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Conforme os Parâmetros Curriculares: Ensino Médio (2000), uma habilidade a ser desenvolvida com os alunos é “recuperar, pelo estudo do texto literário, as formas instituídas de construção do imaginário coletivo, o patrimônio representativo da cultura e as classificações preservadas e divulgadas, no eixo temporal e espacial”. Isso se garante, com base em Ligia Chiappini de Moraes Leite (em Geraldi, 1997), por meio de
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Essa visão desessencializada de cultura(s) já não permite escrevê-la com maiúscula – A Cultura –, pois não supõe simplesmente a divisão entre culto/inculto ou civilização/ barbárie, tão cara à escola da modernidade. Nem mesmo supõe o pensamento com base em pares antitéticos de culturas, cujo segundo termo pareado escapava a esse mecanismo dicotômico – cultura erudita/popular, central/marginal, canônica/de massa – também esses tão caros ao currículo tradicional que se propõe a “ensinar” ou apresentar o cânone ao consumidor massivo, a erudição ao populacho, o central aos marginais.
(Roxane Rojo, “Pedagogia dos Multiletramentos”.
Em: Rojo e Moura, 2012)
No texto, a autora
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Leia o texto para responder às questões de números 34 a 37.
Pesquisadores encontram vestígios de laticínios em fósseis de 6.000 anos
Pesquisadores encontraram vestígios de consumo de laticínios em dentes de agricultores britânicos pré-históricos. A descoberta foi analisada pela Universidade de York, localizada no Reino Unido, e aponta que os fósseis podem ter mais de 6.000 anos, sendo a maior descoberta até então.
Os especialistas relataram a existência de uma substância chamada beta lactoglobulina – componente encontrado na proteína do leite – na placa dental de sete fósseis que viveram no período neolítico.
De acordo com o autor da pesquisa, Dr. Sophy Charlton, do Departamento de Arqueologia da Universidade de York, isso comprovaria que os povos antigos não consumiam somente carne, mas que tinham uma dieta rica e buscavam explorar diferentes opções de alimentos.
“Seria um caminho fascinante, para futuras pesquisas, examinar outros indivíduos e ver se podemos determinar se há algum padrão com o passado. Talvez a quantidade de laticínios consumidos ou os animais utilizados variem ao longo do tempo”, disse o especialista.
O pesquisador disse ainda que é possível que os agricultores pré-históricos pudessem consumir pequenas quantidades de leite ou até mesmo processar outros alimentos, como o queijo.
(Victória Gearini, “Pesquisadores encontram vestígios de laticínios
em fósseis de 6.000 anos”. https://aventurasnahistoria.uol.com.br)
Considere as passagens do texto:
• De acordo com o autor da pesquisa... (3º parágrafo)
• ... disse o especialista. (4º parágrafo)
• O pesquisador disse ainda... (5º parágrafo)
De acordo com Koch e Elias (2011), a relação coesiva entre as passagens se dá por meio de
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Leia o texto para responder às questões de números 34 a 37.
Pesquisadores encontram vestígios de laticínios em fósseis de 6.000 anos
Pesquisadores encontraram vestígios de consumo de laticínios em dentes de agricultores britânicos pré-históricos. A descoberta foi analisada pela Universidade de York, localizada no Reino Unido, e aponta que os fósseis podem ter mais de 6.000 anos, sendo a maior descoberta até então.
Os especialistas relataram a existência de uma substância chamada beta lactoglobulina – componente encontrado na proteína do leite – na placa dental de sete fósseis que viveram no período neolítico.
De acordo com o autor da pesquisa, Dr. Sophy Charlton, do Departamento de Arqueologia da Universidade de York, isso comprovaria que os povos antigos não consumiam somente carne, mas que tinham uma dieta rica e buscavam explorar diferentes opções de alimentos.
“Seria um caminho fascinante, para futuras pesquisas, examinar outros indivíduos e ver se podemos determinar se há algum padrão com o passado. Talvez a quantidade de laticínios consumidos ou os animais utilizados variem ao longo do tempo”, disse o especialista.
O pesquisador disse ainda que é possível que os agricultores pré-históricos pudessem consumir pequenas quantidades de leite ou até mesmo processar outros alimentos, como o queijo.
(Victória Gearini, “Pesquisadores encontram vestígios de laticínios
em fósseis de 6.000 anos”. https://aventurasnahistoria.uol.com.br)
