Magna Concursos

Foram encontradas 30 questões.

3425168 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
Provas:

Uma paciente de 60 anos de idade dá entrada no serviço de urgência após ter ingerido vários comprimidos de lítio, medicação da qual faz uso há anos.

Seus familiares a encontraram e a trouxeram para o serviço de saúde. Além da estabilização clínica da paciente, o médico responsável pelo atendimento deverá considerar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3425167 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
Provas:

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços de saúde municipais, abertos, comunitários, que oferecem atendimento diário às pessoas com transtornos mentais severos e persistentes.

Com relação aos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3425166 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
Provas:

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) pode ser facilmente confundido com outros distúrbios psiquiátricos. Além disso, o TDAH pode ser acompanhado de comorbidades. Assim, seu diagnóstico é, por vezes, desafiador para a prática médica. Sobre esse assunto, analise as seguintes proposições.

I. Tanto no TDAH quanto nos transtornos de ansiedade, o sintoma de desatenção é frequente, porém, enquanto nos primeiros a desatenção ocorre devido à diferencial atração por estímulos externos, atividades novas ou predileção por atividades agradáveis, na ansiedade a desatenção ocorre devido à preocupação e ruminação.

II. O diagnóstico diferencial entre TDAH e transtornos por uso de substância pode ser um problema se a primeira apresentação dos sintomas do TDAH ocorrer após o início do abuso ou do uso frequente de substâncias psicoativas.

III. A disfunção social encontrada em pessoas com transtorno do espectro autista deve ser diferenciada da falta de envolvimento social, do isolamento e da indiferença às pistas de comunicação não verbal encontrados em indivíduos com TDAH.

Estão corretas as proposições

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3425165 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
Provas:

Por vezes, sintomas da esfera psiquiátrica podem ocorrer secundariamente a doenças orgânicas, tais como doença renal crônica, hipocalcemia e hipoglicemia. Assim, é importante que o médico esteja atento a potenciais achados no exame físico que possam indicar tais doenças. Sobre esse assunto, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação da doença orgânica com os respectivos sinais e sintomas que podem ser encontrados ao exame físico.

COLUNA I

1. Doença renal crônica

2. Hipocalcemia

3. Hipoglicemia

COLUNA II

( ) Papiledema, pulso arrítmico, síndrome extrapiramidal.

( ) Edema generalizado, hipertensão e paciente hipocorado.

( ) Palpitações, sudorese e fraqueza.

Assinale a sequência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3425164 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
Provas:

O matriciamento constitui-se numa ferramenta de transformação de toda a realidade das equipes e comunidades, sendo importante que um médico conheça tal ferramenta e saiba quando solicitar um matriciamento. Considerando esse assunto, assinale com V as situações em que um matriciamento poderá ser solicitado e com F as situações em que não o deverá solicitar.

( ) Necessidade de apoio da equipe de saúde mental para abordar e conduzir um caso que exija esclarecimento diagnóstico, estruturação de um projeto terapêutico e abordagem da família.

( ) Necessidade de suporte para realização de intervenções psicossociais específicas da atenção primária, tais como para a condução de grupos de pacientes com transtornos mentais.

( ) Necessidade de apoio em estratégias para aumentar a adesão ao projeto terapêutico de pacientes com transtornos mentais graves e persistentes.

( ) Necessidade de resolução de problemas relativos ao desempenho da equipe de saúde, como quando há dificuldades nas relações pessoais envolvidas no trabalho diário.

Assinale a sequência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.


O Conselho de Direitos Humanos da ONU reconheceu, no começo de outubro, que ter o meio ambiente limpo, saudável e sustentável é um direito humano fundamental. Com a decisão, o Conselho pediu aos Estados em todo mundo que trabalhem em conjunto e com outros parceiros para implementar esse novo direito reconhecido. No Brasil, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado já consta da nossa Lei Maior. Todavia, o desafio da questão climática ainda não aparece nela de forma explícita.


