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206085 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Faxinal Soturno-RS
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Com base no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Faxinal do Soturno, analise as assertivas que seguem, relacionadas a licença por motivo de doença em pessoa da família, assinalando C, se corretas, ou I, se incorretas.

( ) A licença por motivo de doença em pessoa da família poderá ser concedida ao servidor ocupante de cargo efetivo, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, do pai ou da mãe, do filho ou enteado e de irmão, mediante comprovação médica oficial do Município.

( ) A licença por motivo de doença em pessoa da família será concedida até 30 (trinta) dias, dentro do período de 6 (seis) meses, sem prejuízo da remuneração do servidor.

( ) A licença por motivo de doença em pessoa da família será concedida quando exceder de um mês e até dois meses, dentro do período de 6 (seis) meses, com desconto de 1/3 da remuneração do servidor.

( ) A licença por motivo de doença em pessoa da família será concedida acima de seis meses, até o máximo de dois anos, com desconto de 50% (cinquenta por cento) da remuneração do servidor.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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206084 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Faxinal Soturno-RS
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O Art. 93 do Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Faxinal do Soturno estabelece que após cada __________ anos ininterruptos de serviço prestado ao Município, a contar da entrada em exercício em cargo de provimento efetivo, o servidor fará jus a um prêmio por assiduidade correspondente a uma licença remunerada de ____________________ dias, mesmo que esteja no exercício de cargo em comissão ou função gratificada.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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206083 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Faxinal Soturno-RS
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Com base nas disposições do Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Faxinal do Soturno, analise as assertivas que seguem:

I. A gratificação natalina será paga até o dia vinte do mês de dezembro de cada ano, e entre os meses de maio e novembro de cada ano, o Município pagará, como adiantamento da referida gratificação, de uma só vez, a metade da remuneração percebida pelo servidor no mês anterior.

II. O adicional por tempo de serviço é devido à razão de cinco por cento a cada três anos de serviço público ininterrupto prestado ao Município, incidente sobre o vencimento da classe do Servidor ocupante de cargo efetivo.

III. Os adicionais de periculosidade e de penosidade serão, respectivamente, de cinquenta e quarenta por cento, incidente sobre o vencimento do cargo detido pelo servidor.

Quais estão corretas?

 

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206082 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Faxinal Soturno-RS
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Segundo o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Faxinal do Soturno, em todo o processo de avaliação para fins de estágio probatório, o servidor deverá ter vista de cada boletim de estágio, podendo se manifestar sobre os itens avaliados pela(s) respectiva(s) chefia(s), devendo apor sua assinatura. Entre os quesitos da referida avaliação de desempenho estão, EXCETO:

 

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206081 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Faxinal Soturno-RS
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Segundo o Art. 8º do Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Faxinal do Soturno, entre as hipóteses de provimento dos cargos públicos estão:

I. Recondução.

II. Remoção.

III. Reversão.

IV. Substituição.

Quais estão corretas?

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O futuro da cultura na era dos computadores


O professor e especialista em política cultural Teixeira Coelho discute o que pode acontecer com cultura e a arte em um mundo polarizado e dominado pelas novas tecnologias

01 Revista: Com a globalização, imaginamos um mundo em que as culturas regionais

02 seriam soterradas por manifestações de potências como os EUA. No entanto, parece

03 haver um leve renascimento e uma diversificação da identidade cultural. As redes

04 sociais diluíram um pouco dessa influência massificadora?

05 TC: Eu chamo essas redes de antissociais, porque elas promovem a divisão, o ódio e a situação

06 do 50-50, dois grupos que se opõem frontalmente. Temos como exemplos o Brexit, os Estados

07 Unidos e o Brasil.

08 Não sei se houve uma diluição da influência da indústria cultural. Se pesquisarmos serviços de

09 streaming de vídeo, podemos encontrar uma série finlandesa, sueca ou até brasileira, mas a

10 média dos produtos é bastante codificada. Sim, é possível ter uma brecha para manifestações

11 diferentes. Isso aconteceu, por exemplo, com a E. L. James, que escreveu 50 Tons de Cinza. Ela

12 pulou as barreiras da editora, da distribuição, da livraria e da crítica e entrou no mercado. O que

13 nós ganhamos com seus livros eu não sei, mas ela ganhou muito. Não discuto que essas brechas

14 podem vir a ser usadas de maneira criativa, mas não é o que acontece no momento.