Com base em Kleiman (1993), um tipo de marca formal da presença do autor em que se recorre ao uso do hipotético para a formulação do enunciado está presente em:
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Leia o texto para responder às questões de números 34 a 37.
Pesquisadores encontram vestígios de laticínios em fósseis de 6.000 anos
Pesquisadores encontraram vestígios de consumo de laticínios em dentes de agricultores britânicos pré-históricos. A descoberta foi analisada pela Universidade de York, localizada no Reino Unido, e aponta que os fósseis podem ter mais de 6.000 anos, sendo a maior descoberta até então.
Os especialistas relataram a existência de uma substância chamada beta lactoglobulina – componente encontrado na proteína do leite – na placa dental de sete fósseis que viveram no período neolítico.
De acordo com o autor da pesquisa, Dr. Sophy Charlton, do Departamento de Arqueologia da Universidade de York, isso comprovaria que os povos antigos não consumiam somente carne, mas que tinham uma dieta rica e buscavam explorar diferentes opções de alimentos.
“Seria um caminho fascinante, para futuras pesquisas, examinar outros indivíduos e ver se podemos determinar se há algum padrão com o passado. Talvez a quantidade de laticínios consumidos ou os animais utilizados variem ao longo do tempo”, disse o especialista.
O pesquisador disse ainda que é possível que os agricultores pré-históricos pudessem consumir pequenas quantidades de leite ou até mesmo processar outros alimentos, como o queijo.
(Victória Gearini, “Pesquisadores encontram vestígios de laticínios
em fósseis de 6.000 anos”. https://aventurasnahistoria.uol.com.br)
Com base em Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), a capacidade de linguagem dominante no texto apresentado é
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Leia o texto para responder às questões de números 34 a 37.
Pesquisadores encontram vestígios de laticínios em fósseis de 6.000 anos
Pesquisadores encontraram vestígios de consumo de laticínios em dentes de agricultores britânicos pré-históricos. A descoberta foi analisada pela Universidade de York, localizada no Reino Unido, e aponta que os fósseis podem ter mais de 6.000 anos, sendo a maior descoberta até então.
Os especialistas relataram a existência de uma substância chamada beta lactoglobulina – componente encontrado na proteína do leite – na placa dental de sete fósseis que viveram no período neolítico.
De acordo com o autor da pesquisa, Dr. Sophy Charlton, do Departamento de Arqueologia da Universidade de York, isso comprovaria que os povos antigos não consumiam somente carne, mas que tinham uma dieta rica e buscavam explorar diferentes opções de alimentos.
“Seria um caminho fascinante, para futuras pesquisas, examinar outros indivíduos e ver se podemos determinar se há algum padrão com o passado. Talvez a quantidade de laticínios consumidos ou os animais utilizados variem ao longo do tempo”, disse o especialista.
O pesquisador disse ainda que é possível que os agricultores pré-históricos pudessem consumir pequenas quantidades de leite ou até mesmo processar outros alimentos, como o queijo.
(Victória Gearini, “Pesquisadores encontram vestígios de laticínios
em fósseis de 6.000 anos”. https://aventurasnahistoria.uol.com.br)
Considerando o gênero textual, de acordo com Marcuschi (2008), o texto está circunscrito ao domínio discursivo
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998), o ensino e a aprendizagem de Língua Portuguesa são práticas resultantes da articulação de três variáveis: o aluno, os conhecimentos com os quais se opera nas práticas de linguagem e a mediação do professor. Na perspectiva desse documento, a segunda variável diz respeito aos conhecimentos
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Leia a tira para responder às questões de números 31 e 32.

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 12.09.2019)
Nas duas falas do personagem, emprega-se o mesmo verbo “almoçar”. Em situação de aprendizagem de língua materna e na prática de análise linguística, comparando-se esses empregos, conclui-se corretamente que o autor
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Leia a tira para responder às questões de números 31 e 32.

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 12.09.2019)
Com base em Marcuschi (2008), entende-se que a produção de sentido da tira ocorre por meio da
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Leia a charge.

Mark the alterative in which the its is correctly used.
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