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Realizar um gerenciamento de equipes exige um aproveitamento racional e eficiente dos seus recursos humanos, financeiros e organizacionais, além de uma correta delegação de responsabilidades e tarefas. O fisioterapeuta, durante o gerenciamento de equipes, pode utilizar processos de educação permanente para melhorar o comportamento da equipe.
Não é uma estratégia no processo de educação permanente:
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O matriciamento tem o objetivo de atuar no apoio técnico-pedagógico e na oferta de ações clínico-assistenciais voltadas à ampliação da capacidade assistencial dos serviços a partir do trabalho conjunto, da troca de saberes e práticas e do compartilhamento de responsabilidades entre diferentes equipes. Na reabilitação de um paciente, o matriciamento desempenha um papel importante como forma de reduzir a incapacidade, promover a independência e melhorar a qualidade de vida.
Não é um objetivo do matriciamento durante a reabilitação:
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Um paciente com ataxia cerebelar apresentando dificuldades de marcha e de equilíbrio, incoordenação com as mãos, perda na coordenação muscular, dificuldade em iniciar o movimento, bem como erros na velocidade, ritmo e sincronização das respostas procurou tratamento fisioterapêutico. A avaliação desse paciente deverá incluir a utilização de instrumentos padronizados para estabelecer um diagnóstico físico funcional em Fisioterapia.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação entre os instrumentos de avaliação e suas respectivas descrições.
COLUNA I
1. Time get up and go
2. Índice de Tinetti
3. Escala de equilíbrio de Berg
4. Escala para avaliação e graduação de ataxia
COLUNA II
( ) É composto por oito itens que fornecem uma pontuação total de 0 a 40 pontos distribuídos da seguinte forma: marcha, postura ortostática, sentar, perturbação da fala, perseguição com dedo indicador, teste de levar o dedo indicador ao nariz, movimentos rápidos alternando as mãos e deslizar do calcanhar na perna.
( ) Nesse teste, cronometra-se o tempo que o paciente leva para se levantar de uma cadeira, dar a volta em um obstáculo colocado a três metros de distância da cadeira e voltar a sentar.
( ) É composto por duas escalas: a de equilíbrio e a de marcha. A primeira possui nove itens: equilíbrio sentado, levantando, tentativas de levantar, assim que levanta, equilíbrio em pé, teste dos três tempos, olhos fechados, girando 360º e sentando. Já a segunda possui sete: início da marcha, comprimento e altura dos passos, simetria dos passos, continuidade dos passos, direção, tronco e distância dos tornozelos.
( ) Este teste é constituído por 14 tarefas comuns que envolvem equilíbrio estático e dinâmico, tais como alcançar, girar, transferir-se, permanecer em pé e levantar-se. A realização das tarefas é avaliada pela observação, e a pontuação varia de 0 a 4, totalizando o escore de 56 pontos.
Assinale a sequência correta.
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O treinamento físico é considerado a peça-chave em um programa de reabilitação pulmonar e está indicado para os pneumopatas crônicos que apresentam redução da tolerância ao exercício, dispneia ou fadiga ao esforço e limitação funcional nas atividades de vida diária.
Sobre o treinamento físico para pneumopatas em reabilitação pulmonar, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
I. A velocidade média do teste da caminhada de seis minutos e a carga máxima de trabalho atingida em um teste cardiopulmonar de esforço são utilizadas como parâmetro para prescrição da carga do treinamento de endurance.
II. O treinamento de flexibilidade engloba exercícios de alongamento, tanto para membros superiores quanto inferiores, devendo ser realizado no mínimo de duas a três vezes por semana, pois esses exercícios visam a melhorar a mobilidade torácica e a postura dos pneumopatas.
III. O treinamento de membros superiores aumenta a funcionalidade desses membros, sendo o bíceps, o tríceps, o deltoide, a grande dorsal e o peitoral os grupos musculares-alvo desse treinamento.
IV. O fato de o treinamento de força apresentar maior demanda metabólica e ventilatória torna essa modalidade inviável para indivíduos com doença pulmonar mais grave, em período de exacerbação aguda ou com comorbidades associadas no momento inicial da reabilitação pulmonar.
Assinale a sequência correta.
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Um paciente realizou a reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho direito e está em sua sexta semana de pós-operatório, na fase 2 da reabilitação. Ele se queixa de leve dor e, ao exame, apresenta derrame articular mínimo, 60% de força do quadríceps, percepção proprioceptiva e resistência muscular reduzidas, equilíbrio prejudicado na posição em pé e padrão de marcha assimétrico.