15 Todo mundo ficou muito entusiasmado com a internet pela possibilidade de transgredir as

16 barreiras e a censura dos estados, só que isso não aconteceu. s vezes, não temos uma censura

17 política ou religiosa, mas batemos de frente com uma barreira econômica. Ainda estamos na

18 infância desse instrumento novo e sem uma noção clara de para onde vamos. Hoje é possível

19 fazer o seu filme e colocar no YouTube. É fácil. Só não sei se o saldo da iniciativa aponta para a

20 diversificação das manifestações artísticas. A globalização não conseguiu pasteurizar tudo, mas

21 também não temos a liberdade que pensamos que teríamos no início.

22 Revista: A obra de arte vai sobreviver ___ novidades tecnológicas, vai continuar

23 contundente e questionadora ou pode se tornar mais massificada e inócua?

24 TC: A questão é saber se a arte que conhecemos na modernidade da civilização ocidental, crítica

25 e questionadora, vai continuar a existir. O questionamento está sendo cerceado. Um desafio para

26 a arte, por exemplo, é o politicamente correto. Não só a censura exterior continua existindo,

27 mas há também a censura interior do artista. Aquela arte que veio ___ tona no final do século

28 XIX estava livre do Estado, da igreja, dos partidos políticos e do comprador burguês. O pintor

29 Monet, por exemplo, passou a fazer o que queria. Se alguém comprava uma obra dele, ótimo,

30 se não, tudo bem. Ele tinha condições de fazer isso, claro, mas esse tipo de arte, que tem a

31 função de fazer as pessoas pensarem, corre perigo de desaparecer.

32 Os exemplos do que é chamado de arte tecnológica hoje não vão muito além de um passatempo

33 intelectual desenraizado. Os instrumentos tecnológicos atuais não impedem que a arte continue

34 a existir. Mas os primórdios dessa arte digital ou computacional não possuem resultados nem

35 próximos de algo como um Picasso, um Monet, ou a arte dos Estados Unidos dos anos 1960, que

36 era extremamente questionadora.

37 Revista: A maneira como tomamos decisões é cultural. Escolhemos uma coisa porque

38 aprendemos que é melhor ou mais ética do que outra. Uma máquina que toma decisões

39 a partir de conceitos éticos "universais" será capaz de mudar nossa expressão

40 cultural?

41 TC: A maneira como tomamos decisões é realmente uma questão cultural, de hábito. Não

42 existem conceitos universais. E o livre arbítrio do ser humano é ilusão. Hoje, estão oferecendo

43 empregos para quem conseguir "injetar" ética em um algoritmo. O grande problema dessa

44 cultura computacional é que não existe como injetar uma ética de escolha em um algoritmo

45 simplesmente porque a humanidade não é capaz de identificar ou de concordar quanto a seus

46 valores. Não podemos esperar que a cultura computacional resolva um problema que não

47 conseguimos equacionar no nosso dia ___ dia.

48 A maneira como tomamos decisões pode mudar de acordo com nossas origens e com nossa

49 etnia, por exemplo, e uma máquina de inteligência artificial poderá modificar isso. Só que não é

50 algo que vá acontecer rapidamente. Se o mundo tiver tempo para que o processo siga seu curso,

51 e não sei se temos esse tempo pela frente, é possível que haja uma homogeneização. Neste

52 momento, porém, estamos elogiando a diversidade, que significa valores diferentes, conflitos e

53 discórdia. A pergunta é: queremos culturas homogêneas?

(Revista Época – 18/11/2019 - www.revistaepoca.com.br – adaptação.)

Quantas outras alterações deveriam, obrigatoriamente, ser feitas caso substituíssemos a palavra “arte” por sua forma plural no seguinte trecho “mas esse tipo de arte, que tem a função de fazer as pessoas pensarem, corre perigo de desaparecer”, retirado do texto?

