Foram encontradas 445 questões.
Marque a alternativa CORRETA.
A coordenação planejada das atividades de uma série de pessoas para a consecução de algum propósito ou objetivo comum, explícito, através da divisão de trabalho e função e através de uma hierarquia de autoridade e responsabilidade é, segundo SCHEIN, a definição de:
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1376187
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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O desenvolvimento de um sistema envolve diversas fases. A um encadeamento específico dessas fases para a construção do sistema dá se o nome de Modelo de Ciclo de Vida. Há diversos Modelos de Ciclo de Vida. Com relação aos Modelos de Ciclo de Vida, marque a alternativa CORRETA:
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De acordo com os conceitos da Topografia, marque a alternativa INCORRETA.
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TEXTO 2
Canção de Ninar Gente Pequena
Dorme, dorme menininha
eu estou aqui
vá sonhar
ainda é tempo, menininha
vá, vá dormir
Sonha sonhos cor de rosa
passeia no céu e no mar
apanha o mundo
no teu sonho, menininha
e não deixa ninguém roubar
Olha, não reparta com ninguém
os teus sonhos de menina
dorme, dorme
dorme e sonha menininha
sonha, é tempo ainda
Oswaldo Montenegro
eu estou aqui
vá sonhar
ainda é tempo, menininha
vá, vá dormir
Sonha sonhos cor de rosa
passeia no céu e no mar
apanha o mundo
no teu sonho, menininha
e não deixa ninguém roubar
Olha, não reparta com ninguém
os teus sonhos de menina
dorme, dorme
dorme e sonha menininha
sonha, é tempo ainda
Oswaldo Montenegro
(Disponível em http://letras.terra.com.br/oswaldo-montenegro/106328/. Acesso em: 30 ago. 11)
A concordância verbal está INCORRETA em:
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
Na abordagem do tema, a Revista Superinteressante adota uma postura em que se evidencia:
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Em relação ao material concreto, o ensaio denominado “Slump Test” tem como finalidade medir:
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As escolas podem definir em seu Projeto Político Pedagógico a tendência e concepção pedagógica com a qual irá trabalhar. São três as mais frequentes: tradicional, construtivista ou sócio-interacionista.
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
( 1 ) Tradicional
( 2 ) Construtivista
( 3 ) Sócio-interacionista
( ) Currículo apresentado da parte para o todo com ênfase nas aptidões básicas.
( ) O aluno, antes de tudo, é um ser historicamente construído, devendo desenvolver hipóteses para estruturar seu raciocínio.
( ) O ensino é tido como processo, estabelecido por estágios de ensino aprendizagem de acordo com o desenvolvimento mental.
( ) No processo de ensino são fundamentais a interação entre o meio, objeto e o sujeito.
( ) O professor é a mola mestra do fazer pedagógico.
( ) Conhecimento é construído pelo sujeito em interação com o objeto de estudo, a partir de suas potencialidades genéticas.
( ) Conhecimento é construído pelo sujeito em interação com o objeto de estudo, a partir de suas potencialidades genéticas.
A sequência CORRETA dessa associação, de cima para baixo, é:
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Se a massa específica real não for conhecida, para efeito de cálculo pode-se adotar para o concreto simples o valor de 2400 kg/m³. Qual é o acréscimo que se deve adotar em kg/m³ para o concreto armado?
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Com relação à operação união da álgebra relacional, marque a alternativa INCORRETA:
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“Qual é o papel da avaliação no processo de ensino aprendizagem? É certo que podermos separar o fato de ensinar do fato de ensinar e avaliar? Antes de ensinar, sempre fazemos uma avaliação inicial?”
BASSEDAS, HUGUETE, SOLE, 1999.
São muitos os questionamentos sobre avaliação. Analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa INCORRETA:
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