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841395
Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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Analise as afirmativas abaixo e, fundamentando-se no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990), indique as verdadeiras (V) e as falsas (F).
( ) A medida de internação pode ser aplicada quando houver descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta.
( ) Os conselheiros tutelares devem encaminhar ao Ministério Público e ao Juizado os casos atendidos e as situações por eles analisadas, relacionados às violações de direitos e às práticas de ato infracional.
( ) A colocação em família substituta deve ser vista como uma ação preventiva e de proteção social, visto que assegura o direito à convivência familiar e comunitária.
( ) Os conselheiros tutelares são escolhidos pela comunidade local, e os pertencentes ao Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes são eleitos pelas entidades socioassistenciais também inscritas no Conselho Municipal de Assistência Social.
( ) Somente os membros familiares podem requisitar, quando necessário, as certidões de nascimento e de óbito de crianças ou adolescentes.
Com base nas afirmativas, a única alternativa que apresenta a sequência CORRETA é:
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HIPNOSE
Um homem de fraque e bigode balança um relógio de bolso na sua frente, repetindo monotonamente as mesmas frases: “Você está ficando relaxado... Seus olhos estão se fechando...”. Em poucos minutos, você imita uma galinha, dança mambo ou faz alguma outra bizarrice na frente de uma plateia – e não se lembra de nada depois. Se é assim a sua imagem da hipnose, você não é o único. A prática milenar ainda tem uma aura mística e é associada por muitos à submissão ao outro. [...] A hipnose nada mais é do que um estado de alta concentração mental, no qual a percepção das sensações sofre alterações em níveis variados, sem que o indivíduo perca a consciência do “aqui e agora”.
Na prática, isso significa que: não se fica inconsciente, lembra-se de tudo o que aconteceu e, mais importante, não se faz nada que não se faria em estado de alerta. A ideia de que basta o hipnotista mandar o paciente realizar alguma atividade para ele de fato fazê-la é uma falácia: o senso crítico não desaparece, nem os valores morais e éticos.
[...]
Em um estado de consciência modificado – como é o da hipnose –, também os processos cognitivos são alterados. [...]
Na psicologia, a hipnose é usada no tratamento de fobias, traumas, ansiedade, depressão, angústia, disfunções sexuais e outros problemas psíquicos. Na medicina, a chamada hipnose clínica pode ter papel coadjuvante no tratamento de disfunções neuromusculares, doenças autoimunes, psicossomáticas e no alívio de dores, principalmente as fibromiálgicas (musculares) e as causadas por cânceres. [...]
No entanto, se as aplicações clínicas da hipnose vêm sendo vastamente estudadas há décadas, os processos cerebrais que a envolvem eram um completo mistério. Pesquisas nesse sentido, principalmente nos últimos 10 anos, tornaram possível ter uma melhor ideia de quais regiões cerebrais são ativadas e desativadas durante a sua ocorrência. Assim, confirma-se uma dúvida que ainda pairava mesmo no meio científico e acadêmico: a hipnose, afinal, não é apenas imaginação fértil ou atuação teatral. Ela de fato altera os processos bioquímicos do cérebro.
Essa constatação apontou duas direções principais para os estudos sobre o fenômeno: a primeira, chamada pesquisa intrínseca, busca entender os mecanismos da hipnose e da sugestão no cérebro para compreender sua atuação. A segunda, denominada pesquisa instrumental, utiliza a hipnose como uma forma de estudar processos cognitivos específicos, uma vez que o sujeito hipnotizado pode ser sugestionado a ativar áreas isoladas do cérebro.
Provavelmente, não será nos primeiros minutos de uma indução a um estado hipnótico que você conseguirá alterar seus processos cognitivos a ponto de ter alucinações – como enxergar a cor vermelha em um quadro azul se assim lhe disserem. Como o sono, a hipnose tem vários estágios de profundidade. [ . . . ] São cinco os níveis de profundidade frequentemente referendados no Brasil para avaliar os estágios do transe hipnótico.
No primeiro, chamado de hipnoidal, as pálpebras do paciente pesam e a respiração fica lenta e compassada – é o primeiro passo do relaxamento. Em seguida, no nível leve, a sensação mais perceptível é a de que o corpo está tão relaxado que chega a parecer pesado [...].