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O futuro da cultura na era dos computadores


O professor e especialista em política cultural Teixeira Coelho discute o que pode acontecer com cultura e a arte em um mundo polarizado e dominado pelas novas tecnologias

01 Revista: Com a globalização, imaginamos um mundo em que as culturas regionais

02 seriam soterradas por manifestações de potências como os EUA. No entanto, parece

03 haver um leve renascimento e uma diversificação da identidade cultural. As redes

04 sociais diluíram um pouco dessa influência massificadora?

05 TC: Eu chamo essas redes de antissociais, porque elas promovem a divisão, o ódio e a situação

06 do 50-50, dois grupos que se opõem frontalmente. Temos como exemplos o Brexit, os Estados

07 Unidos e o Brasil.

08 Não sei se houve uma diluição da influência da indústria cultural. Se pesquisarmos serviços de

09 streaming de vídeo, podemos encontrar uma série finlandesa, sueca ou até brasileira, mas a

10 média dos produtos é bastante codificada. Sim, é possível ter uma brecha para manifestações

11 diferentes. Isso aconteceu, por exemplo, com a E. L. James, que escreveu 50 Tons de Cinza. Ela

12 pulou as barreiras da editora, da distribuição, da livraria e da crítica e entrou no mercado. O que

13 nós ganhamos com seus livros eu não sei, mas ela ganhou muito. Não discuto que essas brechas

14 podem vir a ser usadas de maneira criativa, mas não é o que acontece no momento.

15 Todo mundo ficou muito entusiasmado com a internet pela possibilidade de transgredir as

16 barreiras e a censura dos estados, só que isso não aconteceu. s vezes, não temos uma censura

17 política ou religiosa, mas batemos de frente com uma barreira econômica. Ainda estamos na

18 infância desse instrumento novo e sem uma noção clara de para onde vamos. Hoje é possível

19 fazer o seu filme e colocar no YouTube. É fácil. Só não sei se o saldo da iniciativa aponta para a

20 diversificação das manifestações artísticas. A globalização não conseguiu pasteurizar tudo, mas

21 também não temos a liberdade que pensamos que teríamos no início.

22 Revista: A obra de arte vai sobreviver ___ novidades tecnológicas, vai continuar

23 contundente e questionadora ou pode se tornar mais massificada e inócua?

24 TC: A questão é saber se a arte que conhecemos na modernidade da civilização ocidental, crítica

25 e questionadora, vai continuar a existir. O questionamento está sendo cerceado. Um desafio para

26 a arte, por exemplo, é o politicamente correto. Não só a censura exterior continua existindo,

27 mas há também a censura interior do artista. Aquela arte que veio ___ tona no final do século

28 XIX estava livre do Estado, da igreja, dos partidos políticos e do comprador burguês. O pintor

29 Monet, por exemplo, passou a fazer o que queria. Se alguém comprava uma obra dele, ótimo,

30 se não, tudo bem. Ele tinha condições de fazer isso, claro, mas esse tipo de arte, que tem a

31 função de fazer as pessoas pensarem, corre perigo de desaparecer.

32 Os exemplos do que é chamado de arte tecnológica hoje não vão muito além de um passatempo

33 intelectual desenraizado. Os instrumentos tecnológicos atuais não impedem que a arte continue

34 a existir. Mas os primórdios dessa arte digital ou computacional não possuem resultados nem

35 próximos de algo como um Picasso, um Monet, ou a arte dos Estados Unidos dos anos 1960, que

36 era extremamente questionadora.

37 Revista: A maneira como tomamos decisões é cultural. Escolhemos uma coisa porque

38 aprendemos que é melhor ou mais ética do que outra. Uma máquina que toma decisões

39 a partir de conceitos éticos "universais" será capaz de mudar nossa expressão

40 cultural?

41 TC: A maneira como tomamos decisões é realmente uma questão cultural, de hábito. Não

42 existem conceitos universais. E o livre arbítrio do ser humano é ilusão. Hoje, estão oferecendo

43 empregos para quem conseguir "injetar" ética em um algoritmo. O grande problema dessa

44 cultura computacional é que não existe como injetar uma ética de escolha em um algoritmo

45 simplesmente porque a humanidade não é capaz de identificar ou de concordar quanto a seus

46 valores. Não podemos esperar que a cultura computacional resolva um problema que não

47 conseguimos equacionar no nosso dia ___ dia.

