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2638336 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Uma das ideias fora de lugar que assolam a sociedade brasileira é aquela segundo a qual a sonegação não é um mal tão grande — até porque parte do dinheiro dos impostos vai mesmo para o bolso dos corruptos. Na semana passada, esse ponto de vista desatinado estava implícito na repercussão provocada pela sentença contra a sócia da loja de luxo Daslu, condenada a 94 anos e seis meses de prisão por importação fraudulenta com o objetivo de sonegar impostos. Nos dias seguintes, houve quem se escandalizasse com o fato de a pena ser maior que a de muitos assassinos e até quem defendesse o fim da restrição à liberdade para crimes contra o sistema financeiro. De fato, quase um século é uma pena duríssima, e é certo que ela será reformada para muito menos nos tribunais superiores. Ainda assim, é preciso punir com cana dura a dona da Daslu e seus cúmplices, se o Brasil quiser figurar no rol das nações civilizadas. Pelo simples fato de que sonegação, o objetivo final das patranhas da quadrilha de luxo, é roubo — e do pior tipo.

Como ninguém gosta de pagar imposto, em qualquer país sério a punição a quem sonega é brava. Um piloto paulista de Fórmula Indy, por exemplo, corre o risco de pegar 35 anos de cana nos Estados Unidos da América. Ele é acusado de sonegar 5 milhões de dólares. Os promotores americanos são especialmente rígidos com celebridades, para dar o exemplo a outros sonegadores — e o efeito pedagógico costuma ser imediato.

Laura Diniz. Sonegar é roubar. In: Veja, ed.
2.107, ano 42, n.º 14, 8/4/2009 (com adaptações).

Acerca das ideias e da estrutura do texto acima, julgue o próximo item.

Se, no lugar de “patranhas”, fosse empregado o vocábulo mentiras, pode-se afirmar que o termo estaria adequado ao contexto apresentado na reportagem.

 

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2638335 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Uma das ideias fora de lugar que assolam a sociedade brasileira é aquela segundo a qual a sonegação não é um mal tão grande — até porque parte do dinheiro dos impostos vai mesmo para o bolso dos corruptos. Na semana passada, esse ponto de vista desatinado estava implícito na repercussão provocada pela sentença contra a sócia da loja de luxo Daslu, condenada a 94 anos e seis meses de prisão por importação fraudulenta com o objetivo de sonegar impostos. Nos dias seguintes, houve quem se escandalizasse com o fato de a pena ser maior que a de muitos assassinos e até quem defendesse o fim da restrição à liberdade para crimes contra o sistema financeiro. De fato, quase um século é uma pena duríssima, e é certo que ela será reformada para muito menos nos tribunais superiores. Ainda assim, é preciso punir com cana dura a dona da Daslu e seus cúmplices, se o Brasil quiser figurar no rol das nações civilizadas. Pelo simples fato de que sonegação, o objetivo final das patranhas da quadrilha de luxo, é roubo — e do pior tipo.

Como ninguém gosta de pagar imposto, em qualquer país sério a punição a quem sonega é brava. Um piloto paulista de Fórmula Indy, por exemplo, corre o risco de pegar 35 anos de cana nos Estados Unidos da América. Ele é acusado de sonegar 5 milhões de dólares. Os promotores americanos são especialmente rígidos com celebridades, para dar o exemplo a outros sonegadores — e o efeito pedagógico costuma ser imediato.

Laura Diniz. Sonegar é roubar. In: Veja, ed.
2.107, ano 42, n.º 14, 8/4/2009 (com adaptações).

Acerca das ideias e da estrutura do texto acima, julgue o próximo item.

Na linha, está implícito o uso da forma verbal “houve” após a conjunção “e”.

 

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2638334 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Uma das ideias fora de lugar que assolam a sociedade brasileira é aquela segundo a qual a sonegação não é um mal tão grande — até porque parte do dinheiro dos impostos vai mesmo para o bolso dos corruptos. Na semana passada, esse ponto de vista desatinado estava implícito na repercussão provocada pela sentença contra a sócia da loja de luxo Daslu, condenada a 94 anos e seis meses de prisão por importação fraudulenta com o objetivo de sonegar impostos. Nos dias seguintes, houve quem se escandalizasse com o fato de a pena ser maior que a de muitos assassinos e até quem defendesse o fim da restrição à liberdade para crimes contra o sistema financeiro. De fato, quase um século é uma pena duríssima, e é certo que ela será reformada para muito menos nos tribunais superiores. Ainda assim, é preciso punir com cana dura a dona da Daslu e seus cúmplices, se o Brasil quiser figurar no rol das nações civilizadas. Pelo simples fato de que sonegação, o objetivo final das patranhas da quadrilha de luxo, é roubo — e do pior tipo.

Como ninguém gosta de pagar imposto, em qualquer país sério a punição a quem sonega é brava. Um piloto paulista de Fórmula Indy, por exemplo, corre o risco de pegar 35 anos de cana nos Estados Unidos da América. Ele é acusado de sonegar 5 milhões de dólares. Os promotores americanos são especialmente rígidos com celebridades, para dar o exemplo a outros sonegadores — e o efeito pedagógico costuma ser imediato.

