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1341112
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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No projeto de software, é comum a adoção de padrões, entre eles, o Padrão GRASP. Analise as afirmativas abaixo.
I - O Padrão GRASP descreve os princípios fundamentais da atribuição de responsabilidades a objetos, expressas na forma de padrões.
II - O Padrão GRASP ajuda a compreender melhor a utilização de vários do paradigma OO, em projetos mais complexos.
III - O Padrão GRASP explora os princípios fundamentais de sistemas OO, distribuídos em 12 padrões fundamentais e 3 padrões avançados.
Para a situação apresentada, está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
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O produto das raízes da equação !$ x^2 + 2x −15 !$ é igual a
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O esboço de gráfico que melhor representa a função!$ f : [−\pi ,\pi ]\rightarrow \mathbb{R} !$, definida por !$ f (x) = { \large 1 \over 2} (sen x + cos x - sen(-x) - cos(-x)) -1 !$, é
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A MÁGICA DA EDUCAÇÃO
Vale a pena refletir sobre o elo entre a Educação e o que acontece com nossa vida profissional!$ ^{A)} !$. Sabemos que, ao deixar a Escola e encontrar um emprego, o número de anos de estudo é o mais poderoso determinante do que vamos ganhar. Como regra geral, quanto mais se estuda, mais o salário inicial é elevado — embora varie de acordo com a oferta e a procura de competências. Se acreditamos que o contracheque reflete a nossa contribuição para a produtividade da empresa, os anos de estudo são a maior fonte de progresso. É o que Adam Smith dizia e que já foi exaustivamente medido!$ ^{D)} !$.
De fato, quanto maior o estoque de Educação com o qual iniciamos a vida profissional, mais ganhamos. Ou seja, no dia em que pleiteamos um emprego, o mercado valoriza o que aprendemos na Escola. Portanto, há boas razões para a Escola ensinar bem aquilo que conta para um bom desempenho profissional!$ ^{B)} !$.
Mas os números contam mais histórias. Quem estudou pouco ou nada não só começa com um salário medíocre, mas permanece a vida toda no mesmo nível. Já para os que têm mais Educação, no curso da sua vida profissional, o salário pode duplicar ou triplicar. Esses aumentos são espantosamente maiores do que o benefício de entrar mais educado no mercado de trabalho — no caso, comparado com quem tem menos Escolaridade.
Nosso primeiro salário reflete aqueles conhecimentos que a Escola nos deu e que o mercado valoriza. É fácil entender. Mas o que explicaria o avanço ao longo da carreira, se já havíamos parado de estudar? Como esquecemos muito do aprendido na Escola, até não seria absurdo pensar que o salário encolheria.
Em boa medida as empresas remuneram de acordo com a capacidade de produzir de cada um — e com a escassez relativa daquele perfil de mão de obra —, mas não precisamos aqui entrar nesses complicadores. Se pagam cada vez mais, ao longo da nossa carreira, se o salário segue crescendo, isso significa que nos tornamos mais produtivos. É forçoso concluir que, de alguma forma, continuamos aprendendo!$ ^{C)} !$. Ficamos mais educados, apesar de não estarmos mais na Escola.
Em outras palavras, os aumentos ao longo dos anos só podem ser explicados pela capacidade de aprender com a experiência vivida. Esse amadurecimento ao longo da vida — fortemente influenciado pela nossa Educação formal prévia — metamorfoseia-se em maior produtividade. Eis a mágica da Educação!
Visto de outra maneira, o que aprendemos na Escola e tem uso imediato aumenta os salários, mas não tanto. Conta mais o que aprendemos depois. Logo, seja do ponto de vista individual, seja do da empresa, o aprendizado mais valorizado economicamente é aquele que se dá durante a vida profissional, não antes. Essa conclusão, além de curiosa, não é sem consequências.
Tudo o que puder ser feito para maximizar o aprendizado ao longo da nossa carreira se traduz em avanços nos rendimentos. É importante lembrar, conta a qualidade da Educação que tivemos. Não são quantos fatos e fórmulas decoramos, mas a capacidade de ler, escrever, pensar, decifrar o mundo ao nosso redor, bem como identificar e encontrar soluções para os problemas que vão aparecendo.
Pela vida afora, ajudará tudo o que possa facilitar, incentivar e promover o aprendizado, até o máximo condizente com o potencial de cada um. Ajudam os cursos, mentores, estágios ou grupos de discussão. Essa é a boa tese da Educação Permanente. Mas nem tudo vem de fora. Também funciona o esforço próprio, autodidata, de maneira totalmente informal. E, mais ainda, avançamos mercê de uma insaciável curiosidade e de uma atitude de sempre fazer perguntas e procurar respostas. O que importa é a busca incansável de formas de alimentar a nossa sede de conhecimentos e de novas soluções.
