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“As escolas não podem ser analisadas fora do tempo e lugar que atuam, pois refletem interesses sociais e individuais. Mesmo cumprindo visões determinadas, se modificam, pois são construídas pela história sociocultural e profissional de seus personagens em seus sonhos e possibilidades.
Para Forquin, a escola constitui um mundo social com características próprias, modos de regulação e transgressão e gestão simbólica. Hoje, ser professor inclui conhecer o cotidiano educacional, sabendo que não se trata de uma receita única, mas de uma cultura que não ignora os sujeitos e seu ambiente de entorno.”
(https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/o cotidiano escolar como reflexao 9unr6tiizuiad6si05ygpkifi/)
Nesse sentido, cabe ao profissional da educação:
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Ao lado do professor, o Orientador Educacional zela pelo processo de aprendizagem e formação dos estudantes, por meio do auxílio ao docente na compreensão dos comportamentos das crianças e jovens. Ou seja: enquanto o professor se ocupa em cumprir o currículo disciplinar, o orientador educacional se preocupa com os conteúdos atitudinais, o chamado currículo oculto. Nele, entram aspectos que os alunos aprendem na escola de forma não explícita, são:
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A escola não pode ser mais uma instituição isolada em si mesma, separada da realidade em que se situa. Ela deve estar integrada e interagir com a vida social da comunidade.
A exigência da participação da família dos alunos na organização e gestão da escola, corresponde a novas formas de relações entre escola, sociedade e trabalho. Essas formas repercutem na escola, nas práticas de:
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Pedro Demo, pesquisador e sociólogo, discute os termos competências e habilidades, desvelando uma série de desafios do século XXI frente às inovações tecnológicas. Dá ênfase ao desenvolvimento do espírito científico dos estudantes de todos os níveis de ensino, sugerindo habilidades eternas: saber manusear fontes, inquirir dados e narrativas, desconstruir e reconstruir teorias e análises, tendo como meta principal um olhar próprio, crítico e autocrítico.
De acordo com as teorias contemporâneas sobre educação integral, sugere, ainda, que se exercite, nos alunos:
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1º Integrar os conteúdos.
2º Passar de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do conhecimento.
3º Superar a dicotomia entre ensino e pesquisa, considerando o estudo e a pesquisa a partir da contribuição das diversas ciências.
Os objetivos acima relacionados são característicos:Provas
Atualmente são valorizados três tipos de saber: o “saber dizer”, que se relaciona à aprendizagem de conceitos e informações; o “saber fazer”, que tem a ver com a questão dos procedimentos; e o “saber conviver”, que diz respeito a:
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O setor pedagógico de uma escola compreende as atividades de coordenação pedagógica e orientação educacional. As funções desses especialistas variam conforme a legislação estadual e municipal, sendo que, em muitos lugares, suas atribuições são unificadas em um só profissional ou são desempenhadas por professores.
O coordenador pedagógico deve prestar assistência pedagógica aos professores em suas respectivas disciplinas, no que diz respeito ao trabalho com os alunos.
Ao orientador educacional, cabe:
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A participação dos pais na vida escolar dos filhos é fundamental para garantir a qualidade da Educação. Uma boa forma de acompanhar o trabalho feito pelos gestores, docentes e funcionários da escola, e de se envolver diretamente nas decisões que serão tomadas, é o que sugere a meta 19 do Plano Nacional de Educação (PNE), que propõe estratégias para assegurar condições à gestão democrática da educação. Uma dessas estratégias é:
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A boa relação médico-paciente é fundamental para se comporem informações que permitam um bom raciocínio clínico e, dessa forma, obterem-se hipóteses que conduzam a diagnóstico correto e a adequada abordagem terapêutica. De acordo com a divisão de Loyd Smith Jr., as expectativas do paciente podem ser agrupadas em cinco itens fundamentais. Acerca desse assunto, é correto afirmar que:
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Letramento remete às habilidades do sujeito de movimentar-se num mundo povoado de textos, tanto como leitor quanto como autor de novos textos, a enriquecer o patrimônio de enunciados concretos disponível em diferentes esferas da comunicação social de uma dada sociedade. O conceito não se limita aos processos de iniciação ao mundo da escrita, como se "letramento" fosse o nome a se dar à iniciação dos sujeitos sociais num mundo a que, por este processo, passaria a ter acesso. Uma escola, qualquer que seja a escola, não poderia adotar níveis de letramento distintos para sujeitos sociais distintos, trabalhando para que alguns apenas cheguem a "respostas adequadas" ao seu contexto e levando outros a um letramento que lhes permita compreender as relações sociais, aprofundá-las ou trabalhar para modificá-las de forma crítica. Uma escola jamais poderá pôr como seus objetivos "respostas adequadas", mas, sim, respostas críticas e, para chegar ao nível da crítica, é preciso definir-se como lugar de ensino-aprendizagem não da totalidade dos campos das atividades humanas (e, portanto, introdutora dos sujeitos sociais a todos os gêneros de discurso), mas de áreas socialmente privilegiadas que levem à constituição de sujeitos sociais críticos e eticamente responsáveis. In: GERALDI, J. W. A produção dos diferentes letramentos. São Paulo, v. 9, n. 2, p. 25-34, 2014 (adaptado).
Considerando a leitura do trecho, infere-se que letramento:
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