Foram encontradas 330 questões.
857819
Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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O abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes só NÃO deve ser considerado como
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857101
Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Definições e dos Objetivos
A Lei n.º 12.435/2011 altera a Lei n.º 8.742/1993 e dispõe sobre a organização da Assistência Social. Nesse dispositivo legal, as entidades e organizações de Assistência Social são definidas como
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Sobre a supervisão em Serviço Social, é coerente afirmar, EXCETO
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A compreensão do educador conduz a algumas consequências. Analise as afirmativas abaixo.
I - A ação pedagógica não poderá ser entendida e praticada como se fosse uma ação neutra.
II - O educador não poderá exercer as suas atividades isento de explicitas opções teóricas.
III - A prática educacional não poderá ser uma prática burocrática, mas sim ser uma ação comprometida ideológica e efetivamente.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
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A formação do supervisor atribui-lhe a competência legal de atuar como um elemento de articulação dinâmica do projeto-técnico-pedagógico da escola. Analise as proposições e marque a que NÃO tem coerência com as funções do supervisor.
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Nos termos dos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (v. 3), é INCORRETO dizer que:
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
Considere o trecho: “Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público.”
Em relação ao uso do pronome oblíquo átono no trecho acima, é CORRETO afirmar:
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No contexto da atenção primária em saúde, Starfield (2004) define longitudinalidade como a relação pessoal de longa duração entre os profissionais de saúde e os pacientes. Situações individuais mais graves para a saúde bucal, como um caso de câncer bucal ou de portador de fissura labiopalatina, devem ser identificadas:
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De acordo com o Art. 2.º do Decreto n.º 7.508, de 28 de junho de 2011, o “espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde”, constitui o(a):
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HIPNOSE
Um homem de fraque e bigode balança um relógio de bolso na sua frente, repetindo monotonamente as mesmas frases: “Você está ficando relaxado... Seus olhos estão se fechando...”. Em poucos minutos, você imita uma galinha, dança mambo ou faz alguma outra bizarrice na frente de uma plateia – e não se lembra de nada depois. Se é assim a sua imagem da hipnose, você não é o único. A prática milenar ainda tem uma aura mística e é associada por muitos à submissão ao outro. [...] A hipnose nada mais é do que um estado de alta concentração mental, no qual a percepção das sensações sofre alterações em níveis variados, sem que o indivíduo perca a consciência do “aqui e agora”.
Na prática, isso significa que: não se fica inconsciente, lembra-se de tudo o que aconteceu e, mais importante, não se faz nada que não se faria em estado de alerta. A ideia de que basta o hipnotista mandar o paciente realizar alguma atividade para ele de fato fazê-la é uma falácia: o senso crítico não desaparece, nem os valores morais e éticos.
[...]
Em um estado de consciência modificado – como é o da hipnose –, também os processos cognitivos são alterados. [...]
Na psicologia, a hipnose é usada no tratamento de fobias, traumas, ansiedade, depressão, angústia, disfunções sexuais e outros problemas psíquicos. Na medicina, a chamada hipnose clínica pode ter papel coadjuvante no tratamento de disfunções neuromusculares, doenças autoimunes, psicossomáticas e no alívio de dores, principalmente as fibromiálgicas (musculares) e as causadas por cânceres. [...]
No entanto, se as aplicações clínicas da hipnose vêm sendo vastamente estudadas há décadas, os processos cerebrais que a envolvem eram um completo mistério. Pesquisas nesse sentido, principalmente nos últimos 10 anos, tornaram possível ter uma melhor ideia de quais regiões cerebrais são ativadas e desativadas durante a sua ocorrência. Assim, confirma-se uma dúvida que ainda pairava mesmo no meio científico e acadêmico: a hipnose, afinal, não é apenas imaginação fértil ou atuação teatral. Ela de fato altera os processos bioquímicos do cérebro.
Essa constatação apontou duas direções principais para os estudos sobre o fenômeno: a primeira, chamada pesquisa intrínseca, busca entender os mecanismos da hipnose e da sugestão no cérebro para compreender sua atuação. A segunda, denominada pesquisa instrumental, utiliza a hipnose como uma forma de estudar processos cognitivos específicos, uma vez que o sujeito hipnotizado pode ser sugestionado a ativar áreas isoladas do cérebro.
Provavelmente, não será nos primeiros minutos de uma indução a um estado hipnótico que você conseguirá alterar seus processos cognitivos a ponto de ter alucinações – como enxergar a cor vermelha em um quadro azul se assim lhe disserem. Como o sono, a hipnose tem vários estágios de profundidade. [ . . . ] São cinco os níveis de profundidade frequentemente referendados no Brasil para avaliar os estágios do transe hipnótico.
No primeiro, chamado de hipnoidal, as pálpebras do paciente pesam e a respiração fica lenta e compassada – é o primeiro passo do relaxamento. Em seguida, no nível leve, a sensação mais perceptível é a de que o corpo está tão relaxado que chega a parecer pesado [...].
No estágio médio, dependendo das sugestões do profissional, a pessoa pode deixar de sentir certas sensações – como toques, pressões e dores. No quarto estágio, o profundo, essa potencialidade fica mais aguçada.
Nesses quatro estágios, a pessoa hipnotizada pode responder a perguntas e conversar. No quinto estágio, chamado de sonambúlico, fenômenos de amnésia e de alucinação são observados. Aí, o fenômeno da anestesia é plenamente possível, mas sem o paciente perder a consciência ou o controle do que faz. [ . . . ]
(Fonte: FRAGA, Isabella. Hipnose. Revista Ciência Hoje, p. 21-23, n. 276, v. 46.)
Considere o texto e preencha as lacunas com as formas “porque”, “por que”, “porquê” e “por quê”, conforme seu emprego:
– Felipe, ................ você fugiu ontem? Seria ............... você estava chateado conosco? Qual foi o ..................? ................... , Felipe, ...................?
Assinale a alternativa CORRETA quanto às formas que preenchem as lacunas acima.
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