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A teoria dos conflitos vem sofrendo transformações desde a década de 30. Desde então, foram diversas as mudanças na concepção sobre como o conflito deve ser “encarado”. Entre as décadas de 70 e 80, a ciência reformulou o conceito sobre o conflito e como lidar com ele, que permanece aceito até os dias atuais. A essa nova concepção foi dado o nome de visão interacionista. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que representa a visão interacionista do conflito.
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Dadas as afirmativas quanto aos objetivos da atividade de avaliação de cargos,
I. Criar consistência interna de salários na organização.
II. Comparar os salários pagos na organização com os pagos em outras organizações.
III. Conhecer e diferenciar o nível de contribuição dos cargos para a organização.
IV. Propor salários compatíveis com o desempenho dos ocupantes dos cargos.
verifica-se que estão corretas apenas
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Dadas as afirmativas sobre os conceitos e as características do assédio moral no trabalho,
I. O assédio em um local de trabalho decorre de toda e qualquer conduta desrespeitosa para com o trabalhador, manifestada por comportamentos, palavras, atos, gestos ou escritos, praticados com habitualidade.
II. O assédio em um local de trabalho decorre de qualquer conduta desrespeitosa para com o trabalhador, manifestada por comportamentos, palavras, atos, gestos ou escritos, mesmo que manifestados uma única vez.
III. O assédio em um local de trabalho divide-se em vertical descendente, vertical ascendente, horizontal e misto.
IV. O assédio vertical descendente é o tipo mais comum e se divide em assédio perverso, assédio estratégico e assédio institucional.
verifica-se que estão corretas apenas
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O gol é necessário
No futebol, o gol é o pão do povo. Quando dava gol em nossos campos, o torcedor pegava o seu pão no estádio aos gritos de contentamento e ficava a saboreá-lo com os amigos durante uma semana. A gestação do gol era tão séria que os jornais publicavam nos dias seguintes o seu diagrama.
O torcedor não mudou, continuando como sempre com sede de gol: mudou o futebol. Vai-se tornando avaro esse esporte, pois, vivendo à custa do consumidor, nega a mercadoria pela qual este paga, não à vista, mas antes de ver gols. O homem da arquibancada, sequioso de tentos de seu clube, é ainda o único homem-gol, pois o presidente do clube, os vice-presidentes, o tesoureiro, os conselheiros, o diretor de futebol e seus parentes, os beneméritos, o técnico, o médico, o massagista, o roupeiro, todos eles se batem com unhas, dentes e risquinhos no quadro negro pelo futebol das trincheiras, à base de contra-ataques, o futebol sem a mácula do gol, amarrado, aferrolhado, no qual os jogadores não devem jogar propriamente, mas construir um muro onde a bola chutada pelo adversário repique e retorne: uma nova modalidade da pelota basca com frontão.
O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol: preferível que seja um duro mestre pedreiro, capaz de construir em campo o muro que impeça a bola de passar. Os jogadores, reduzidos à condição de tijolos e reboco, não precisam ter habilidade: preferível que sejam uns manguarões quadrados, limitando com abundância de espaço material as possibilidades de penetração da bola. E assim, após cada jogo, babam-se de vaidade ao microfone os generais dessa batalha sem tiros: o time que eles comandam ganhou de 1 a 0, ou perdeu de 1 a 0 ou o resultado ficou num zero a zero oco, demonstrando que o futebol moderninho atingiu o máximo da perfeição negativa: o marcador em branco, o plano da alimentação popular sem alimento, o jardim sem plantas, o viveiro sem passarinhos, o véu da noiva virginalmente alvo.
[...]
CAMPOS, Paulo Mendes. O gol é necessário. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p. 21-22.
Dadas as afirmações que seguem, de acordo com as ideias contidas no texto,
I. O narrador expõe o seu pensamento sobre o futebol e faz uma analogia entre o gol e o pão.
II. Para o narrador, o gol é “alimento” do povo, porque se constitui em uma das alegrias do futebol.
III. O narrador considera o público o único que ainda sente saudades dos tempos em que o gol era indispensável ao futebol, já que todos os demais envolvidos no universo do futebol o apoiam na defesa.
IV. Em: “O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol [...]”, há presença de ironia, uma vez que se afirma algo querendo apontar para o inverso do que se afirma.
verifica-se que estão corretas
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Lavagem cerebral
[...]
O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não para pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Qualquer tipo de racismo não se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar
Com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo é racista mas não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da “elite”
Não participe
Pois como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
[...]
Disponível em: <http://letras.mus.br/gabriel-pensador/66182/>. Acesso em 10 maio 2014.
Assinale a alternativa que explica os versos: “Precisamos da lavagem cerebral pra acabar / Com esse lixo que é uma herança cultural”.
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A teoria da dissonância cognitiva elaborada por Festinges é estudada pelos profissionais de recursos humanos em função da sua importância para a compreensão dos fenômenos psicológicos que ocorrem com os funcionários, sobretudo com relação à percepção que possuem sobre a organização do mundo em geral. Dadas as afirmativas abaixo,
I. João é formado em engenharia e atua na área de gestão de recursos humanos.
II. Maria é contra o fumo e trabalha em uma organização que produz tabaco.
III. Carmen trabalha em uma organização em que maioria das pessoas possui religião diferente da sua.
IV. Diogo possui alguns valores contrários aos que são adotados na organização onde trabalha.
V. Renato é frequentemente advertido por seu chefe, em função dos atrasos ao chegar ao trabalho.
identifique aquelas que apresentam situações de dissonância cognitiva.
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Há consenso quanto ao fato de que o gestor de recursos humanos possui o papel de contribuir para a transformação da cultura da organização. Nessa perspectiva, um dos maiores desafios está na capacidade desse profissional em ajudar os integrantes, principalmente aqueles que atuam nas funções gerenciais, a atualizar suas concepções sobre as relações de trabalho. Dentre as concepções a serem trabalhadas, encontramos a mecanicista e a holística. Com base nos princípios dessas duas concepções, dadas as afirmativas abaixo,
I. A competição é a mola que move as empresas.
II. O dinheiro é o motivador máximo das pessoas.
III. Os gerentes são a cabeça do planejamento. Os trabalhadores são o corpo, são os que executam.
IV. Somente o topo da organização deve conhecer as estratégias e as metas.
V. A motivação vem do atendimento às necessidades.
verifica-se que
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Quer continuar a respirar? Comece a preservar.
Fundação S.O.S. Mata Atlântica.
A relação semântica estabelecida entre as duas orações justapostas é de
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Sabe-se que, numa sala de aula, 20 alunos gostam de Matemática, dos quais 4 também gostam de Português e não gostam de Química. Sabe-se também que todos os 12 alunos que gostam de Química gostam, além desta matéria, apenas de Matemática. Com base nessas informações, qual o número exato de alunos dessa sala?
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É. Eu me acostumo mas não me amanso. Por Deus! Eu me dou melhor com os bichos do que com gente. Quando vejo o meu cavalo livre e solto no prado – tenho vontade de encostar meu rosto no seu vigoroso pescoço e contar-lhe a minha vida. E quando acaricio a cabeça de meu cão – sei que ele não exige que eu faça sentido ou me explique.
LISPECTOR, Clarice. A Hora da Estrela. São Paulo: Rocco, 1998.
No texto narrativo de Clarice Lispector, os travessões foram utilizados para
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