Nossa carreira depende do esforço para continuar a aprender. O tesouro da Educação não está no diploma e no que Ensinou a Escola, mas sim no que ela nos permite crescer depois.
(CASTRO, Cláudio de Moura. A Mágica da Educação. Revista Veja, São Paulo, 6 de março de 2013, p. 20.)
A palavra ‘que’ exerce diferentes e importantes funções na construção textual e, entre essas funções, está a de retomar e substituir um termo anteriormente expresso. Nesse caso, classifica-se gramaticalmente como pronome relativo. Assinale a única alternativa na qual a palavra ‘que’ não exerce a função referida.
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1341099
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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O comando em HTML <font face=modern> texto</font> permite:
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
São receitas correntes, EXCETO
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1341089
Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Para a implementação de uma política de não deterioração significativa da qualidade do ar, as áreas de todo território nacional devem ser enquadradas em classes, de acordo com a classificação de uso. As áreas de observação, lazer e turismo, tais como parques nacionais e estaduais, reservas e estações ecológicas, estâncias hidrominerais, onde deverá ser mantida a qualidade do ar em nível o mais próximo possível do verificado sem a intervenção antropogênica, são enquadradas como
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A BOA ESCOLA
Meu brilhante colega Gustavo Ioschpe, uma das mais lúcidas vozes no que diz respeito à educação, escreveu sobre o que é um bom professor. Eu já começava este artigo sobre o que acho que deva ser uma boa escola, então aqui vai.
Primeiro, a escola tem de existir. No Brasil há incrivelmente poucas escolas em relação à necessidade real. Têm de existir escolas para todas as crianças, em todas as comunidades, as mais remotas, com qualidades básicas: não ultrapassar o número de alunos bem acomodados, e que eles não tenham de se locomover para muito longe; instalações dignas, que vão das mesas às paredes, telhado, pátio para diversão e recreio, lugar para exercício físico e esportes; instalações sanitárias decentes, cozinha para alimentar os que não comem suficientemente em casa; alguém com experiência médica ou de enfermagem para atender os que precisarem. Em cada sala de aula, naturalmente, uma boa prateleira com livros, sem dúvida, doados pelos governos federal, estadual, municipal. E que ali se ensine bem o essencial: aritmética, bom uso da linguagem, noções de história e geografia para que saibam quem são e onde no mundo se situam. Falei até aqui apenas de ensino elementar em escolas menos privilegiadas economicamente. Em comunidades mais resolvidas nesse sentido, tudo isso não será apenas bom, mas excelente, desde a parte material até professores muito bem preparados que sejam bem exigidos e bem pagos.
No chamado 2.º grau, além de livros, quem sabe computadores, mas – ainda que escandalizando alguns – creio que esses objetos maravilhosos, que eu mesma uso constantemente, não substituem um bom professor. E que, nesse degrau da vida, todos sejam preparados para a universidade, desde que queiram e possam. Pois nem todos querem uma carreira universitária, nem todos têm capacidade para isso: para eles, excelentes escolas técnicas, depois das quais podem ter mais ganho financeiro do que a maioria dos profissionais liberais. Professores com mestrado e se possível doutorado, diretores que conheçam administração, psicólogos que conheçam psicologia, todos com saber e postura que os alunos respeitem a fim de que possam aprender.
Finalmente a universidade, que enganosamente se julga ser o único destino digno de todo mundo (já mencionei acima os cursos técnicos cada dia melhores e mais especializados). Universidade precisa existir, mas não na abundância das escolas elementares. É incompreensível e desastrosa a multiplicação de faculdades de medicina, por exemplo, cujas falhas terão efeitos dramáticos sobre vidas humanas. Temos pelo país muitas onde alunos não estudam anatomia, pois não há biotério, não têm aulas práticas, pois não há hospital-escola. Essa é uma realidade assustadora, mas bastante comum, que, parece, tenta-se corrigir. Dessas pseudofaculdades sairão alunos reprovados nas essenciais provas do CRM, mas que eventualmente vão trabalhar sem condição de atender pacientes. Faculdades de direito pululam pelo país, sem professores habilitados, sem boas bibliotecas, formando advogados que nem escrever razoavelmente conseguem, além de desconhecer as leis – e reprovados aos magotes nas importantíssimas provas da OAB. Coisa semelhante aconteceria com faculdades de engenharia mal preparadas, se existirem, de onde precisam sair profissionais que garantam segurança em obras diversas, de edifícios, casas, estradas, pontes. Vejam que aqui comentei apenas alguns dos inúmeros cursos existentes, muitos com excelente nível, mas não se ignorem os que não têm condições de funcionar, e mesmo assim... existem. Em todas essas fases, segundo cada nível, incluam-se professores bem preparados, muito dedicados, e decentemente pagos – professor não é sacerdote nem faquir.