No estágio médio, dependendo das sugestões do profissional, a pessoa pode deixar de sentir certas sensações – como toques, pressões e dores. No quarto estágio, o profundo, essa potencialidade fica mais aguçada.
Nesses quatro estágios, a pessoa hipnotizada pode responder a perguntas e conversar. No quinto estágio, chamado de sonambúlico, fenômenos de amnésia e de alucinação são observados. Aí, o fenômeno da anestesia é plenamente possível, mas sem o paciente perder a consciência ou o controle do que faz. [ . . . ]
(Fonte: FRAGA, Isabella. Hipnose. Revista Ciência Hoje, p. 21-23, n. 276, v. 46.)
A hipnose, como o sono, possui níveis de profundidade. Assinale a alternativa que aponta a sequência CORRETA de profundidade, do nível menos profundo ao mais profundo frequentemente referendados no Brasil.
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Se, para fazermos 15 calças, gastamos 25 metros de tecido, então, para fazermos 12 calças, gastaremos
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O PODER DA ALEGRIA
As tardes de sábado eram ansiosamente esperadas pela pequena Meiry Ito. De vestidinho rosa, ela e as irmãs, Marilda, Márcia, Miltes, Miriam, Marta e Marly, de mãos dadas com o caçula, Milton, seguiam os passos rápidos do pai rumo ao galpão onde eram projetados filmes para os plantadores de chá e comerciantes de Registro, cidadezinha do interior de São Paulo às margens do Rio Ribeira de Iguape. Feliz, acomodava-se na palha macia destinada às crianças enquanto a mãe distribuía para os filhos os motis, bolinhos de arroz, retirados com cuidado da furoshiki, a trouxa multicolorida de pano usada pelos descendentes de japoneses da região. Era um instante de sublime contentamento. “Não tínhamos nada, nada, nada, mas a alegria daquele momento é inesquecível”, lembra ela, que completou 84 anos em fevereiro. Naquele cinema improvisado, a fita de celuloide do filme rompia-se constantemente e só era possível sentar onde as goteiras do teto não pingavam. Mas Meiry experimentava ali uma plenitude: estarem todos juntos na expectativa do filme, comer as delícias preparadas pela mãe e ser invadida pelo sabor do que era especial e único durante toda a semana proporcionavam um prazer indizível para ela. Até hoje, ao lembrar dessa cena, seus olhos brilham e seu rosto se abre num largo sorriso. Por alguns momentos, ela tem novamente 8 anos de idade.
Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância? Temos uma predisposição natural para sermos alegres nesse período. Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas, nos primeiros anos de vida, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar na onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar... Com a idade, porém, os bons momentos costumam escassear. E são cada vez mais intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o que será que temos de tão precioso quando crianças que perdemos durante a vida?
A primeira resposta: vitalidade. “O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sérgio Cortela em suas palestras. É muito importante destacar essa diferença. Quando se está pleno de vigor e disposição, é impossível ficar triste e deprimido por muito tempo. Pode ser até que sejamos atingidos pela melancolia, mas a recuperação é rápida. Porque a alegria está ligada ao prazer de estar vivo. Vida e alegria podem ser interpretadas como sinônimos. Portanto, o contentamento tem uma base biológica, vital, e está muito ligado ao corpo. Alguns estados de depressão estão relacionados à má alimentação e à falta de exercícios, que ativam a energia vital. Então, para reviver a alegria de uma criança, é preciso recobrar o potencial energético que temos na infância, pelo menos em parte (caminhadas, exercícios físicos [...] são muito bons para começar).
Ainda dentro do campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo. Em outras palavras, quanto mais alegre você for, mais fácil será sentir alegria. Isso porque o cérebro, com a repetição dos mesmos estados emocionais, formará um padrão, uma reação que se repetirá até formar uma característica da personalidade.
“As características emocionais têm um efeito condicionante na forma como as pessoas olham as experiências cotidianas e reagem a elas.
Alguém predisposto ao medo ou à depressão, por exemplo, tem mais chances de encarar situações com um senso de temor, enquanto alguém predisposto à confiança encarará a mesma situação com mais equilíbrio e segurança”, escreveu o monge tibetano Mingyur Rinpoche em A Alegria de Viver (Elsevier), um livro precioso que pode ser baixado gratuitamente.