48 A maneira como tomamos decisões pode mudar de acordo com nossas origens e com nossa

49 etnia, por exemplo, e uma máquina de inteligência artificial poderá modificar isso. Só que não é

50 algo que vá acontecer rapidamente. Se o mundo tiver tempo para que o processo siga seu curso,

51 e não sei se temos esse tempo pela frente, é possível que haja uma homogeneização. Neste

52 momento, porém, estamos elogiando a diversidade, que significa valores diferentes, conflitos e

53 discórdia. A pergunta é: queremos culturas homogêneas?

(Revista Época – 18/11/2019 - www.revistaepoca.com.br – adaptação.)

Assinale a alternativa na qual a palavra ‘se” tenha sido empregada como conjunção subordinativa adverbial condicional.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O futuro da cultura na era dos computadores


O professor e especialista em política cultural Teixeira Coelho discute o que pode acontecer com cultura e a arte em um mundo polarizado e dominado pelas novas tecnologias

01 Revista: Com a globalização, imaginamos um mundo em que as culturas regionais

02 seriam soterradas por manifestações de potências como os EUA. No entanto, parece

03 haver um leve renascimento e uma diversificação da identidade cultural. As redes

04 sociais diluíram um pouco dessa influência massificadora?

05 TC: Eu chamo essas redes de antissociais, porque elas promovem a divisão, o ódio e a situação

06 do 50-50, dois grupos que se opõem frontalmente. Temos como exemplos o Brexit, os Estados

07 Unidos e o Brasil.

08 Não sei se houve uma diluição da influência da indústria cultural. Se pesquisarmos serviços de

09 streaming de vídeo, podemos encontrar uma série finlandesa, sueca ou até brasileira, mas a

10 média dos produtos é bastante codificada. Sim, é possível ter uma brecha para manifestações

11 diferentes. Isso aconteceu, por exemplo, com a E. L. James, que escreveu 50 Tons de Cinza. Ela

12 pulou as barreiras da editora, da distribuição, da livraria e da crítica e entrou no mercado. O que

13 nós ganhamos com seus livros eu não sei, mas ela ganhou muito. Não discuto que essas brechas

14 podem vir a ser usadas de maneira criativa, mas não é o que acontece no momento.

15 Todo mundo ficou muito entusiasmado com a internet pela possibilidade de transgredir as

16 barreiras e a censura dos estados, só que isso não aconteceu. s vezes, não temos uma censura

17 política ou religiosa, mas batemos de frente com uma barreira econômica. Ainda estamos na

18 infância desse instrumento novo e sem uma noção clara de para onde vamos. Hoje é possível

19 fazer o seu filme e colocar no YouTube. É fácil. Só não sei se o saldo da iniciativa aponta para a

20 diversificação das manifestações artísticas. A globalização não conseguiu pasteurizar tudo, mas

21 também não temos a liberdade que pensamos que teríamos no início.

22 Revista: A obra de arte vai sobreviver ___ novidades tecnológicas, vai continuar

23 contundente e questionadora ou pode se tornar mais massificada e inócua?

24 TC: A questão é saber se a arte que conhecemos na modernidade da civilização ocidental, crítica

25 e questionadora, vai continuar a existir. O questionamento está sendo cerceado. Um desafio para

26 a arte, por exemplo, é o politicamente correto. Não só a censura exterior continua existindo,

27 mas há também a censura interior do artista. Aquela arte que veio ___ tona no final do século

28 XIX estava livre do Estado, da igreja, dos partidos políticos e do comprador burguês. O pintor

29 Monet, por exemplo, passou a fazer o que queria. Se alguém comprava uma obra dele, ótimo,

30 se não, tudo bem. Ele tinha condições de fazer isso, claro, mas esse tipo de arte, que tem a

31 função de fazer as pessoas pensarem, corre perigo de desaparecer.

32 Os exemplos do que é chamado de arte tecnológica hoje não vão muito além de um passatempo

33 intelectual desenraizado. Os instrumentos tecnológicos atuais não impedem que a arte continue

34 a existir. Mas os primórdios dessa arte digital ou computacional não possuem resultados nem

35 próximos de algo como um Picasso, um Monet, ou a arte dos Estados Unidos dos anos 1960, que

36 era extremamente questionadora.