O que aqui escrevo é mero, simples, bom-senso. Todos têm direito de receber a educação que os coloque no mundo sabendo ler, escrever, pensar, calcular, tendo ideia do que são e onde se encontram, e podendo aspirar a crescer mais. Isso é dever de todos os governos. E é nosso dever esperar isso deles.
(LUFT, Lya. A Boa Escola. Revista Veja, 24 de fevereiro de 2013, p.22.)
Considere o termo destacado no trecho: “Dessas pseudofaculdades sairão alunos reprovados nas essenciais provas do CRM...”
Tendo em vista os elementos formadores da palavra destacada, assinale a alternativa que identifica a sua significação no contexto em que foi utilizada.
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A BOA ESCOLA
Meu brilhante colega Gustavo Ioschpe, uma das mais lúcidas vozes no que diz respeito à educação, escreveu sobre o que é um bom professor. Eu já começava este artigo sobre o que acho que deva ser uma boa escola, então aqui vai.
Primeiro, a escola tem de existir. No Brasil há incrivelmente poucas escolas em relação à necessidade real. Têm de existir escolas para todas as crianças, em todas as comunidades, as mais remotas, com qualidades básicas: não ultrapassar o número de alunos bem acomodados, e que eles não tenham de se locomover para muito longe; instalações dignas, que vão das mesas às paredes, telhado, pátio para diversão e recreio, lugar para exercício físico e esportes; instalações sanitárias decentes, cozinha para alimentar os que não comem suficientemente em casa; alguém com experiência médica ou de enfermagem para atender os que precisarem. Em cada sala de aula, naturalmente, uma boa prateleira com livros, sem dúvida, doados pelos governos federal, estadual, municipal. E que ali se ensine bem o essencial: aritmética, bom uso da linguagem, noções de história e geografia para que saibam quem são e onde no mundo se situam. Falei até aqui apenas de ensino elementar em escolas menos privilegiadas economicamente. Em comunidades mais resolvidas nesse sentido, tudo isso não será apenas bom, mas excelente, desde a parte material até professores muito bem preparados que sejam bem exigidos e bem pagos.
No chamado 2.º grau, além de livros, quem sabe computadores, mas – ainda que escandalizando alguns – creio que esses objetos maravilhosos, que eu mesma uso constantemente, não substituem um bom professor. E que, nesse degrau da vida, todos sejam preparados para a universidade, desde que queiram e possam. Pois nem todos querem uma carreira universitária, nem todos têm capacidade para isso: para eles, excelentes escolas técnicas, depois das quais podem ter mais ganho financeiro do que a maioria dos profissionais liberais. Professores com mestrado e se possível doutorado, diretores que conheçam administração, psicólogos que conheçam psicologia, todos com saber e postura que os alunos respeitem a fim de que possam aprender.
Finalmente a universidade, que enganosamente se julga ser o único destino digno de todo mundo (já mencionei acima os cursos técnicos cada dia melhores e mais especializados). Universidade precisa existir, mas não na abundância das escolas elementares. É incompreensível e desastrosa a multiplicação de faculdades de medicina, por exemplo, cujas falhas terão efeitos dramáticos sobre vidas humanas. Temos pelo país muitas onde alunos não estudam anatomia, pois não há biotério, não têm aulas práticas, pois não há hospital-escola. Essa é uma realidade assustadora, mas bastante comum, que, parece, tenta-se corrigir. Dessas pseudofaculdades sairão alunos reprovados nas essenciais provas do CRM, mas que eventualmente vão trabalhar sem condição de atender pacientes. Faculdades de direito pululam pelo país, sem professores habilitados, sem boas bibliotecas, formando advogados que nem escrever razoavelmente conseguem, além de desconhecer as leis – e reprovados aos magotes nas importantíssimas provas da OAB. Coisa semelhante aconteceria com faculdades de engenharia mal preparadas, se existirem, de onde precisam sair profissionais que garantam segurança em obras diversas, de edifícios, casas, estradas, pontes. Vejam que aqui comentei apenas alguns dos inúmeros cursos existentes, muitos com excelente nível, mas não se ignorem os que não têm condições de funcionar, e mesmo assim... existem. Em todas essas fases, segundo cada nível, incluam-se professores bem preparados, muito dedicados, e decentemente pagos – professor não é sacerdote nem faquir.
O que aqui escrevo é mero, simples, bom-senso. Todos têm direito de receber a educação que os coloque no mundo sabendo ler, escrever, pensar, calcular, tendo ideia do que são e onde se encontram, e podendo aspirar a crescer mais. Isso é dever de todos os governos. E é nosso dever esperar isso deles.
(LUFT, Lya. A Boa Escola. Revista Veja, 24 de fevereiro de 2013, p.22.)
No contexto em que foi usada, a afirmação da autora “... professor não é sacerdote nem faquir” significa:
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Quanto à formalização de contratos advindos de processo licitatório, é CORRETO afirmar:
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