Foram encontradas 40 questões.
Sabendo que a ≠ b, uma expressão que simplifica
é:
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Após simplificar a expressão:
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o resultado obtido é igual a:
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Segundo Ângela Klein, no livro Alfabetização , quem tem medo de ensinar, publicado pela Cortez em 1996, as categorias fundamentais para descrição de uma teoria crítica da educação seriam história, totalidade e luta de classes. Para a descrição das teorias críticas em educação, podemos assegurar que:
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Segundo Tizuko Kishimoto, no livro Jogos Tradicionais Infantis, editado pela editora Vozes, o jogo tradicional está sempre em transformação, incorporando criações anônimas das gerações que vão se sucedendo. Acerca desses jogos, é verdadeiro afirmar.
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Acerca das Tendências Pedagógicas da prática escolar, sistematizadas por José Carlos Libâneo em seu livro Democratização da Escola Pública, é correto afirmar.
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André Chervel estuda a história das disciplinas, as disciplinas escolares como criações do sistema escolar e mostra como todo conhecimento sofre a ação pedagógica num processo chamado transposição didática. Segundo esse autor, esse processo visa:
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Na organização curricular de uma escola, o planejamento é ação determinante dos resultados satisfatórios de aprendizagem. Assim, segundo Gandin e Cruz, no livro Planejamento da Sala de Aula, publicado em 2014, a escola deve ter um plano com os seguintes marcos:
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O valor da soma(37,3 +(7/2))quando expressa como uma fração irredutível é igual a:
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Temos um par de dados comuns, cada um com seis faces que são numeradas com os inteiros de 1 a 6. Ambos os dados são honestos (ou seja, ao jogarmos cada dado, todos os seis números têm a mesma probabilidade de serem obtidos). Qual a probabilidade de que o conjunto dos números obtidos seja o conjunto {3,6}?
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Furacões com ventos ininterruptos de 117 km/h, ou mais, foram classificados por Herbert Saffir e Robert Simpson, então diretor do Centro Nacional de Furacões (CNF) nos Estados Unidos, no início dos anos 1970. A escala Saffir-Simpson atribui uma categoria de 1 a 5 a cada furacão. Essa classificação é considerada simplista por muitos cientistas, pois a atribuição da categoria baseia-se tão somente na velocidade dos ventos, ignorando outros importantes fatores que podem influenciar na quantidade de danos causados, como o nível de inundação ou o fato do furacão atingir uma área urbana ou uma área rural. Apesar disso, Saffir e Simpson também propuseram estimativas para a altura da elevação do nível do mar e para a pressão atmosférica, em cada categoria, como indicados na tabela abaixo. Em 2009, o CNF removeu essas estimativas da escala, após constatar que em certos furacões, como no Katrina (2005) e no Ike (2008), a quantidade de inundação foi maior do que a prevista na escala, e em outros, como no Charley (2004), tal quantidade foi menor do que a prevista. Hoje, as estimativas de inundação são feitas baseadas em modelos computadorizados e não na escala de Saffir-Simpson.

Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_furacões_de_Saffir-Simpson e https://en.wikipedia.org/wiki/Saffir–Simpson_scale
Com base no texto e na tabela, podemos interpretar corretamente que:
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