De acordo com o quadro do paciente e sua fase no programa de reabilitação, qual das condutas fisioterapêuticas é mais adequada para ele?
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU reconheceu, no começo de outubro, que ter o meio ambiente limpo, saudável e sustentável é um direito humano fundamental. Com a decisão, o Conselho pediu aos Estados em todo mundo que trabalhem em conjunto e com outros parceiros para implementar esse novo direito reconhecido. No Brasil, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado já consta da nossa Lei Maior. Todavia, o desafio da questão climática ainda não aparece nela de forma explícita.
Também este mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que as mudanças climáticas são a maior ameaça à saúde da humanidade. No mesmo dia, um artigo publicado na Nature Climate Change revelou que 85% da população já são afetados por mudanças climáticas induzidas pelo ser humano. O 6º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima da ONU, lançado em agosto passado, foi ainda mais alarmante em relação ao fato de que as mudanças do clima e seus impactos já estão afetando a todos em todo o planeta.
Embora as alterações do clima sejam a maior ameaça ambiental atualmente e o Governo possa fazer muito para garantir a segurança climática dos cidadãos, a palavra “clima” não aparece na Constituição Federal. Explica-se: a Constituição é de 1988 e a convenção de mudança climática foi assinada quatro anos depois, na Rio 92. Isso não significa que seja aceitável: essa ausência permite que Governos atuem contra o melhor interesse de seus cidadãos neste tema — como, por exemplo, no fraco combate ao desmatamento, que não só turbina as emissões nacionais de gases de efeito estufa, como já está afetando o regime hídrico do qual dependem nossa segurança energética, hídrica e alimentar. Para piorar, atividades econômicas altamente emissoras de gases do efeito estufa e nocivas à saúde ainda recebem muitos incentivos fiscais.
Os compromissos que o Brasil assumiu sob o Acordo climático de Paris — nossa NDC — nos colocam no caminho de um aumento médio da temperatura global de 2,5º C a 3,0º C até o fim do século, o que exporia o país a impactos gravíssimos. Alguns deles já começam a ser sentidos porque estamos muito perto do limite de 1,5º C, que poderá ser ultrapassado já na próxima década. Isso significa que teremos secas mais frequentes e severas. A maior irregularidade e redução da pluviosidade afeta diretamente os reservatórios que abastecem o país de água e energia elétrica. A água é também um insumo estratégico para a agropecuária. E afeta a todos, mas sobremaneira as populações mais carentes das periferias urbanas e rincões rurais que pouco ou nada usufruem de investimentos em adaptações às mudanças do clima.
Ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas trarão sérias consequências para a saúde pública. Há, ainda, o risco apresentado por eventos meteorológicos extremos que causam inundações e deslizamentos. Não raro, as consequências são fatais. Ao longo de nossa extensa costa ficam populosas cidades que vão perder área pela elevação do nível dos oceanos. O aumento da temperatura do mar e as mudanças na salinidade oceânica, por sua vez, afetam a pesca. O aumento do nível do mar afetará a logística dos portos, com impactos sobre o setor de exportações e commodities.Adaptações na infraestrutura serão inevitáveis. Por qualquer ângulo que se olhe, os riscos são consideráveis e não podem mais ser ignorados.
É este o contexto da minuta de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para inserção da segurança climática. Não por acaso, ela está sendo chamada de Lei Mais Urgente do Mundo. Ela propõe a inserção da segurança climática expressamente em três dispositivos estruturantes de nossa Constituição: no artigo 5º — cláusula pétrea, como Direito Humano Fundamental; no artigo 170 — princípio da Ordem Econômica e Financeira Nacional; e no artigo 225 — núcleo essencial do Direito ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado.
O objetivo é assegurar que o Estado brasileiro, independentemente do Governo vigente, trabalhe para mitigar o risco climático. […]
Disponível em: https://bityli.com/LrsiN4.
Acesso em: 29 out. 2021 (Adaptado).
De acordo com o texto, a atenuação do risco climático ocorrerá, especificamente,
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A respeito da esterilização, analise as afirmativas a seguir.
I. É o processo utilizado na destruição de todos os microrganismos: bactérias, fungos, vírus e esporos por meio de agentes físicos, biológicos ou químicos.
II. O tempo necessário para que ocorra a esterilização de toda vida microbiana é variável e dependente do artigo e de suas condições de limpeza.