Laura Diniz. Sonegar é roubar. In: Veja, ed.
2.107, ano 42, n.º 14, 8/4/2009 (com adaptações).

Acerca das ideias e da estrutura do texto acima, julgue o próximo item.

Depreende-se da leitura do texto que, quanto maior é o nível de desenvolvimento de um país, maior é a punição aos sonegadores de impostos.

 

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2638333 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Uma das ideias fora de lugar que assolam a sociedade brasileira é aquela segundo a qual a sonegação não é um mal tão grande — até porque parte do dinheiro dos impostos vai mesmo para o bolso dos corruptos. Na semana passada, esse ponto de vista desatinado estava implícito na repercussão provocada pela sentença contra a sócia da loja de luxo Daslu, condenada a 94 anos e seis meses de prisão por importação fraudulenta com o objetivo de sonegar impostos. Nos dias seguintes, houve quem se escandalizasse com o fato de a pena ser maior que a de muitos assassinos e até quem defendesse o fim da restrição à liberdade para crimes contra o sistema financeiro. De fato, quase um século é uma pena duríssima, e é certo que ela será reformada para muito menos nos tribunais superiores. Ainda assim, é preciso punir com cana dura a dona da Daslu e seus cúmplices, se o Brasil quiser figurar no rol das nações civilizadas. Pelo simples fato de que sonegação, o objetivo final das patranhas da quadrilha de luxo, é roubo — e do pior tipo.

Como ninguém gosta de pagar imposto, em qualquer país sério a punição a quem sonega é brava. Um piloto paulista de Fórmula Indy, por exemplo, corre o risco de pegar 35 anos de cana nos Estados Unidos da América. Ele é acusado de sonegar 5 milhões de dólares. Os promotores americanos são especialmente rígidos com celebridades, para dar o exemplo a outros sonegadores — e o efeito pedagógico costuma ser imediato.

Laura Diniz. Sonegar é roubar. In: Veja, ed.
2.107, ano 42, n.º 14, 8/4/2009 (com adaptações).

Acerca das ideias e da estrutura do texto acima, julgue o próximo item.

A partir da leitura do texto, é possível inferir que a sociedade brasileira, em geral, não percebe como crime de alta gravidade a sonegação de impostos.

 

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2638332 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Uma das ideias fora de lugar que assolam a sociedade brasileira é aquela segundo a qual a sonegação não é um mal tão grande — até porque parte do dinheiro dos impostos vai mesmo para o bolso dos corruptos. Na semana passada, esse ponto de vista desatinado estava implícito na repercussão provocada pela sentença contra a sócia da loja de luxo Daslu, condenada a 94 anos e seis meses de prisão por importação fraudulenta com o objetivo de sonegar impostos. Nos dias seguintes, houve quem se escandalizasse com o fato de a pena ser maior que a de muitos assassinos e até quem defendesse o fim da restrição à liberdade para crimes contra o sistema financeiro. De fato, quase um século é uma pena duríssima, e é certo que ela será reformada para muito menos nos tribunais superiores. Ainda assim, é preciso punir com cana dura a dona da Daslu e seus cúmplices, se o Brasil quiser figurar no rol das nações civilizadas. Pelo simples fato de que sonegação, o objetivo final das patranhas da quadrilha de luxo, é roubo — e do pior tipo.

Como ninguém gosta de pagar imposto, em qualquer país sério a punição a quem sonega é brava. Um piloto paulista de Fórmula Indy, por exemplo, corre o risco de pegar 35 anos de cana nos Estados Unidos da América. Ele é acusado de sonegar 5 milhões de dólares. Os promotores americanos são especialmente rígidos com celebridades, para dar o exemplo a outros sonegadores — e o efeito pedagógico costuma ser imediato.

Laura Diniz. Sonegar é roubar. In: Veja, ed.
2.107, ano 42, n.º 14, 8/4/2009 (com adaptações).

Acerca das ideias e da estrutura do texto acima, julgue o próximo item.

O crime de sonegação de impostos é pouco grave, visto que não oferece risco direto à vida humana.

 

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2638331 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional no mês passado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e seis projetos de lei. É um conjunto que altera de forma substantiva o processo eleitoral no Brasil: estabelece percentual mínimo de votos para os partidos políticos terem direito a funcionamento pleno (a chamada cláusula de barreira); determina que, nas eleições legislativas, será escolhido o partido e não o candidato, por meio de listas fechadas; faz as campanhas eleitorais serem exclusivamente financiadas com recursos públicos; dá maior flexibilidade para quem tem mandato trocar de partido em ano de eleição; cria restrições para coligações entre partidos, que passam a ser vedadas em eleições para o Legislativo e, no caso das eleições para o Executivo, não dão mais direito à soma do horário de rádio e televisão dos diferentes partidos; e impede a eleição de candidatos que respondam a processo na justiça.

Paulo Silva Pinto e Daniela Schubnel. O que precisa mudar. In: Revista Indústria
Brasileira, ano 9, n.º 97, mar./2009. Brasília - Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Com base no texto acima, julgue o item a seguir acerca de suas ideias e estruturas linguísticas.