Também este mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que as mudanças climáticas são a maior ameaça à saúde da humanidade. No mesmo dia, um artigo publicado na Nature Climate Change revelou que 85% da população já são afetados por mudanças climáticas induzidas pelo ser humano. O 6º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima da ONU, lançado em agosto passado, foi ainda mais alarmante em relação ao fato de que as mudanças do clima e seus impactos já estão afetando a todos em todo o planeta.


Embora as alterações do clima sejam a maior ameaça ambiental atualmente e o Governo possa fazer muito para garantir a segurança climática dos cidadãos, a palavra “clima” não aparece na Constituição Federal. Explica-se: a Constituição é de 1988 e a convenção de mudança climática foi assinada quatro anos depois, na Rio 92. Isso não significa que seja aceitável: essa ausência permite que Governos atuem contra o melhor interesse de seus cidadãos neste tema — como, por exemplo, no fraco combate ao desmatamento, que não só turbina as emissões nacionais de gases de efeito estufa, como já está afetando o regime hídrico do qual dependem nossa segurança energética, hídrica e alimentar. Para piorar, atividades econômicas altamente emissoras de gases do efeito estufa e nocivas à saúde ainda recebem muitos incentivos fiscais.


Os compromissos que o Brasil assumiu sob o Acordo climático de Paris — nossa NDC — nos colocam no caminho de um aumento médio da temperatura global de 2,5º C a 3,0º C até o fim do século, o que exporia o país a impactos gravíssimos. Alguns deles já começam a ser sentidos porque estamos muito perto do limite de 1,5º C, que poderá ser ultrapassado já na próxima década. Isso significa que teremos secas mais frequentes e severas. A maior irregularidade e redução da pluviosidade afeta diretamente os reservatórios que abastecem o país de água e energia elétrica. A água é também um insumo estratégico para a agropecuária. E afeta a todos, mas sobremaneira as populações mais carentes das periferias urbanas e rincões rurais que pouco ou nada usufruem de investimentos em adaptações às mudanças do clima.


Ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas trarão sérias consequências para a saúde pública. Há, ainda, o risco apresentado por eventos meteorológicos extremos que causam inundações e deslizamentos. Não raro, as consequências são fatais. Ao longo de nossa extensa costa ficam populosas cidades que vão perder área pela elevação do nível dos oceanos. O aumento da temperatura do mar e as mudanças na salinidade oceânica, por sua vez, afetam a pesca. O aumento do nível do mar afetará a logística dos portos, com impactos sobre o setor de exportações e commodities.Adaptações na infraestrutura serão inevitáveis. Por qualquer ângulo que se olhe, os riscos são consideráveis e não podem mais ser ignorados.


É este o contexto da minuta de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para inserção da segurança climática. Não por acaso, ela está sendo chamada de Lei Mais Urgente do Mundo. Ela propõe a inserção da segurança climática expressamente em três dispositivos estruturantes de nossa Constituição: no artigo 5º — cláusula pétrea, como Direito Humano Fundamental; no artigo 170 — princípio da Ordem Econômica e Financeira Nacional; e no artigo 225 — núcleo essencial do Direito ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado.


O objetivo é assegurar que o Estado brasileiro, independentemente do Governo vigente, trabalhe para mitigar o risco climático. […]

Disponível em: https://bityli.com/LrsiN4.

Acesso em: 29 out. 2021 (Adaptado).

De acordo com o texto, a atenuação do risco climático ocorrerá, especificamente,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A respeito da esterilização, analise as afirmativas a seguir.

I. É o processo utilizado na destruição de todos os microrganismos: bactérias, fungos, vírus e esporos por meio de agentes físicos, biológicos ou químicos.

II. O tempo necessário para que ocorra a esterilização de toda vida microbiana é variável e dependente do artigo e de suas condições de limpeza.

III. Os esterilizantes químicos ou germicidas de alto nível são antimicrobianos e atuam sobre a célula do organismo infectante. O período para ocorrer a esterilização é variado entre 3 a 18 horas.

Estão corretas as afirmativas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

São fatores que podem estar no ambiente de trabalho e hábito de vida que aumentam o risco de câncer de mama:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.


