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Rossignoli* assevera que “o ensino de Sintaxe não se pode resumir à prática metalinguística de analisar termos e orações. [...] Ao professor de Sintaxe, portanto, competiria inteirar-se das teorias gramaticais ortodoxas e confrontá-las com teorizações modernas, ensejando, de acordo com o nível de seus alunos, atividades de reflexão sobre a língua. Sob esse sentido, a gramática tradicional poderá se constituir num instigante texto-base”; baseando-se em tal enunciado, esse professor, em sua prática didático-pedagógica, deve EVITAR:
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A gramática tradicional sentencia que o elo semântico interoracional da explicação se estabelece por meio da coordenação, entretanto há exemplos em que a explicação e a causa, a qual ocorre, em nível interoracional, pela subordinação, situam-se em pontos limítrofes. Assinale o período em que tal condição limítrofe está contida.
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De acordo com Perini*, “tradicionalmente, distinguem-se duas maneiras básicas de inserir constituintes dentro de outros constituintes: a subordinação e a coordenação”. Considerando a asserção desse gramático, a análise deste texto “A vaidade é o caminho mais curto para o paraíso da satisfação, porém ela é, ao mesmo tempo, o solo onde a burrice melhor se desenvolve” (Augusto Cury**) conduz a que afirmativa INCORRETA?
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Tendo em conta os aspectos atinentes ao processo de coordenação e ao de subordinação no nível oracional, analisa-se este pensamento “O que é ensinado em escolas e universidades não representa educação, mas são meios para obtê-la” (Ralph Waldo Emerson*).
Desse modo, tais aspectos levam à afirmação correta de que:
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Indiscutível é a relevância da significação e do contexto nas atividades relativas à produção e à compreensão de textos orais e escritos; especificamente com relação à compreensão de textos alicerçada nesse binômio (significação e contexto); aponte o item que se relaciona efetivamente a estratégias e procedimentos de leitura.
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Levando-se em conta o tratamento das práticas de produção de textos orais ou escritos, esteadas na relação entre significação e contexto, a BNCC – Base Nacional Comum Curricular* propõe algumas práticas didático-pedagógicas, entre as quais se tem:
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O professor, nas aulas de produção de textos, visa a que seu aluno seja capaz de produzir sequências textuais dotadas de sentido, a fim de este construí-las com base no seu conhecimento de mundo e nas estratégias textuais imanentes ao discente ou adquiridas por este no decorrer dos processos de ensino e aprendizagem. Uma dessas estratégias é a construção de cadeias referenciais, as quais, caso não sejam do domínio do aluno, podem implicar:
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No tocante às estratégias de textualização, considerando esta citação “Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem”*, observa-se, claramente, a construção do sentido por meio de tais estratégias, entre elas, a progressão referencial, cujo exemplo é:
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Em referência aos tipos de gramáticas, observe as definições seguintes segundo Houaiss (2009) e associe a primeira coluna à segunda, a fim de relacionar cada tipo de gramática a sua definição. Em seguida, assinale a opção que estabelece corretamente a sequência numérica de cima para baixo.
| (1) Gramática comparativa | ( ) Corresponde à descrição de uma língua a qual utiliza regras formalizadas, que constituem um conjunto de instruções inteiramente explícitas, aplicáveis mecanicamente e capazes de gerar todas as frases gramaticais de uma língua e nenhuma agramatical. |
| (2) Gramática descritiva | ( ) Trata-se de uma gramática sincrônica de uma língua, feita no modelo da gramática tradicional. |
| (3) Gramática gerativa | ( ) Seu objetivo é estabelecer normas de uso de uma língua e determinar aquilo que não se deve usar, tomando como parâmetro a variante linguística das pessoas cultas e dos bons escritores |
| (4) Gramática histórica | ( ) Coteja duas ou mais línguas ou dois estágios de uma mesma língua, confrontando suas estruturas fonéticas e morfológicas. |
| (5) Gramática prescritiva | ( ) Representa o estudo das mudanças sucessivas dos sistemas (fonético, morfológico, gramatical) de uma língua. |
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Com base neste excerto “Além disso — prossegue Irene —, somos obrigados a estudar e a saber conjugar de cor tempos verbais que muito raramente são empregados na língua diária. Por outro lado, há tempos verbais que simplesmente nunca são mostrados nas gramáticas e nos livros didáticos, como se não existissem, e que a gente emprega o tempo todo” (BAGNO, 2006)*, observa-se a constante crítica às gramáticas cujas regras se sustentam no português-padrão, na norma culta, ou seja, não elencam formas também corretas da flexão verbal, muito frequentemente empregadas em situações reais de comunicação, quando muito, apenas as mencionam sem lhes conferir o caráter de correção devido. Toma-se como exemplo desse caso:
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