No corpo do texto, são enumeradas seis possíveis mudanças no processo eleitoral brasileiro.

 

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2638330 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional no mês passado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e seis projetos de lei. É um conjunto que altera de forma substantiva o processo eleitoral no Brasil: estabelece percentual mínimo de votos para os partidos políticos terem direito a funcionamento pleno (a chamada cláusula de barreira); determina que, nas eleições legislativas, será escolhido o partido e não o candidato, por meio de listas fechadas; faz as campanhas eleitorais serem exclusivamente financiadas com recursos públicos; dá maior flexibilidade para quem tem mandato trocar de partido em ano de eleição; cria restrições para coligações entre partidos, que passam a ser vedadas em eleições para o Legislativo e, no caso das eleições para o Executivo, não dão mais direito à soma do horário de rádio e televisão dos diferentes partidos; e impede a eleição de candidatos que respondam a processo na justiça.

Paulo Silva Pinto e Daniela Schubnel. O que precisa mudar. In: Revista Indústria
Brasileira, ano 9, n.º 97, mar./2009. Brasília - Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Com base no texto acima, julgue o item a seguir acerca de suas ideias e estruturas linguísticas.

Em “que respondam a processo na justiça”, a ausência do sinal indicativo de crase deve-se à forma genérica com que foi empregado o termo “processo”.

 

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2638329 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional no mês passado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e seis projetos de lei. É um conjunto que altera de forma substantiva o processo eleitoral no Brasil: estabelece percentual mínimo de votos para os partidos políticos terem direito a funcionamento pleno (a chamada cláusula de barreira); determina que, nas eleições legislativas, será escolhido o partido e não o candidato, por meio de listas fechadas; faz as campanhas eleitorais serem exclusivamente financiadas com recursos públicos; dá maior flexibilidade para quem tem mandato trocar de partido em ano de eleição; cria restrições para coligações entre partidos, que passam a ser vedadas em eleições para o Legislativo e, no caso das eleições para o Executivo, não dão mais direito à soma do horário de rádio e televisão dos diferentes partidos; e impede a eleição de candidatos que respondam a processo na justiça.

Paulo Silva Pinto e Daniela Schubnel. O que precisa mudar. In: Revista Indústria
Brasileira, ano 9, n.º 97, mar./2009. Brasília - Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Com base no texto acima, julgue o item a seguir acerca de suas ideias e estruturas linguísticas.

No trecho “dá maior flexibilidade para quem tem mandato trocar de partido em ano de eleição”, a expressão “maior flexibilidade” completa o sentido de “dá”, assim como “para quem tem mandato” completa o sentido de “flexibilidade”.

 

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2638328 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional no mês passado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e seis projetos de lei. É um conjunto que altera de forma substantiva o processo eleitoral no Brasil: estabelece percentual mínimo de votos para os partidos políticos terem direito a funcionamento pleno (a chamada cláusula de barreira); determina que, nas eleições legislativas, será escolhido o partido e não o candidato, por meio de listas fechadas; faz as campanhas eleitorais serem exclusivamente financiadas com recursos públicos; dá maior flexibilidade para quem tem mandato trocar de partido em ano de eleição; cria restrições para coligações entre partidos, que passam a ser vedadas em eleições para o Legislativo e, no caso das eleições para o Executivo, não dão mais direito à soma do horário de rádio e televisão dos diferentes partidos; e impede a eleição de candidatos que respondam a processo na justiça.

Paulo Silva Pinto e Daniela Schubnel. O que precisa mudar. In: Revista Indústria
Brasileira, ano 9, n.º 97, mar./2009. Brasília - Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Com base no texto acima, julgue o item a seguir acerca de suas ideias e estruturas linguísticas.

As propostas a serem analisadas pelo Congresso Nacional não afetam diretamente o processo de sufrágio no Brasil.

 

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2638327 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional no mês passado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e seis projetos de lei. É um conjunto que altera de forma substantiva o processo eleitoral no Brasil: estabelece percentual mínimo de votos para os partidos políticos terem direito a funcionamento pleno (a chamada cláusula de barreira); determina que, nas eleições legislativas, será escolhido o partido e não o candidato, por meio de listas fechadas; faz as campanhas eleitorais serem exclusivamente financiadas com recursos públicos; dá maior flexibilidade para quem tem mandato trocar de partido em ano de eleição; cria restrições para coligações entre partidos, que passam a ser vedadas em eleições para o Legislativo e, no caso das eleições para o Executivo, não dão mais direito à soma do horário de rádio e televisão dos diferentes partidos; e impede a eleição de candidatos que respondam a processo na justiça.

Paulo Silva Pinto e Daniela Schubnel. O que precisa mudar. In: Revista Indústria
Brasileira, ano 9, n.º 97, mar./2009. Brasília - Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Com base no texto acima, julgue o item a seguir acerca de suas ideias e estruturas linguísticas.

As formas verbais que introduzem as mudanças sugeridas no processo eleitoral brasileiro encontram-se no singular por fazerem referência a “proposta”.

 

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