37 Revista: A maneira como tomamos decisões é cultural. Escolhemos uma coisa porque

38 aprendemos que é melhor ou mais ética do que outra. Uma máquina que toma decisões

39 a partir de conceitos éticos "universais" será capaz de mudar nossa expressão

40 cultural?

41 TC: A maneira como tomamos decisões é realmente uma questão cultural, de hábito. Não

42 existem conceitos universais. E o livre arbítrio do ser humano é ilusão. Hoje, estão oferecendo

43 empregos para quem conseguir "injetar" ética em um algoritmo. O grande problema dessa

44 cultura computacional é que não existe como injetar uma ética de escolha em um algoritmo

45 simplesmente porque a humanidade não é capaz de identificar ou de concordar quanto a seus

46 valores. Não podemos esperar que a cultura computacional resolva um problema que não

47 conseguimos equacionar no nosso dia ___ dia.

48 A maneira como tomamos decisões pode mudar de acordo com nossas origens e com nossa

49 etnia, por exemplo, e uma máquina de inteligência artificial poderá modificar isso. Só que não é

50 algo que vá acontecer rapidamente. Se o mundo tiver tempo para que o processo siga seu curso,

51 e não sei se temos esse tempo pela frente, é possível que haja uma homogeneização. Neste

52 momento, porém, estamos elogiando a diversidade, que significa valores diferentes, conflitos e

53 discórdia. A pergunta é: queremos culturas homogêneas?

(Revista Época – 18/11/2019 - www.revistaepoca.com.br – adaptação.)

Analise as assertivas a seguir a respeito do trecho “Todo mundo ficou muito entusiasmado com a internet”, retirado do texto:

I. A expressão “todo mundo” poderia ser substituída por “todo o mundo” sem alteração do sentido original do trecho.

II. O trecho destacado apresenta a ocorrência de dois pronomes indefinidos.

III. A palavra “entusiasmado” é sinônimo de “empolgado”.

Quais estão corretas?

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O futuro da cultura na era dos computadores


O professor e especialista em política cultural Teixeira Coelho discute o que pode acontecer com cultura e a arte em um mundo polarizado e dominado pelas novas tecnologias

01 Revista: Com a globalização, imaginamos um mundo em que as culturas regionais

02 seriam soterradas por manifestações de potências como os EUA. No entanto, parece

03 haver um leve renascimento e uma diversificação da identidade cultural. As redes

04 sociais diluíram um pouco dessa influência massificadora?

05 TC: Eu chamo essas redes de antissociais, porque elas promovem a divisão, o ódio e a situação

06 do 50-50, dois grupos que se opõem frontalmente. Temos como exemplos o Brexit, os Estados

07 Unidos e o Brasil.

08 Não sei se houve uma diluição da influência da indústria cultural. Se pesquisarmos serviços de

09 streaming de vídeo, podemos encontrar uma série finlandesa, sueca ou até brasileira, mas a

10 média dos produtos é bastante codificada. Sim, é possível ter uma brecha para manifestações

11 diferentes. Isso aconteceu, por exemplo, com a E. L. James, que escreveu 50 Tons de Cinza. Ela

12 pulou as barreiras da editora, da distribuição, da livraria e da crítica e entrou no mercado. O que

13 nós ganhamos com seus livros eu não sei, mas ela ganhou muito. Não discuto que essas brechas

14 podem vir a ser usadas de maneira criativa, mas não é o que acontece no momento.

15 Todo mundo ficou muito entusiasmado com a internet pela possibilidade de transgredir as

16 barreiras e a censura dos estados, só que isso não aconteceu. s vezes, não temos uma censura

17 política ou religiosa, mas batemos de frente com uma barreira econômica. Ainda estamos na

18 infância desse instrumento novo e sem uma noção clara de para onde vamos. Hoje é possível

19 fazer o seu filme e colocar no YouTube. É fácil. Só não sei se o saldo da iniciativa aponta para a

20 diversificação das manifestações artísticas. A globalização não conseguiu pasteurizar tudo, mas

21 também não temos a liberdade que pensamos que teríamos no início.

