Foram encontradas 808 questões.
Se !$ x = a + b !$, com !$ a < b !$ racionais positivos, então é correto afirmar que, para quaisquer !$ a !$, !$ b !$,
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De acordo com Koch e Elias (2011), a competência metagenérica dos indivíduos lhes permite
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Na leitura de textos mais previsíveis, de não ficção, a leitura com objetivos bem definidos permitirá lembrar mais e melhor aquilo lido. A capacidade de estabelecer objetivos na leitura é um método de controle e regulamento do próprio conhecimento. Por exemplo, decidir que uma certa tarefa nos tomará quatro horas é uma decisão tomada após uma avaliação de nossas capacidades e das facetas envolvidas na resolução da tarefa.
(Kleiman, 1993. Adaptado)
A explicação da autora diz respeito
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998), a importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados, são normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser
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Leia o texto para responder às questões de números 54 a 57.
Sincerão, Rodolfo
— Beijo na Nilze, Rodolfo, até!
— Até! Cê vai como?
— Tô chamando um Uber, aqui.
— Imagina, te dou uma carona.
— Não precisa, ó, dá R$ 6,80, só/
— Na na na na na, é meu caminho/
— Rodolfo, mesmo, eu/
— Faço questão!
— Mas/
— Te deixo em casa! Vai! Entra aí!
Silêncio.
— Não me leva a mal, tá, Rodolfo? É que se eu pegar um Uber eu ouço um podcast e em dez minutos sei tudo sobre a era Vargas ou um vulcão na Islândia ou a origem das mitocôndrias, ou então eu fico escarafunchando o Twitter, o Insta, o FB, vejo a Isis Valverde fazendo ioga e o Tim Burton brincando com um iguana e dou like em foto de filho de ex-colega da quinta série que eu não vejo faz trinta anos e isso me relaxa, Rodolfo, é tipo um crochê, um jogo de paciência, uma meditação. Esse Uber é basicamente o único momento do dia que eu tenho pra mim, Rodolfo. Você quer me roubar esse momento, Rodolfo?
(Antonio Prata, “Sincerão, Rodolfo”.
Folha de S.Paulo, 08.09.2019. Adaptado)
Com base em Koch e Elias (2011), o segmento que toma as dez primeiras linhas do texto faz um simulacro de oralidade. Entre as características da linguagem falada, estão presentes nesse trecho:
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Leia o texto para responder às questões de números 54 a 57.
Sincerão, Rodolfo
— Beijo na Nilze, Rodolfo, até!
— Até! Cê vai como?
— Tô chamando um Uber, aqui.
— Imagina, te dou uma carona.
— Não precisa, ó, dá R$ 6,80, só/
— Na na na na na, é meu caminho/
— Rodolfo, mesmo, eu/
— Faço questão!
— Mas/
— Te deixo em casa! Vai! Entra aí!
Silêncio.
— Não me leva a mal, tá, Rodolfo? É que se eu pegar um Uber eu ouço um podcast e em dez minutos sei tudo sobre a era Vargas ou um vulcão na Islândia ou a origem das mitocôndrias, ou então eu fico escarafunchando o Twitter, o Insta, o FB, vejo a Isis Valverde fazendo ioga e o Tim Burton brincando com um iguana e dou like em foto de filho de ex-colega da quinta série que eu não vejo faz trinta anos e isso me relaxa, Rodolfo, é tipo um crochê, um jogo de paciência, uma meditação. Esse Uber é basicamente o único momento do dia que eu tenho pra mim, Rodolfo. Você quer me roubar esse momento, Rodolfo?
(Antonio Prata, “Sincerão, Rodolfo”.
Folha de S.Paulo, 08.09.2019. Adaptado)
Observe as falas:
— Até! Cê vai como?
— Tô chamando um Uber, aqui.
De acordo com Bortoni-Ricardo (2004), os enunciados apresentados correspondem a eventos de
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Leia o texto para responder às questões de números 54 a 57.
Sincerão, Rodolfo
— Beijo na Nilze, Rodolfo, até!
— Até! Cê vai como?
— Tô chamando um Uber, aqui.
— Imagina, te dou uma carona.
— Não precisa, ó, dá R$ 6,80, só/
— Na na na na na, é meu caminho/
— Rodolfo, mesmo, eu/
— Faço questão!
— Mas/
— Te deixo em casa! Vai! Entra aí!
Silêncio.
— Não me leva a mal, tá, Rodolfo? É que se eu pegar um Uber eu ouço um podcast e em dez minutos sei tudo sobre a era Vargas ou um vulcão na Islândia ou a origem das mitocôndrias, ou então eu fico escarafunchando o Twitter, o Insta, o FB, vejo a Isis Valverde fazendo ioga e o Tim Burton brincando com um iguana e dou like em foto de filho de ex-colega da quinta série que eu não vejo faz trinta anos e isso me relaxa, Rodolfo, é tipo um crochê, um jogo de paciência, uma meditação. Esse Uber é basicamente o único momento do dia que eu tenho pra mim, Rodolfo. Você quer me roubar esse momento, Rodolfo?
(Antonio Prata, “Sincerão, Rodolfo”.
Folha de S.Paulo, 08.09.2019. Adaptado)
Com base em Bortoni-Ricardo (2004), a variação linguística presente no diálogo dos personagens
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Leia a tira.

(Mort Walker, “Recruta Zero”. Em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
De acordo com Koch e Elias (2011), observa-se ambiguidade na conversa das personagens decorrente do emprego de
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Vygotsky propõe que fala e pensamento prático devem ser estudados sob um mesmo prisma e atribui à atividade simbólica, viabilizada pela fala, uma função organizadora do pensamento: com a ajuda da fala, a criança começa a controlar o ambiente e o próprio comportamento. O poderoso instrumento da linguagem é trazido pelo que chama de internalização da ação e do diálogo. Vygotsky entende o processo de internalização como uma reconstrução interna de uma operação externa, mas, diferentemente de Piaget, para a internalização de uma operação deve concorrer a atividade mediada pelo outro, já que o sucesso da internalização vai depender da reação de outras pessoas. Assim é que, entre crianças e ação com o mundo, existe a mediação através do outro.
(Ester Mirian Scarpa, “Aquisição da linguagem”.
Em: Mussalim e Bentes, V.2, 2004)
No processo descrito, a linguagem é concebida como
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Essa modalidade “leitura livre” era desenvolvida, então, diariamente, sempre que a aula correspondia ao primeiro horário. No segundo período da manhã, além de o tempo ser curto (justificativa da professora), alunos e professores já deviam estar organizados para o desenvolvimento da atividade que iria ser executada.
A “leitura livre” parece não se caracterizar como uma atividade escolar/trabalho escolar correspondente à aula, talvez porque fosse desenvolvida sem o objetivo escolar de “ensinar/aprender alguma coisa” e avaliar o que se aprendeu. Não correspondia, então, à aula em si. A aula como a professora solicitava aos alunos que interrompessem suas leituras para que a “aula” pudesse começar é representativa dessa questão: “Sentem-se agora, gente. Vamos começar o trabalho. Psiuu!”
(Albuquerque, 2006)
De acordo com a autora, o procedimento denominado “leitura livre” era
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