Ele tem razão. Conheci Mingyur de perto (ele jantou em casa...), e sua alegria é realmente contagiante: ri com uma cascata de hahahas cristalinos, assim como subitamente fica sério e atento se o assunto exige. Enfim, uma pessoa alegre não é necessariamente um bobo alegre, como alguns podem supor, mas alguém capaz de entrar em contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade. [...]
(ALVES, Liane. O poder da alegria. Revista Vida Simples.
p. 44, maio de 2016. Adaptado.)
“Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância?”
Tendo em vista esse trecho, é CORRETO afirmar que:
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Qual parasita recebe a classificação acima?
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Entre os direitos assegurados nas legislações brasileiras às pessoas com deficiências, situam-se as previsões do Estatuto da Pessoa com Deficiência, regulamentado pela Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015, destinada a assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Tendo a proteção social desse segmento populacional como prioridade, é INCORRETO afirmar:
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Em Cuba, instituições estatais são obrigadas a
adotar um cachorro
Em fevereiro de 2015, um guarda cubano cochilava tranquilamente quando foi acordado pelos latidos de um cachorro de rua. Até aí, nada de mais, já que centenas de cães habitam as ruas de Havana, a capital de Cuba. Ao perceber que os latidos insistentes não cessavam, o guarda resolveu averiguar o que estava acontecendo e flagrou uma quadrilha que tentava roubar aparelhos de ar-condicionado. [...]. Com o heroísmo involuntário do cãozinho, nasceu a ideia de encontrar uma vocação para os muitos animais que habitam as ruas da capital.
A ideia se desenvolveu e, um mês depois, o governo cubano determinou que todas as instituições públicas do Estado deveriam adotar, pelo menos, um cachorro. As novas casas dos caninos também seriam responsáveis pelo fornecimento de cuidados médicos, pela atenção aos animais e, é claro, pelo carinho que eles merecem.
Para se certificar de que todas as instituições que adotaram um cão seguiriam cuidando dele, o governo desenvolveu uma base de dados que fornece a cada cachorro uma carteirinha com nome, número de registro, informações e telefone e endereço de moradia, além de uma pequena foto do animal. No verso da carteirinha, que eles carregam amarrados nos pescoços, há a frase "sou um cachorro de rua, não me maltrate".
Além de receberem carinho e atenção, os cãezinhos também labutam. No Museu da Metalúrgica de Havana, por exemplo, cinco cachorros descansam e dão voltas na entrada do prédio durante o dia, mas, à noite, ajudam os guardas no patrulhamento do prédio.
No primeiro mês do programa, mais de 20 cãezinhos de rua foram adotados por instituições estatais. Neste mês, quando se completou um mês do programa, o governo estima que mais de três centenas de caninos já tenham sido adotados. "Essa ação beneficiou todo mundo. Os guardas se sentem menos entediados e têm companhia, ninguém machuca os cães e eles também estão mais calmos, não atacam ninguém", disse Dalia Garcia, zelador de um banheiro público e dono de dois cachorros que moravam na rua.
(Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Urbanidade/noticia/2016/04/em-cuba-instituicoes
-estatais-saoobrigadas- adotar-um-cachorro.html>. Acesso em: 18 abr. 2016. Adaptado.)
No Museu da Metalúrgica de Havana, qual o papel principal dos cães?
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Durante a gravidez, é natural que o peso aumente, devido à formação da placenta, à gordura de reserva, ao líquido amniótico, ao crescimento do bebê, ao volume do útero e do sangue e ao tecido mamário. Um inadequado ganho de peso está associado ao aumento do risco de atraso de crescimento intrauterino e mortalidade perinatal. Por outro lado, o elevado ganho de peso gestacional está associado ao aumento de peso do bebê ao nascimento e, secundariamente, ao aumento do risco de complicações na vida adulta. Sobre as recomendações para o ganho de peso durante a gravidez, assinale a alternativa CORRETA.
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Uma escola tem 800m2 de área construída. Se a razão entre a área construída e a área livre é !$ { \Large { 4 \over 5}} !$, então a área total dessa escola é
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Risco individual moderado e risco comunitário limitado. A exposição ao agente patogênico pode provocar doença humana ou animal, porém se dispõe de medidas eficazes de tratamento e prevenção, sendo o risco de propagação limitado. Ex: Clostridium tetani, Staphylococcus aureus, Cândida albicans, Schistosoma mansoni, Plasmodium etc.
O quadro acima descreve qual classe de risco biológico?
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