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1395904
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Uma técnica que serve de complemento à análise de requisitos é a construção de protótipos. Em relação à prototipagem, marque a alternativa INCORRETA:
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Um piso de uma determinada obra tem as dimensões de 7,00m x 4,50m. Sabendo-se que a caixa é vendida com 2,00m² de piso, e considerando-se que deve-se adquirir 10% a mais para compensar as perdas, qual é a quantidade de caixas que devem ser adquiridas?
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
“Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social.”
No período acima, estabeleceu-se entre as orações uma relação de
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Os alimentos protéicos são responsáveis pela formação de novos tecidos. Quando a alimentação não fornece energia suficiente pode haver oxidação das proteínas e comprometimento da formação de novos tecidos. As alternativas abaixo descrevem alguns produtos da oxidação das proteínas no organismo, marque a alternativa INCORRETA:
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As Avaliações Externas avaliam a escola com instrumentos elaborados fora da escola. Considerando as características de cada uma destas Avaliações Externas, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
( 1 ) SAEB e Prova Brasil
( 2 ) Provinha Brasil
( 3 ) ENEM
( 4 ) SIMAVE
( 5 ) IDEB
( ) PROALFA, PROEB, PAAE
( ) Resultado da combinação da Prova Brasil e das taxas de aprovação da escola.
( ) Realizada a cada dois anos e por amostragem.
( ) Permite o acesso do aluno ao ProUni e Sisu.
( ) Avaliação diagnóstica do nível de alfabetização que acontece em duas etapas.
A sequência CORRETA dessa associação, de cima para baixo, é:
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As funções da administração definidas por Fayol em 1903 são, EXCETO:
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1395428
Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Quanto às atividades do Técnico de Segurança do Trabalho, na sua jornada diária, nos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, marque a alternativa CORRETA:
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As palavras abaixo estão relacionadas em pares por pertencerem à mesma regra de acentuação, EXCETO na alternativa:
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Considere os pares do tipo (a, b) nos quais a e b podem assumir quaisquer valores reais. Agora, considere a operação “ * ” tal que, para todo a, b, c e d pertencentes ao conjunto dos reais tenhamos:
(a, b) * (c, d) = (a + c, b x d),
Exemplos: (1, 2) * (3, 4) = (1 + 3, 2 x 4) = (4, 8)
(3, 0) * (2, 5) = (3 + 2, 0 x 5) = (5, 0)
(3, 0) * (2, 5) = (3 + 2, 0 x 5) = (5, 0)
Marque a alternativa que contém o resultado de (3, 1) * (4, 2).
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Marque a alternativa CORRETA.
O gerente pode integrar vários papéis como líder renovador, preparador, orientador e impulsionador. O conjunto de todas estas facetas significa:
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