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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cidreira-RS
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Disciplina: Direito Constitucional
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cidreira-RS
I. Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de fraude relacionada ao processo de naturalização. II. Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que fizer pedido expresso de perda da nacionalidade brasileira perante autoridade brasileira competente, ressalvadas situações que acarretem apatridia. III. São brasileiros naturalizados os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira.
Quais estão corretas?
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( ) É de dez dias o prazo para o empossado entrar em exercício, contados da data da posse. ( ) À empossada que estiver no período compreendido pela licença à gestante, nos termos constitucionais, será dado o exercício ficto mediante apresentação de certidão de nascimento ou atestado médico, devendo iniciar de fato suas atividades no primeiro dia seguinte ao término da licença. ( ) Ao empossado que estiver cumprindo serviço militar obrigatório, será dado o exercício ficto, sem remuneração, devendo iniciar de fato suas atividades, após a desincorporação, nos prazos do Art. 105, § 2º.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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I. O Município atuará, em cooperação com a União e o Estado, na defesa da proteção ao trabalho. II. Os conselhos municipais, inclusive os que contem com a participação comunitária, deverão ter percentual assegurado a ser composto por representantes, grupos ou organização de mulheres, conforme regulamentação a ser expedida pelo Prefeito Municipal. III. O Município garantirá educação não diferenciada a alunos de ambos os sexos, eliminando práticas discriminatórias nos currículos escolares e no material didático.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cidreira-RS
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Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva
e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso
levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé.
Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas
dos meus adversários.
Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti
e parar o jogo.
Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na
boca.
A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz
Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita.
Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável.
As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol.
Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera.
Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e
barrancos.
Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente
esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue.
Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto.
As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume.
Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois
pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia.
As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir.
Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo.
Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar
ou tirar a roupa.
Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu
contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro.
Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família
mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro.
Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina.
Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha
surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro.
Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava
ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro.
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Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva
e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso
levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé.
Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas
dos meus adversários.
Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti
e parar o jogo.
Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na
boca.
A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz
Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita.
Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável.
As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol.
Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera.
Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e
barrancos.
Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente
esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue.
Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto.
As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume.
Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois
pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia.
As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir.
Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo.
Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar
ou tirar a roupa.
Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu
contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro.
Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família
mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro.
Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina.
Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha
surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro.
Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava
ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro.
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Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva
e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso
levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé.
Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas
dos meus adversários.
Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti
e parar o jogo.
Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na
boca.
A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz
Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita.
Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável.
As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol.
Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera.
Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e
barrancos.
Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente
esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue.
Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto.
As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume.
Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois
pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia.
As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir.
Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo.
Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar
ou tirar a roupa.
Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu
contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro.
Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família
mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro.
Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina.
Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha
surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro.
Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava
ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro.
Provas
Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva
e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso
levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé.
Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas
dos meus adversários.
Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti
e parar o jogo.
Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na
boca.
A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz
Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita.
Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável.
As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol.
Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera.
Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e
barrancos.
Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente
esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue.
Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto.
As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume.
Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois
pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia.
As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir.
Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo.
Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar
ou tirar a roupa.
Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu
contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro.
Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família
mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro.
Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina.
Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha
surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro.
Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava
ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro.
I. O autor demonstra resistência física ao jogar futebol, evitando quedas e mantendo-se de pé mesmo diante de adversidades como carrinhos, trombadas e voadoras. II. A resiliência do autor em não se entregar no jogo de futebol é atribuída a um trauma pessoal que o condicionou a evitar cair durante as partidas. III. A escola em que o autor estudou no Ensino Médio tinha uma quadra de piche e brita, o que pode ter contribuído para o desenvolvimento de sua habilidade em se manter de pé e evitar quedas no futebol.
Quais estão corretas?
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Caderno Container