22 Revista: A obra de arte vai sobreviver ___ novidades tecnológicas, vai continuar

23 contundente e questionadora ou pode se tornar mais massificada e inócua?

24 TC: A questão é saber se a arte que conhecemos na modernidade da civilização ocidental, crítica

25 e questionadora, vai continuar a existir. O questionamento está sendo cerceado. Um desafio para

26 a arte, por exemplo, é o politicamente correto. Não só a censura exterior continua existindo,

27 mas há também a censura interior do artista. Aquela arte que veio ___ tona no final do século

28 XIX estava livre do Estado, da igreja, dos partidos políticos e do comprador burguês. O pintor

29 Monet, por exemplo, passou a fazer o que queria. Se alguém comprava uma obra dele, ótimo,

30 se não, tudo bem. Ele tinha condições de fazer isso, claro, mas esse tipo de arte, que tem a

31 função de fazer as pessoas pensarem, corre perigo de desaparecer.

32 Os exemplos do que é chamado de arte tecnológica hoje não vão muito além de um passatempo

33 intelectual desenraizado. Os instrumentos tecnológicos atuais não impedem que a arte continue

34 a existir. Mas os primórdios dessa arte digital ou computacional não possuem resultados nem

35 próximos de algo como um Picasso, um Monet, ou a arte dos Estados Unidos dos anos 1960, que

36 era extremamente questionadora.

37 Revista: A maneira como tomamos decisões é cultural. Escolhemos uma coisa porque

38 aprendemos que é melhor ou mais ética do que outra. Uma máquina que toma decisões

39 a partir de conceitos éticos "universais" será capaz de mudar nossa expressão

40 cultural?

41 TC: A maneira como tomamos decisões é realmente uma questão cultural, de hábito. Não

42 existem conceitos universais. E o livre arbítrio do ser humano é ilusão. Hoje, estão oferecendo

43 empregos para quem conseguir "injetar" ética em um algoritmo. O grande problema dessa

44 cultura computacional é que não existe como injetar uma ética de escolha em um algoritmo

45 simplesmente porque a humanidade não é capaz de identificar ou de concordar quanto a seus

46 valores. Não podemos esperar que a cultura computacional resolva um problema que não

47 conseguimos equacionar no nosso dia ___ dia.

48 A maneira como tomamos decisões pode mudar de acordo com nossas origens e com nossa

49 etnia, por exemplo, e uma máquina de inteligência artificial poderá modificar isso. Só que não é

50 algo que vá acontecer rapidamente. Se o mundo tiver tempo para que o processo siga seu curso,

51 e não sei se temos esse tempo pela frente, é possível que haja uma homogeneização. Neste

52 momento, porém, estamos elogiando a diversidade, que significa valores diferentes, conflitos e

53 discórdia. A pergunta é: queremos culturas homogêneas?

(Revista Época – 18/11/2019 - www.revistaepoca.com.br – adaptação.)

Assinale a alternativa que NÃO apresenta emprego de figuras de linguagem.

 

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Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O futuro da cultura na era dos computadores


O professor e especialista em política cultural Teixeira Coelho discute o que pode acontecer com cultura e a arte em um mundo polarizado e dominado pelas novas tecnologias

01 Revista: Com a globalização, imaginamos um mundo em que as culturas regionais

02 seriam soterradas por manifestações de potências como os EUA. No entanto, parece

03 haver um leve renascimento e uma diversificação da identidade cultural. As redes

04 sociais diluíram um pouco dessa influência massificadora?

05 TC: Eu chamo essas redes de antissociais, porque elas promovem a divisão, o ódio e a situação

06 do 50-50, dois grupos que se opõem frontalmente. Temos como exemplos o Brexit, os Estados

07 Unidos e o Brasil.

08 Não sei se houve uma diluição da influência da indústria cultural. Se pesquisarmos serviços de

09 streaming de vídeo, podemos encontrar uma série finlandesa, sueca ou até brasileira, mas a

10 média dos produtos é bastante codificada. Sim, é possível ter uma brecha para manifestações

11 diferentes. Isso aconteceu, por exemplo, com a E. L. James, que escreveu 50 Tons de Cinza. Ela

12 pulou as barreiras da editora, da distribuição, da livraria e da crítica e entrou no mercado. O que

13 nós ganhamos com seus livros eu não sei, mas ela ganhou muito. Não discuto que essas brechas

14 podem vir a ser usadas de maneira criativa, mas não é o que acontece no momento.

