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Foram encontradas 40 questões.

2036527 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Considere a lista de animais a seguir:
GORILA, LAGOSTA, , GATO, TOURO, ROUXINOL.
O animal que preenche corretamente a lacuna anterior é
 

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2036525 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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A soma do 1º e 6º termos de uma progressão aritmética é 93. Se o 4º termo dessa progressão for 55, então, a razão dessa sequência é
 

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2036523 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Diversos artigos da Constituição Federal de 1988 dispõem sobre os princípios norteadores do sistema jurídico pátrio, incluindo os que orientam o sistema tributário nacional. Um desses artigos prevê que: “Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.” A norma em questão refere-se mais especificamente ao Princípio Tributário denominado

 

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2036501 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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As operações de cisão, fusão e incorporação são modalidades de reorganização de sociedades, previstas em lei, que permitem às mesmas promover as reformulações que lhes forem adequadas. A incorporação constitui-se na operação pela qual
 

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2035680 Ano: 2014
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O Código Tributário Nacional (CTN) dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis a União, Estados e Municípios, qualificando as espécies de tributos. Sobre as espécies tributárias, assinale a afirmativa correta.
 

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2035677 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Os arts. 2º ao 5º da Lei nº 4.320/64, que estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, denotam sobre as Disposições Gerais da Lei do Orçamento. Com base na legislação pertinente, é correto afirmar que a Lei do Orçamento
 

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2035078 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Em relação à contabilidade gerencial, analise as afirmativas.
I. Direcionada para a administração da empresa, procura suprir-se de informações adequadas, de maneira válida e efetiva no modelo decisório do administrador.
II. Utiliza, em suas aplicações, além do conhecimento contábil, o conhecimento de outras áreas, como, por exemplo, administração da produção, estrutura organizacional e economia.
III. Os princípios contábeis são obrigatórios e a contabilidade gerencial, assim como qualquer outro ramo da ciência contábil, está sujeita a seus preceitos.
IV. O objetivo dos relatórios emitidos pela contabilidade gerencial é apenas facilitar a análise financeira dos usuários externos.
Estão corretas as afirmativas
 

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2034771 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Medo da eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

– Não acaba nunca, e pronto.

Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

– Acabou-se o docinho. E agora?

– Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

(Clarice Lispector. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

Analise sintaticamente o período a seguir: “Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade” (15º§). O trecho sublinhado classifica-se como uma oração subordinada

 

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2034770 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Medo da eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

– Não acaba nunca, e pronto.

Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

– Acabou-se o docinho. E agora?

– Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

(Clarice Lispector. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

Assinale a alternativa cujo conteúdo identifica o tema abordado na crônica.

 

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2034740 Ano: 2014
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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De acordo com o CTN, assinale a afirmativa INCORRETA sobre a extinção do crédito tributário.
 

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