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Maria, tendo concluído o ensino fundamental, casou e passou a dedicar-se aos seus três filhos. Após alguns anos, tendo sua prole adquirido independênciafuncional, decide retomar os estudos já planejando ingressar no ensino superior.

Nos termos da Lei Federal nº 9.394/1996, o ensino será ministrado com base no princípio de garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da:

 

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A categoria de agentes públicos a quem se incumbe a execução das diretrizes traçadas pelo Poder Público e que são os responsáveis pelos destinos fundamentais do Estado, caracterizando-se pelo exercício de funções de direção e orientação estabelecidas na constituição, é a denominada:

 

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2639400 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

TEXTO IV

CHALLENGES IN TEACHER TECHNOLOGY PREPARATION

Unfortunately, teacher preparation for technology use in language education has faced many challenges: it is still often neglected completely or focused on learning to use existing technologies rather than looking forward to the ways in which cutting-edge technologies can enhance or revolutionize teaching and learning. With the many demands of language teacher preparation, technology use is often sacrificed but is becoming increasingly important across the spectrum of language teacher preparation. The literacy practices associated with these emerging domains are likelyto be unique from established practices invarious ways. This is an important consideration regarding teacher preparation. Guikema and Menke (2014) discussed the importance of incorporating current and emerging forms of digital literacy in teacher preparation. There are many other aspects of teacher preparation impacted by these developments. Many researchers have observed an appreciation for the importance of using technology in teaching (Hlas, Conroy, & Hildebrandt, 2017; Kessler, 2006). However, there has long been a reluctanceto usetechnology for language teaching even when teachers have received preparation. Researchers have observed that the preparation that teachers receive is often inadeq uate, inappropr iate, irrelevant, or outdated (Kessler, 2010 ; Williams, Abraham, & Bostelmann, 2014). There have been numerous suggestions for howto address this disconnect, but the challenge persists.

Adaptado de: KESSLER, G. Technology andlhe future of language teaching. Foreign Language Annals. 2018; 1-14.

Afixos (sufixos e prefixos) são elementos que modificam as palavras e atribuem a elas determinadas classes morfológicas. O sufixo -/y em " Unfortunately " (parágrafo 1) atribui a esse termo a seguinte classe:

 

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VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas?', assinado por Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.

Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.

Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.

No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até acriticara decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra afebre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.

A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes dese defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.

Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!" (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).

A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.

Franklin Rumjanek

A ideia central apresentada no quarto parágrafo se refere à seguinte temática:

 

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VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas?', assinado por Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.

Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.

Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.

No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até acriticara decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra afebre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.

A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes dese defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.

Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!" (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).

A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.

Franklin Rumjanek

Em " Mas, a coisa não é tão simples assim" (2° parágrafo), o uso da palavra "coisa" é informal, pelo seguinte motivo:

 

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2639397 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Segundo Libâneo (2015), o projeto pedagógico é a concretização do processo de planejamento em que se considera o que já está instituído e também o instituinte.

A característica de instituinte significa que o projeto, institui:

 

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2639396 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Segundo Libâneo (2015), a escola que consegue elaborar e executar seu projeto pedagógico num trabalho cooperativo dá mostras de:

 

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2639395 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

A administração, como ciência, contempla a organização racional do trabalho (ORT), que foi atentativa da administração científica de substituir os métodos empíricos e rudimentares pelos métodos científicos. A existência de diversos supervisores, cada qual especializado em determinada área e que tem autoridade relativa e somente à sua especialização sobre os mesmos funcionários, portanto, uma autoridade relativa e parcial, é o aspecto da ORT denominado:

 

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2639394 Ano: 2019
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Observando as definições de rejeito e de disposição final ambientalmente adequada estabelecidas na Lei Nacional de Resíduos Sólidos - Lei nº 12.305/2010, resíduos passíveis de disposição direta em aterro sanitário classe II são os:

 

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2639393 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
Provas:

Segundo a NBR 6492: 1994, que trata da representação de projetos de arquitetura, o anteprojeto é uma fase que:

 

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