III. Os esterilizantes químicos ou germicidas de alto nível são antimicrobianos e atuam sobre a célula do organismo infectante. O período para ocorrer a esterilização é variado entre 3 a 18 horas.
Estão corretas as afirmativas
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
São fatores que podem estar no ambiente de trabalho e hábito de vida que aumentam o risco de câncer de mama:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU reconheceu, no começo de outubro, que ter o meio ambiente limpo, saudável e sustentável é um direito humano fundamental. Com a decisão, o Conselho pediu aos Estados em todo mundo que trabalhem em conjunto e com outros parceiros para implementar esse novo direito reconhecido. No Brasil, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado já consta da nossa Lei Maior. Todavia, o desafio da questão climática ainda não aparece nela de forma explícita.
Também este mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que as mudanças climáticas são a maior ameaça à saúde da humanidade. No mesmo dia, um artigo publicado na Nature Climate Change revelou que 85% da população já são afetados por mudanças climáticas induzidas pelo ser humano. O 6º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima da ONU, lançado em agosto passado, foi ainda mais alarmante em relação ao fato de que as mudanças do clima e seus impactos já estão afetando a todos em todo o planeta.
Embora as alterações do clima sejam a maior ameaça ambiental atualmente e o Governo possa fazer muito para garantir a segurança climática dos cidadãos, a palavra “clima” não aparece na Constituição Federal. Explica-se: a Constituição é de 1988 e a convenção de mudança climática foi assinada quatro anos depois, na Rio 92. Isso não significa que seja aceitável: essa ausência permite que Governos atuem contra o melhor interesse de seus cidadãos neste tema — como, por exemplo, no fraco combate ao desmatamento, que não só turbina as emissões nacionais de gases de efeito estufa, como já está afetando o regime hídrico do qual dependem nossa segurança energética, hídrica e alimentar. Para piorar, atividades econômicas altamente emissoras de gases do efeito estufa e nocivas à saúde ainda recebem muitos incentivos fiscais.
Os compromissos que o Brasil assumiu sob o Acordo climático de Paris — nossa NDC — nos colocam no caminho de um aumento médio da temperatura global de 2,5º C a 3,0º C até o fim do século, o que exporia o país a impactos gravíssimos. Alguns deles já começam a ser sentidos porque estamos muito perto do limite de 1,5º C, que poderá ser ultrapassado já na próxima década. Isso significa que teremos secas mais frequentes e severas. A maior irregularidade e redução da pluviosidade afeta diretamente os reservatórios que abastecem o país de água e energia elétrica. A água é também um insumo estratégico para a agropecuária. E afeta a todos, mas sobremaneira as populações mais carentes das periferias urbanas e rincões rurais que pouco ou nada usufruem de investimentos em adaptações às mudanças do clima.
Ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas trarão sérias consequências para a saúde pública. Há, ainda, o risco apresentado por eventos meteorológicos extremos que causam inundações e deslizamentos. Não raro, as consequências são fatais. Ao longo de nossa extensa costa ficam populosas cidades que vão perder área pela elevação do nível dos oceanos. O aumento da temperatura do mar e as mudanças na salinidade oceânica, por sua vez, afetam a pesca. O aumento do nível do mar afetará a logística dos portos, com impactos sobre o setor de exportações e commodities.Adaptações na infraestrutura serão inevitáveis. Por qualquer ângulo que se olhe, os riscos são consideráveis e não podem mais ser ignorados.
É este o contexto da minuta de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para inserção da segurança climática. Não por acaso, ela está sendo chamada de Lei Mais Urgente do Mundo. Ela propõe a inserção da segurança climática expressamente em três dispositivos estruturantes de nossa Constituição: no artigo 5º — cláusula pétrea, como Direito Humano Fundamental; no artigo 170 — princípio da Ordem Econômica e Financeira Nacional; e no artigo 225 — núcleo essencial do Direito ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado.
O objetivo é assegurar que o Estado brasileiro, independentemente do Governo vigente, trabalhe para mitigar o risco climático. […]
Disponível em: https://bityli.com/LrsiN4.
Acesso em: 29 out. 2021 (Adaptado).
Considerando o tema central do texto, assinale a alternativa que apresenta o melhor título para esse texto.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
Analise as seguintes diretrizes.
I. Ordenação da rede
II. Continuidade do cuidado
III. Cuidado centrado na pessoa
IV. Trabalho em equipe
São diretrizes do SUS e da RAS a serem operacionalizadas na Atenção Básica
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