15 Todo mundo ficou muito entusiasmado com a internet pela possibilidade de transgredir as

16 barreiras e a censura dos estados, só que isso não aconteceu. s vezes, não temos uma censura

17 política ou religiosa, mas batemos de frente com uma barreira econômica. Ainda estamos na

18 infância desse instrumento novo e sem uma noção clara de para onde vamos. Hoje é possível

19 fazer o seu filme e colocar no YouTube. É fácil. Só não sei se o saldo da iniciativa aponta para a

20 diversificação das manifestações artísticas. A globalização não conseguiu pasteurizar tudo, mas

21 também não temos a liberdade que pensamos que teríamos no início.

22 Revista: A obra de arte vai sobreviver ___ novidades tecnológicas, vai continuar

23 contundente e questionadora ou pode se tornar mais massificada e inócua?

24 TC: A questão é saber se a arte que conhecemos na modernidade da civilização ocidental, crítica

25 e questionadora, vai continuar a existir. O questionamento está sendo cerceado. Um desafio para

26 a arte, por exemplo, é o politicamente correto. Não só a censura exterior continua existindo,

27 mas há também a censura interior do artista. Aquela arte que veio ___ tona no final do século

28 XIX estava livre do Estado, da igreja, dos partidos políticos e do comprador burguês. O pintor

29 Monet, por exemplo, passou a fazer o que queria. Se alguém comprava uma obra dele, ótimo,

30 se não, tudo bem. Ele tinha condições de fazer isso, claro, mas esse tipo de arte, que tem a

31 função de fazer as pessoas pensarem, corre perigo de desaparecer.

32 Os exemplos do que é chamado de arte tecnológica hoje não vão muito além de um passatempo

33 intelectual desenraizado. Os instrumentos tecnológicos atuais não impedem que a arte continue

34 a existir. Mas os primórdios dessa arte digital ou computacional não possuem resultados nem

35 próximos de algo como um Picasso, um Monet, ou a arte dos Estados Unidos dos anos 1960, que

36 era extremamente questionadora.

37 Revista: A maneira como tomamos decisões é cultural. Escolhemos uma coisa porque

38 aprendemos que é melhor ou mais ética do que outra. Uma máquina que toma decisões

39 a partir de conceitos éticos "universais" será capaz de mudar nossa expressão

40 cultural?

41 TC: A maneira como tomamos decisões é realmente uma questão cultural, de hábito. Não

42 existem conceitos universais. E o livre arbítrio do ser humano é ilusão. Hoje, estão oferecendo

43 empregos para quem conseguir "injetar" ética em um algoritmo. O grande problema dessa

44 cultura computacional é que não existe como injetar uma ética de escolha em um algoritmo

45 simplesmente porque a humanidade não é capaz de identificar ou de concordar quanto a seus

46 valores. Não podemos esperar que a cultura computacional resolva um problema que não

47 conseguimos equacionar no nosso dia ___ dia.

48 A maneira como tomamos decisões pode mudar de acordo com nossas origens e com nossa

49 etnia, por exemplo, e uma máquina de inteligência artificial poderá modificar isso. Só que não é

50 algo que vá acontecer rapidamente. Se o mundo tiver tempo para que o processo siga seu curso,

51 e não sei se temos esse tempo pela frente, é possível que haja uma homogeneização. Neste

52 momento, porém, estamos elogiando a diversidade, que significa valores diferentes, conflitos e

53 discórdia. A pergunta é: queremos culturas homogêneas?

(Revista Época – 18/11/2019 - www.revistaepoca.com.br – adaptação.)

Na linha 50, tem-se a ocorrência da locução conjuntiva “para que”. Seu valor semântico indica ______________ e poderia ser substituída por ___________ desde que _____________ alterações no período a fim de que se mantenham a correção gramatical.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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