O Conselho de Direitos Humanos da ONU reconheceu, no começo de outubro, que ter o meio ambiente limpo, saudável e sustentável é um direito humano fundamental. Com a decisão, o Conselho pediu aos Estados em todo mundo que trabalhem em conjunto e com outros parceiros para implementar esse novo direito reconhecido. No Brasil, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado já consta da nossa Lei Maior. Todavia, o desafio da questão climática ainda não aparece nela de forma explícita.


Também este mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que as mudanças climáticas são a maior ameaça à saúde da humanidade. No mesmo dia, um artigo publicado na Nature Climate Change revelou que 85% da população já são afetados por mudanças climáticas induzidas pelo ser humano. O 6º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima da ONU, lançado em agosto passado, foi ainda mais alarmante em relação ao fato de que as mudanças do clima e seus impactos já estão afetando a todos em todo o planeta.


Embora as alterações do clima sejam a maior ameaça ambiental atualmente e o Governo possa fazer muito para garantir a segurança climática dos cidadãos, a palavra “clima” não aparece na Constituição Federal. Explica-se: a Constituição é de 1988 e a convenção de mudança climática foi assinada quatro anos depois, na Rio 92. Isso não significa que seja aceitável: essa ausência permite que Governos atuem contra o melhor interesse de seus cidadãos neste tema — como, por exemplo, no fraco combate ao desmatamento, que não só turbina as emissões nacionais de gases de efeito estufa, como já está afetando o regime hídrico do qual dependem nossa segurança energética, hídrica e alimentar. Para piorar, atividades econômicas altamente emissoras de gases do efeito estufa e nocivas à saúde ainda recebem muitos incentivos fiscais.


Os compromissos que o Brasil assumiu sob o Acordo climático de Paris — nossa NDC — nos colocam no caminho de um aumento médio da temperatura global de 2,5º C a 3,0º C até o fim do século, o que exporia o país a impactos gravíssimos. Alguns deles já começam a ser sentidos porque estamos muito perto do limite de 1,5º C, que poderá ser ultrapassado já na próxima década. Isso significa que teremos secas mais frequentes e severas. A maior irregularidade e redução da pluviosidade afeta diretamente os reservatórios que abastecem o país de água e energia elétrica. A água é também um insumo estratégico para a agropecuária. E afeta a todos, mas sobremaneira as populações mais carentes das periferias urbanas e rincões rurais que pouco ou nada usufruem de investimentos em adaptações às mudanças do clima.


Ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas trarão sérias consequências para a saúde pública. Há, ainda, o risco apresentado por eventos meteorológicos extremos que causam inundações e deslizamentos. Não raro, as consequências são fatais. Ao longo de nossa extensa costa ficam populosas cidades que vão perder área pela elevação do nível dos oceanos. O aumento da temperatura do mar e as mudanças na salinidade oceânica, por sua vez, afetam a pesca. O aumento do nível do mar afetará a logística dos portos, com impactos sobre o setor de exportações e commodities.Adaptações na infraestrutura serão inevitáveis. Por qualquer ângulo que se olhe, os riscos são consideráveis e não podem mais ser ignorados.


É este o contexto da minuta de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para inserção da segurança climática. Não por acaso, ela está sendo chamada de Lei Mais Urgente do Mundo. Ela propõe a inserção da segurança climática expressamente em três dispositivos estruturantes de nossa Constituição: no artigo 5º — cláusula pétrea, como Direito Humano Fundamental; no artigo 170 — princípio da Ordem Econômica e Financeira Nacional; e no artigo 225 — núcleo essencial do Direito ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado.


O objetivo é assegurar que o Estado brasileiro, independentemente do Governo vigente, trabalhe para mitigar o risco climático. […]

Disponível em: https://bityli.com/LrsiN4.

Acesso em: 29 out. 2021 (Adaptado).

Considerando o tema central do texto, assinale a alternativa que apresenta o melhor título para esse texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Analise as seguintes diretrizes.

I. Ordenação da rede

II. Continuidade do cuidado

III. Cuidado centrado na pessoa

IV. Trabalho em equipe

São diretrizes do SUS e da RAS a serem operacionalizadas na Atenção Básica

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas