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Por tratar diretamente das relações humanas, o Orientador Educacional pode ter suas funções confundidas com as de um psicológico. Essa confusão, no entanto, deve ser evitada, porque, embora também lide com problemas de convivência e com dificuldades de aprendizagem das crianças, a função do orientador:
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O planejamento escolar serve para questionar e explicitar o que será ensinado e por quais motivos. Assim, ele esboça as intenções da instituição de ensino, explicitando o que cada turma ou professor espera atingir ao final do período letivo contemplado no plano.
É importante basear-se nas diretrizes repassadas pelo MEC — por meio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), por exemplo — e pelas secretarias municipais e estaduais.
Além disso, cabe lembrar que a escola também tem liberdade para acrescentar seus próprios projetos e conteúdos no currículo. Isso porque o planejamento não deve limitar-se aos conteúdos curriculares previstos por lei, mas deve focar-se ainda em cumprir a missão proposta pela escola em seu Projeto Político Pedagógico (PPP), considerando seus valores e o tipo de cidadão que pretende formar.
Outro ponto indispensável e que contempla tanto a questão curricular em si, quanto sua finalidade, é:
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A Educação de Jovens e Adultos – EJA - é uma modalidade de ensino que percorre todos os níveis da Educação Básica. Ela é destinada aos jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso à escolarização na idade apropriada. Permite que o aluno retome os estudos e os conclua o curso em menos tempo.
A EJA do Ensino Fundamental destina-se a jovens a partir de 15 anos que não completaram esse segmento da Educação Básica.
A EJA do Ensino Médio destina-se a alunos maiores de:
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Exaustiva e desafiadora, a indisciplina representa uma enorme dificuldade para o trabalho dos professores. A indisciplina é a transgressão de dois tipos de regras.

1- O primeiro tipo são as regras morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater. Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação.
2- O segundo tipo são as chamadas regras convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos. Aqui entram as que tratam do uso do celular e da conversa em sala de aula, por exemplo. Nesse caso, a questão não pode ser fechada. Ela varia de escola para escola ou ainda dentro de uma mesma instituição, conforme o momento. Afinal, o diálogo durante a aula pode não ser considerado indisciplina se ele se referir ao conteúdo tratado no momento.
Com referência à tirinha do Calvin e ao texto, apresentados acima, podemos afirmar que:
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- LegislaçãoLei 10.639/2003: Obrigatoriedade Temática - História e Cultura Afro-Brasileira
O Brasil é um país multiétnico e pluricultural, portanto todos devem ser incluídos, e ter garantido o direito de aprender e de desenvolver conhecimentos, sem precisar negar a sua identidade, nem a sua ascendência étnico/racial. O Brasil é o segundo país de maior população negra do mundo.
O parecer CNE/CP nº 003/2004, de 10/3/2004, homologado em 19 de maio de 2004, estabelece as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico raciais e traz orientações de como a Lei 10.639/2003 deve ser implementada. Este Parecer visa regulamentar a alteração ocasionada à Lei 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela Lei 10639/2003 que estabelece a obrigatoriedade:
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Estudos recentes sugerem que a escola e a família, em conjunto, lidem com a violência social, construindo verdadeiramente uma sociedade de tolerância. O mais importante, insistem, é partir para a ação, construindo com adultos, crianças e jovens estratégias de um trabalho cooperativo, que vise ao bem comum, evitando a todo custo, práticas individualistas, premiações e competições ainda tão valorizadas por toda a sociedade.
Este movimento é conhecido como a criação de uma:
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A construção da identidade profissional de professor depende, em grande parte, das formas de organização do trabalho escolar. Depende de uma boa estrutura de coordenação pedagógica, que proponha e gerencie o projeto pedagógico, articulando o trabalho de vários profissionais, apresentando ideias inovadoras e provocando a constante reflexão na prática e sobre a prática escolar.
Portanto, o pedagogo escolar deverá ser:
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Dentro do movimento escolanovista, desenvolveu se nos Estados Unidos uma de suas mais destacadas correntes, a Pedagogia Pragmática ou Progressivista, cujo principal representante é John Dewey.
As ideias desse educador exerceram uma significativa influência no movimento da Escola Nova na América Latina e, particularmente, no Brasil.
Formou se, então, o Movimento dos Pioneiros da Escola Nova, cuja atuação foi decisiva na formulação da política educacional, na legislação, na investigação acadêmica e na prática escolar.
Esse movimento, no Brasil, foi liderado por:
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A década de 1980 foi marcada por um movimento de democratização no Brasil e no exterior. Nessa época, o mundo começou a questionar o modelo de Estado intervencionista, no qual as decisões tomadas nas instituições eram centralizadoras e verticalizadas - inclusive na escola.
Nesse contexto, em 1988, o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública começou a empreender esforços para que fosse instituída uma gestão democrática do ensino público, que garantisse autonomia a cada instituição de ensino. Existia uma necessidade latente para que as escolas se adaptassem às novas realidades.
Como consequência, o projeto pedagógico foi instituído na Constituição de 1988. A partir de então, a realidade local de cada comunidade começou a fazer parte das considerações gerais a serem analisadas na definição das diretrizes de uma escola. Como consequência, em 1996:
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Para Jussara Hoffmann, “a prática avaliativa não deve ser uma ação improvisada ou mesmo rotineira, pois o olhar do professor pode se perder em meio à dinâmica complexa e múltipla do cotidiano escolar, observando e/ou registrando fatos ou aspectos que não são os mais significativos em termos das necessidades e interesses dos alunos.”
Portanto, a avaliação da aprendizagem caracteriza se como uma ação contínua e intencional que se dá em três tempos, cada um deles de forma intencional por parte do professor, são eles:
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