao Brasil uma política para a juventude. A começar por uma verdadeira reforma do ensino médio que dê sentido e significado para a educação superior. As recentes iniciativas nessa direção não passam de um arremedo de reforma.
Muita propaganda, nada aconteceu e pode piorar. Acenam com opções vocacionais que, na prática, não serão oferecidas, face à pobreza de condições da maioria das escolas. Criam uma ilusão de profissionalização onde não há laboratórios, internet, professores capacitados.
Assim, por se tratar de pura miragem, geram maior frustração, especialmente entre os alunos de escolas públicas desconfiados de que o ensino superior não vai resolver os déficits acumulados no nível básico. Isso precisa mudar.
Compilado. Cesar Callegari. Jornal "Folha de São Paulo", 6.11.2021.
"Além das altas taxas de desemprego estrutural que atingem amplos setores da economia" No contexto em que está inserido o tenno destacado sinaliza:
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